sábado, 5 de setembro de 2009

De força Emergente a força Suspensa

Crónica de um País adormecido
O mais grave atentado á liberdade de imprensa, foi ontem cometido neste País.
Os jornalistas visados, pediram apoio á população.
Através de sms, de blogues, por contactos telefónicos, foi solicitada a comparência junto das instalações da TVI. Para hoje ás 20 horas. À hora do jornal suspenso.
Quando partimos de Lisboa, fomos uma hora mais cedo para poder estacionar o carro. Imaginámos um transito caótico naquela Zona. Vendo bem, tratava-se do noticiário com maior audiência no País. Tinha sido lá que o Povo teve oportunidade de conhecer alguns dos desvarios maiores da nossa democracia. Da Cova da Beira ao Freeport, tudo nos foi sendo mostrado e explicado. A inqualificável decisão de o suspender, teria de ter uma resposta á altura.
Quando chegámos, ainda não estava ninguém. Estacionámos com facilidade. Ainda era cedo. Cerca das 20 horas, chegou um grupo de 8 pessoas, depois mais 3 e depois mais 2
O estranho cenário que íamos tendo diante dos olhos, deixava-nos perplexos. Eram mais os jornalistas que a "multidão".
Estranho País este que não percebe o que se está a passar. Nem sequer é solidário com aqueles que assumiram enfrentar o poder corrupto instalado. Manuela Moura Guedes, Carlos Enes e Ana Leal mereciam outro apoio. Sentimos na pele a falta de solidariedade de um Povo.
Quando deixámos Queluz, tornou-se obrigatória uma reflexão.
No tempo presente, nada justifica o esforço que vimos fazendo na procura de soluções e consensos que acabam sempre por falhar. O secundário e o particular, têm acabado sempre por impedir o essencial.
O poder instalado irá continuar tranquilo e o País adormecido.
Quando um dia acordar, se alguém entender que poderemos ser úteis, vejam se ainda andamos por cá.
Hoje suspendemos todas as acções da Força Emergente.
A nossa luta sempre foi no sentido de se conseguir um País mais justo, com gente séria e verdadeiramente ao serviço do Povo. Apresentámos ideias e defendemos princípios. Nunca tivemos ambições pessoais. Sempre nos oferecemos para lutar com quem se apresentá-se melhor apetrechado e com melhores ideias, desde que sob os mesmos princípios.
De momento, nada justifica o tremendo esforço físico e financeiro que fomos fazendo.
Tudo aconselha a suspender a nossa "força".
Para aqueles que mais de perto nos foram seguindo e apoiando, talvez seja um até logo. A evolução do País assim o irá determinar.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Não chores por nós, Manuela

Amanhã à noite uma boa parte do País estará em Queluz.
J.socrates na sua ânsia de controlar a informação, deu um autentico tiro no pé.
Pensou que estando fora J.Eduardo Moniz, seria fácil correr com Manuela Moura Guedes.
Resumiu o pensamento ao facto dos seus amigos da Prisa poderem tomar uma decisão administrativa, simplesmente baseada em critérios de pretensa racionalidade empresarial ou editorial.
Simples e sem grande polémica. Pensou ele. Achou que o dinheiro dos Portugueses, que continua a esbanjar em publicidade, já lhe tinham garantido a recuperação do desastre anterior.
Não recuperou nem vai recuperar.
Perante as acusações gerais e alguma cobertura dos seus ainda amigos, vem com todo o cinismo que já lhe conhecemos, apresentar-se agora também como vitima.
Veja-se até onde chega a falta de vergonha desta personagem.
Ele que ainda há pouco apelidava aquele espaço noticioso, de jornalismo travestido.
Ele que tudo fez para tirar J.Eduardo Moniz da TVI.
Ele que já sabia que Manuela Moura Guedes não iria continuar no jornal da noite.
Ele... que se enganou. Redondamente.
Vamos ser nós os Portugueses de fibra, de raiva, de palavra, que vamos repor a situação na TVI.
Amanhã ás 20 horas só há um caminho. Queluz.
Só os cobardes ficarão em casa. É a nossa liberdade que está em jogo.
Temos de demonstrar de forma cabal e definitiva que é ao Povo que cabe o direito soberano de determinar o destino da Nação.
Não é esta meia dúzia de foragidos á justiça, que irá continuar a fazer aquilo que quer, sem que para tal tenham a legitimidade exigível.
A história faz-se nos momentos críticos.
Este é um deles.
Esperamos por si.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Os homens que se levantam

Quando a sorte do País está traçada, é tempo de nos apresentarmos e dizer que a Pátria excede os limites do espectro visível e maioritariamente composto e apresentado nos órgãos de Comunicação a que vamos tendo acesso.
No local onde estamos, a visão estrita das coisas, limitada pelo espaço oceânico e terrestre, sempre nos toldou os sentimentos e foi impossibilitando a maturidade que a própria fé também acabou fatalmente por condicionar.
O Povo que somos, não somos de facto nós.
Muitos daqueles que conhecemos, reflectem imagens que trazemos de outros lugares. Ser Português é não ter Solo próprio, pois muitas vezes pensamos residir na própria língua e naquilo que foi ficando nas mais diversas paragens que por mar fomos percorrendo.
Mas ser Português é também e ao mesmo tempo, motivo de orgulho e crença num destino que de há muito se procura. Esta fé no destino é o que por vezes nos atraiçoa e condiciona. A nossa natureza mansa e crédula, serviu nos últimos 30 anos para que gente mais esclarecida e astuta desse corpo a essa urdidura jurídica que nos limitou os movimentos, condicionou os sentidos e amordaçou a esperança.
Portugal é hoje, maioritariamente, um País de gente limitada.
Somos aliás dois Países. Ou voltando um pouco atrás, um País com cidadãos de primeira e outros de segunda. A única diferença para o que se passava anteriormente, reside na qualidade das pessoas. Agora pertencem á primeira classe os políticos e os representantes dos grupos de interesses a que estão ligados. À segunda classe, pertencem uma percentagem considerável de Intelectuais, professores, investigadores, empresários, médicos, enfermeiros, artistas, pensadores e todo o restante País onde se acolhe a grande maioria da população.
Inverteu-se portanto a qualidade, pois os cidadãos que nos governam e condicionam, são intelectualmente menores, fracos, sem experiência de vida, limitados no conhecimento e incapazes de perceber o País que ocuparam.

Teremos de ser nós, os agora cidadãos de segunda, a assumir a defesa do País e lutar por um novo ordenamento Jurídico onde as Leis Eleitorais possam servir a totalidade da população e não o exclusivo interesse de uma minoria.
Vamos ser nós a fazer levantar os homens adormecidos.
Vamos ser nós a dizer quão iniquas são algumas decisões governamentais.
Vamos ser nós a demonstrar que o Povo é mais que a soma de todos os partidos instalados.
Vamos ser nós a dizer que os impostos que pagamos não irão continuar a servir para alimentar parasitas sociais ou reformas milionárias de políticos de passagem.
Vamos ser nós a exigir conhecer o verdadeiro estado da Nação.
Isso irá acontecer no dia 8 ás 15h da tarde. Numa conferência / debate. Ali se irão começar a desenhar os contornos de uma força mais vasta e impulsionadora da mudança necessária.
Essa Força já nascida e agregada na Plataforma de Intervenção Cívica, irá demonstrar no dia 12 ás 15H, frente á Assembleia da Republica, que temos um novo País a crescer.
Que ninguém fique em casa. Nós não aceitamos continuar a viver na qualidade de cidadãos de segunda classe.
E você aceita ?

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Grande Manifestação a 12 de Setembro

As coisas acontecem, quando existem homens determinados e ideias precisas sobre aquilo que é necessário fazer.
Há mesmo homens a quem reconhecemos o direito de nos pedirem para contrariar a nossa emoção e o nosso sentido de justiça. Esses são aqueles que há muito demonstraram o seu total empenho em combater este sistema de gente corrupta. E continuam determinados nessa batalha. Com esses iremos prosseguir.
Quando a estes, se forem juntando outros, engrossaremos o caudal de contestação que será necessário ir alimentando para que a classe politica instalada perceba que o País é maior, muito maior, que a legitimidade que julgam possuir.
Só se mantêm no poder porque fizeram as Leis que lhes garantem isso.
Essas Leis mais não representam que uma "habilidosa construção" que apenas visa protegê-los dos desvarios praticados, ao mesmo tempo que os perpetuam no Poder.
Isto assim não é Democracia.
Enganaram o Povo com falsas promessas para poderem utilizar abusivamente o Estado que a todos deveria servir. Criaram no essencial e apenas, um vergonhoso Sistema para Encobrimento de Políticos Corruptos.

ISTO TERÁ DE TERMINAR. A CURTO PRAZO.

Teremos de rapidamente criar as condições para a construção de um Novo País.
O POVO TERÁ DE SAIR Á RUA.
E vai fazê-lo.
NO DIA 12 DE SETEMBRO, ÁS 15 H, FRENTE Á ASSEMBLEIA DA REPUBLICA.
NÃO PODEREMOS FALHAR ESSE DEVER PATRIÓTICO QUE É DIZER BEM ALTO:
BASTA !
NÃO NOS VÃO ENGANAR MAIS !
As Leis que nos oprimem terão de ser revistas. O poder politico não poderá continuar a controlar o poder judicial..
TEMOS DE REGANHAR O SISTEMA DEMOCRÁTICO.
Os votos terão de servir para Eleger, ou DEMITIR OS POLÍTICOS CORRUPTOS, QUE FAZEM FALSAS PROMESSAS.

Queremos um Novo País.

Muito em breve iremos RETOMAR PORTUGAL.

ASSISTA E PARTICIPE NO NASCIMENTO DE UMA NOVA NAÇÃO. Será no dia 12 de Setembro frente á Assembleia da Republica

Que ninguém falte!
Consultem por favor http://plataformaintervencaocivica.blogspot.com

O País precisa de todos.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O estranho caso do Movimento parado

sábado, 22 de agosto de 2009

O rosto dela

Se o País tivesse rosto, as expressões e os olhares mostrariam a face de um Povo triste e sem sentido de vida.
A alma, que tantas vezes expressa e indicia o estado do corpo, anda vazia de sentimentos e confusa de emoções.
O País já não tem expressão. Sente que lhe roubaram a alma e lhe taparam a boca.
Aos poucos fomos perdendo a identidade.

Hoje somos um corpo amorfo. Adormecido. Cansado. Quase morto. Pouco reactivo. Assustado. Inerte. Indeciso. Receoso. Desconfiado.
A grande massa humana que configura e conflui entre fronteiras, anda ausente e órfã de ideais. Somos um corpo á deriva. Fomos um pasto fértil e variado.
A colheita já foi feita.

Então que País vai ser este ?
A história e o impulso vital que nos leva à sobrevivência, irão fazer emergir aqueles que passam pela vida com o sentido maior que só o Universo pode conter. Para esses a Pátria é mais que o lugar de abrigo, ou o pasto seleccionado á medida de algumas bocas.
É acima de tudo, a responsabilidade de contribuir para que os valores integrantes do compromisso humano, se façam de acordo com os parâmetros essenciais da justiça, do equilíbrio de valores, da ética, da responsabilidade social, do respeito pelas leis da natureza e na consciencialização de que já hoje, teremos de preservar o amanhã.
A sociedade que nos está a ser deixada, é o reflexo da ganancia descontrolada de alguns, da falta de sentido de justiça de outros e acima de tudo da nossa incapacidade enquanto Povo de sabermos ver e ponderar tudo o que até hoje nos foi sendo feito.
Adormecemos durante demasiado tempo.
Todos certamente podemos concluir que não era este o País que ambicionávamos.
Todos de certeza iremos comprovar, o futuro negro que rapidamente se aproxima e que irá trazer á evidência a natureza perversa desta gente que há tantos anos anda a enganar os Portugueses.
Este País está a chegar ao fim. O Novo terá de contar com gentes descomprometidas do Sistema, a quem caberá a responsabilidade maior de corrigir o Estado da Nação e Ousar novas politicas.
O primeiro passo terá de ser pela recuperação da dignidade perdida.
O segundo será pelo esclarecimento exacto da situação catastrófica em que se encontra o País, na exigência de responsabilidades a quem de forma fraudulenta usou as funções de Estado, e na devolução dos direitos de cidadania que são a base e a sustentação dos Regimes ditos Democráticos.
Não mais poderemos ser enganados. O Voto que nos pedem para Eleger, terá de ser o mesmo que depois servirá para Demitir, se não estiverem a ser realizadas as promessas e compromissos aceites no acto eleitoral. Este simples principio fará toda a diferença na construção de um novo País.
Para esse esforço maior, a Plataforma de Intervenção Cívica, poderá vir a ter uma importância decisiva.
Aqui se começam a agregar alguns dos melhores da nossa sociedade. Aqui se concentram ideias e ideais diversos, que comungam dos mesmos princípios de base. Aqui irá despontar a esperança pela qual muitos Portugueses anseiam e que pela primeira vez em muitos anos está ao nosso alcance.
Para isso muito irá contribuir a determinação e a lucidez de uma das grandes mulheres Portuguesas, que mais uma vez se apresenta ao País e que poderá contribuir de forma decisiva para a concretização dos objectivos expressos por esta Plataforma. O seu nome é Manuela Magno, o seu rosto e o seu discurso estão aqui. Abram por favor - http://www.youtube.com/watch?v=5kIFF04tCLU

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Aqueles que mentem, mesmo sem dentes

A cirurgia moderna trouxe esse grande avanço, que é o facto, de todos hoje poderem mentir de boca aberta. Ou seja, com os dentes todos que têm.
Este notável avanço estético, veio permitir que gentes com dentaduras já bastantes desgastadas ou com faltas de diversos componentes, ganhassem nova vida e voltassem á Praça Publica de boca escancarada e aberta á saída de informações fidedignas e solidamente comprovadas pelos mesmos Institutos e informadores para quem a verdade é apenas uma visão lateral das realidades que nos querem impingir.
Mentir com quantos dentes se tem, é dizer que o País já saiu da recessão em que se encontra. Isto é tanto mais curioso, quando é dito por um ministro que vê mal, soletra pior, mas esboça sorrisos alvos através das duas ferraduras que tem na boca. Uma por cima e outra por baixo. Impecavelmente brancas e completamente cheias.
O abrir e fechar bocas, tornou-se no "modus-activis" destes jumentos políticos que nos infestam as televisões e nos consomem a paciência.
Tudo soa a falso.
Tudo é falso. Inclusive os dentes com que mentem.

Dia 12 de Setembro irá assinalar o fim deste ciclo de mentiras e falsidades, que estes políticos de forma criminosa se aprazem em continuar a trazer-nos.
Que fique claro. O País continua a deslizar ......para o fundo. Não está a vir á superfície.
A sustentabilidade do desemprego está a ser feita á custa de fundos Europeus que vão sendo desviados dos projectos a que se destinavam, assim como ao crescente endividamento externo.
Cada vez somos um País mais pobre e mais endividado.
A falência de empresas acentua-se.
A Produção não cobre as necessidades.
O Investimento estagnou.
As Bolsas não têm liquidez.
O Mercado perdeu a dinâmica.
O crédito mal parado aumenta.
O preço das casas baixam mais de 30% e não se vendem.
A procura está em queda
O País é alimentado artificialmente até passar o período eleitoral.
Em Janeiro estará já perceptível a dimensão do buraco criado.
Em Fevereiro a revolta social estará já em marcha.
Teremos de ser nós a reganhar a esperança e oferecer as soluções que o País irá precisar.
Que ninguém duvide. Há gente séria e capaz de substituir esta gente medíocre que sem escrúpulos vem defraudando as expectativas do Povo Português.
O senhor primeiro ministro é um criminoso á espera de julgamento. Nunca ninguém prejudicou tanto o País como este homem. Nunca ninguém mentiu tanto como ele