terça-feira, 22 de setembro de 2009

Assim se fez

Realizou-se tal como previsto, a conferencia/debate agendada para o CCB.
Foram apresentados os documentos relativos ao relatório da OCDE, onde Portugal aparece colocado em praticamente todos os indicadores, no ultimo lugar no ranking da UE.
Uma vergonha para o País e o resultado de 30 anos de completo desgoverno.

Foi analisado o relatório do Tribunal de contas relativamente ao contrato dos contentores de Alcântara e feita a exposição dos pontos que indiciam a prática de decisões susceptíveis de procedimento criminal.
O relatório elaborado, assim como os gráficos da OCDE, estão disponíveis no Site da Força Emergente.

sábado, 19 de setembro de 2009

Porque é necessário estar presente

Se não formos nós a lutar, ninguém virá resolver os nossos problemas.

Os que perderem uma tarde no dia 22, talvez possam ganhar alguma coisa para o resto da vida.
Estamos num dos períodos mais negros da história recente e não poderemos comodamente assistir á derrocada do País

3ª feira, dia 22, no Centro Cultural de Belém ás 15h

Consulte o Site da Força Emergente

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Porque é necessário agir

Dia 22 ás 15 horas, vamos realizar uma conferência / debate no CCB, sendo alguns dos temas em análise os seguintes:

A irresponsabilidade da classe política instalada no Poder, face às dificuldades que internamente se fazem sentir, tendo em conta as perspectivas de evolução do País.

A inexistência de um projecto alternativo, que permita desencadear os mecanismos necessários á recuperação de actividades básicas, que possibilitem a posterior regeneração do tecido Económico e Empresarial.

O nosso ponto de vista sobre algumas metodologias de acção.

Os relatórios de análise Internacional sobre a evolução do País.

Tendo em conta que não há solução enquanto se mantiver a estrutura operativa da actual classe politica, que fazer ?
Fazermos sentir na rua, a necessidade de recuperarmos os direitos cívicos que sustentam as chamadas democracias.
Começarmos a usar a chamada "razão musculada".
Exigir a responsabilização criminal dos políticos que nos conduziram á situação em que nos encontramos e que a curto prazo se irá agravar fortemente.
Não votar no partido socialista enquanto se mantiverem os actuais quadros dirigentes,
Socrates, Silva Pereira, Alberto Costa, Mário Lino, Santos Silva, entre outros, que protagonizaram aquilo que mais fundo fere a dignidade pessoal de cada um de nós. Isto é, pretenderem fazer-nos passar, sistematicamente, por parvos.
Pensarem que não entendemos até onde chegou o desaforo. Ou que não sentimos até que ponto afundaram este País.
Esta gente não pode continuar.
É o imperativo que se impõe á Inteligência Nacional.
É a razão que mais uma vez nos leva a agir.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Força suspensa

A Força, mesmo quando suspensa, não deixa de ser força.
O que não vale a pena é fazer força, quando aqueles que pouca força fazem, ainda decidem tirar a força, aqueles que alguma vão fazendo.

Sejamos claros sobre a forma como vemos o nosso contributo para esta luta final contra este Regime de gente corrupta.
No plano dos Princípios, dos Valores, das Ideias, do Diagnóstico e mesmo de algumas soluções, pouco nos separa de tantos outros, que da mesma forma contestam o actual quadro politico.
Junto de alguns desses movimentos, partidos e pessoas, fomos desenvolvendo contactos e propondo formas de actuação.
Por iniciativa própria, tomámos decisões, constituimo-nos assistentes no Processo Freeport e pedimos o afastamento da procuradora Cândida Almeida.
Em resultado de muitos desses contactos, conseguimos agregar na Plataforma de Intervenção Cívica, um conjunto de movimentos associações e partidos com a finalidade de se conseguir uma convergência de acção, relativa a aspectos essenciais de funcionamento do sistema politico.
Como corolário desse entendimento constituiu-se uma Comissão de gestão e agendou-se para o dia 12 de Setembro uma manifestação que tinha como tema, "Contestar o actual sistema eleitoral que inibe os pequenos partidos, movimentos, associações e indivíduos, de poderem concorrer em condições de igualdade com as forças politicas instaladas".
Depois de aparentemente tudo acordado e publicado no Blogue da Plataforma, a 10 dias da manifestação prevista um dos subscritores decide que não quer a pessoa indicada a coordenar.
A 8 dias da manifestação, outro dos subscritores, sem nada nos comunicar, decide com outros movimentos, agendar outra manifestação para o dia 19.
Quando no Sábado, decidimos suspender as acções previstas, não era apenas a situação do Povo Adormecido. Era muito mais e mais grave que isso.
Era verificarmos por experiência própria que é mais fácil conhecer os inimigos que os amigos.
Quando aqueles que nos conhecem e lidam mais de perto com alguns de nós, nos testemunham o seu apreço e nos trazem mensagens de animo, a todos dizemos o mesmo.
Pouco já nos afecta este tipo de comportamentos.
Infelizmente é quase uma matriz que este povo ostenta.
Há sempre a desconfiança que queremos qualquer coisa mais do que simplesmente contribuir.
Há sempre a suspeita que estamos ao serviço de A ou B, neste caso mais até do PSD, curiosamente até de uma coligação PCP / PSD, ou mesmo ao serviço de uma estratégia que para uns será de extrema esquerda e para outros de extrema direita.
A quase todos parece que as nossas acções lhes vão "roubar espaço" !!
Aquilo que nos diferencia daqueles que no plano da Ética e dos Princípios nos estão mais próximos é a Dinâmica. Isso nós temos. Eles não.
Este simples facto gera "ciumes", falsas desconfianças, motivos aparentes, ou justificações ideológicas que não fazem qualquer sentido. Simplesmente é a realidade deste Povo manso, inculto, incapaz e sem lideres á altura. Só assim se compreende esta passividade revoltante que mais não faz que ir perpetuando no poder este grupo de gente corrupta e falsa, que nos envergonha enquanto País e nos desgraça enquanto sociedade.
A Força Emergente está suspensa, mas não está sequer combalida.
A qualquer momento estaremos disponíveis. Assim o Povo acorde.
Entretanto vamos colaborando para a construção da Plataforma de Intervenção Civica.

sábado, 5 de setembro de 2009

De força Emergente a força Suspensa

Crónica de um País adormecido
O mais grave atentado á liberdade de imprensa, foi ontem cometido neste País.
Os jornalistas visados, pediram apoio á população.
Através de sms, de blogues, por contactos telefónicos, foi solicitada a comparência junto das instalações da TVI. Para hoje ás 20 horas. À hora do jornal suspenso.
Quando partimos de Lisboa, fomos uma hora mais cedo para poder estacionar o carro. Imaginámos um transito caótico naquela Zona. Vendo bem, tratava-se do noticiário com maior audiência no País. Tinha sido lá que o Povo teve oportunidade de conhecer alguns dos desvarios maiores da nossa democracia. Da Cova da Beira ao Freeport, tudo nos foi sendo mostrado e explicado. A inqualificável decisão de o suspender, teria de ter uma resposta á altura.
Quando chegámos, ainda não estava ninguém. Estacionámos com facilidade. Ainda era cedo. Cerca das 20 horas, chegou um grupo de 8 pessoas, depois mais 3 e depois mais 2
O estranho cenário que íamos tendo diante dos olhos, deixava-nos perplexos. Eram mais os jornalistas que a "multidão".
Estranho País este que não percebe o que se está a passar. Nem sequer é solidário com aqueles que assumiram enfrentar o poder corrupto instalado. Manuela Moura Guedes, Carlos Enes e Ana Leal mereciam outro apoio. Sentimos na pele a falta de solidariedade de um Povo.
Quando deixámos Queluz, tornou-se obrigatória uma reflexão.
No tempo presente, nada justifica o esforço que vimos fazendo na procura de soluções e consensos que acabam sempre por falhar. O secundário e o particular, têm acabado sempre por impedir o essencial.
O poder instalado irá continuar tranquilo e o País adormecido.
Quando um dia acordar, se alguém entender que poderemos ser úteis, vejam se ainda andamos por cá.
Hoje suspendemos todas as acções da Força Emergente.
A nossa luta sempre foi no sentido de se conseguir um País mais justo, com gente séria e verdadeiramente ao serviço do Povo. Apresentámos ideias e defendemos princípios. Nunca tivemos ambições pessoais. Sempre nos oferecemos para lutar com quem se apresentá-se melhor apetrechado e com melhores ideias, desde que sob os mesmos princípios.
De momento, nada justifica o tremendo esforço físico e financeiro que fomos fazendo.
Tudo aconselha a suspender a nossa "força".
Para aqueles que mais de perto nos foram seguindo e apoiando, talvez seja um até logo. A evolução do País assim o irá determinar.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Não chores por nós, Manuela

Amanhã à noite uma boa parte do País estará em Queluz.
J.socrates na sua ânsia de controlar a informação, deu um autentico tiro no pé.
Pensou que estando fora J.Eduardo Moniz, seria fácil correr com Manuela Moura Guedes.
Resumiu o pensamento ao facto dos seus amigos da Prisa poderem tomar uma decisão administrativa, simplesmente baseada em critérios de pretensa racionalidade empresarial ou editorial.
Simples e sem grande polémica. Pensou ele. Achou que o dinheiro dos Portugueses, que continua a esbanjar em publicidade, já lhe tinham garantido a recuperação do desastre anterior.
Não recuperou nem vai recuperar.
Perante as acusações gerais e alguma cobertura dos seus ainda amigos, vem com todo o cinismo que já lhe conhecemos, apresentar-se agora também como vitima.
Veja-se até onde chega a falta de vergonha desta personagem.
Ele que ainda há pouco apelidava aquele espaço noticioso, de jornalismo travestido.
Ele que tudo fez para tirar J.Eduardo Moniz da TVI.
Ele que já sabia que Manuela Moura Guedes não iria continuar no jornal da noite.
Ele... que se enganou. Redondamente.
Vamos ser nós os Portugueses de fibra, de raiva, de palavra, que vamos repor a situação na TVI.
Amanhã ás 20 horas só há um caminho. Queluz.
Só os cobardes ficarão em casa. É a nossa liberdade que está em jogo.
Temos de demonstrar de forma cabal e definitiva que é ao Povo que cabe o direito soberano de determinar o destino da Nação.
Não é esta meia dúzia de foragidos á justiça, que irá continuar a fazer aquilo que quer, sem que para tal tenham a legitimidade exigível.
A história faz-se nos momentos críticos.
Este é um deles.
Esperamos por si.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Os homens que se levantam

Quando a sorte do País está traçada, é tempo de nos apresentarmos e dizer que a Pátria excede os limites do espectro visível e maioritariamente composto e apresentado nos órgãos de Comunicação a que vamos tendo acesso.
No local onde estamos, a visão estrita das coisas, limitada pelo espaço oceânico e terrestre, sempre nos toldou os sentimentos e foi impossibilitando a maturidade que a própria fé também acabou fatalmente por condicionar.
O Povo que somos, não somos de facto nós.
Muitos daqueles que conhecemos, reflectem imagens que trazemos de outros lugares. Ser Português é não ter Solo próprio, pois muitas vezes pensamos residir na própria língua e naquilo que foi ficando nas mais diversas paragens que por mar fomos percorrendo.
Mas ser Português é também e ao mesmo tempo, motivo de orgulho e crença num destino que de há muito se procura. Esta fé no destino é o que por vezes nos atraiçoa e condiciona. A nossa natureza mansa e crédula, serviu nos últimos 30 anos para que gente mais esclarecida e astuta desse corpo a essa urdidura jurídica que nos limitou os movimentos, condicionou os sentidos e amordaçou a esperança.
Portugal é hoje, maioritariamente, um País de gente limitada.
Somos aliás dois Países. Ou voltando um pouco atrás, um País com cidadãos de primeira e outros de segunda. A única diferença para o que se passava anteriormente, reside na qualidade das pessoas. Agora pertencem á primeira classe os políticos e os representantes dos grupos de interesses a que estão ligados. À segunda classe, pertencem uma percentagem considerável de Intelectuais, professores, investigadores, empresários, médicos, enfermeiros, artistas, pensadores e todo o restante País onde se acolhe a grande maioria da população.
Inverteu-se portanto a qualidade, pois os cidadãos que nos governam e condicionam, são intelectualmente menores, fracos, sem experiência de vida, limitados no conhecimento e incapazes de perceber o País que ocuparam.

Teremos de ser nós, os agora cidadãos de segunda, a assumir a defesa do País e lutar por um novo ordenamento Jurídico onde as Leis Eleitorais possam servir a totalidade da população e não o exclusivo interesse de uma minoria.
Vamos ser nós a fazer levantar os homens adormecidos.
Vamos ser nós a dizer quão iniquas são algumas decisões governamentais.
Vamos ser nós a demonstrar que o Povo é mais que a soma de todos os partidos instalados.
Vamos ser nós a dizer que os impostos que pagamos não irão continuar a servir para alimentar parasitas sociais ou reformas milionárias de políticos de passagem.
Vamos ser nós a exigir conhecer o verdadeiro estado da Nação.
Isso irá acontecer no dia 8 ás 15h da tarde. Numa conferência / debate. Ali se irão começar a desenhar os contornos de uma força mais vasta e impulsionadora da mudança necessária.
Essa Força já nascida e agregada na Plataforma de Intervenção Cívica, irá demonstrar no dia 12 ás 15H, frente á Assembleia da Republica, que temos um novo País a crescer.
Que ninguém fique em casa. Nós não aceitamos continuar a viver na qualidade de cidadãos de segunda classe.
E você aceita ?