Discute-se na A.R. o chamado ABONO dos POLÍTICOS, vulgo Orçamento do Estado.
As cenas são confrangedoras e podem ser vistas em directo.
O "facies" do Grande Aldrabão, assume agora um ar constrangido debaixo da mascara de pseudo sofrimento. A encenação patética agora exibida, apenas comprova o seu baixo índice moral e ético.
Não temos duvidas que se trata de um psicopata. Os sintomas assim o comprovam.
Infelizmente estamos rodeados por um conjunto de apalermados políticos, cuja única competência é sabujarem o chefe.
Garantem com isso o sistema que lhes permitiu chegar até aqui, beneficiando da inactividade de um povo manso e embrutecido que ainda não percebeu que anda a ser enganado.
ESTE ORÇAMENTO É APENAS MAIS UMA PENSÃO VITALÍCIA PARA ESTES POLÍTICOS.
AO PAÍS NÃO É APRESENTADA QUALQUER RESULTANTE POSITIVA DAS MEDIDAS ANUNCIADAS.
A unica garantia é UM FUTURO NEGRO.
E assim vai ser, pois o desemprego vai aumentar.
O crescimento económico irá estagnar e iremos mesmo entrar em recessão.
Os vencimentos das classes de menores rendimentos diminuem.
As prestações e apoios sociais sofrem cortes consideráveis e os impostos aumentam.
Todos vamos perder alguma coisa.
As sanguessugas do sistema irão no entanto continuar a manter em funcionamento os Restaurantes de referência, os Stands de viaturas de topo, as lojas de artigos exclusivos, etc.
Vão também disponibilizar novas bancas para engraxadores de sapatos.
Será assim cumprida uma das promessas de novos empregos em tempos feita por essa luminária que está a "governar" o País.
Estão no entanto a chegar ao fim da viagem.
Conduziram-nos a um beco de difícil saída em que apenas ficará um historial de mentiras, incompetências, associações perversas, ajuntamento com gangs do lixo e da sucata, a que acresce esse despudor maior de terem feito da mentira o principal suporte da governação.
Tudo isto é tanto mais revoltante, quanto mais nos vamos apercebendo da forma como esta gente se apropriou do Erário Publico.
Enquanto ás classes de menores rendimentos vão pedindo e justificando sacrifícios, estes bandalhos auferem vencimentos de dezenas de milhares de Euros, que vão sendo pagos pela fome e miséria a que conduziram esta Nação.
Para lá das viaturas , motoristas, cartão de crédito ilimitado, subsidio de habitação, despesas diversas, etc, actualmente cerca de 400 políticos podem acumular a pensão de reforma com a subvenção vitalícia do Estado. Isto desde 1985.
A partir desta realidade, prevista na lei 26/95, existe um número desconhecido de ex-titulares de cargos políticos que receberão por mês cerca de cinco mil euros em pensões da Caixa Geral de Aposentações (CGA) relativas à acumulação da reforma como deputado ou autarca com a pensão para toda a vida. Cavaco Silva e Manuel Alegre, são dois exemplos deste universo de beneficiários.
Entretanto o Ministério das Finanças tem sido questionado sobre a acumulação de pensões do Estado, mas, apesar de várias insistências, não tem dado resposta.
Com um universo de 399 beneficiários, segundo a CGA, em 2010 as subvenções vitalícias vão custar 8,8 milhões de euros. De Janeiro a Agosto deste ano, a despesa com esta regalia ascendeu a 6,2 milhões de euros, contra os 5,6 milhões de euros de igual período do ano passado.
Isto é imoral, vergonhoso e justifica uma reacção popular.
Mais uma vez nos disponibilizamos para enfrentar directamente esta canalhada politica.
Se houverem 20 pessoas disponíveis, propomos levar cartazes com a inscrição - De IMEDIATO para a RUA seu GRANDE ALDRABÃO - e fazermos de forma continua a passagem pela Rua de S.Bento, actual esconderijo do 1º ministro.
Poderá fazer a inscrição directamente para o nosso mail.
Contamos consigo.
ADENDA - Que ninguém se mexa. Deixem-nos brincar autênticamente com a nossa dignidade.
A acrescentar á desgraça anunciada, vamos sabendo que também vamos pagar a RTP na conta da electricidade, assim como taxas e multas numa verdadeira caça aos poucos proventos disponiveis.
Tudo isto e ninguém reage.
Os "valentões" das scuts, de quem se esperava muito pois diziam que tudo iriam fazer para impedir a sua entrada em funcionamento, já foram comprar os d.e.p. Gente determinada!!
Acordem, enquanto temos ainda algumas forças.
É que não vemos ninguém a disponibilizar-se para organizarmos uma acção contestativa.
Será possivel contar com a sua contribuição ?
posto por Carlos Luis
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Aqueles que roubam o País
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Quanto vale um par de cornos em Portugal?
Manuel Pinho ficou célebre pelo triste episódio dos "cornos" da Assembleia da República. Todos os partidos criticaram. Sócrates aceitou o seu pedido de "demissão". Coincidentemente, esse episódio aconteceu pouco tempo depois de Manuel Pinho ter participado na reunião anual dos Bilderberg, à qual assistiu a convite do venerável Pinto Balsemão.
Agora, Manuel Pinho vangloria-se por dar aulas na Universidade de Columbia, num mestrado sobre energias renováveis, num curso patrocinado pela EDP, empresa com capitais públicos que o próprio Manuel Pinho tutelou enquanto ministro. "Gasta" 4 horas (seguidas) por semana neste trabalho "entediante" para receber valores que ninguém consegue apurar. Valores que dão para pagar o seu escritório de luxo em Nova Iorque com uma vista magnífica sobre a parte Norte de Manhattan. Para este mestrado ser possível, a EDP (com capitais públicos) pagou a módica quantia de 3 milhões de euros.
Manuel Pinho, nas suas imensas horas vagas por semana, passeia-se pelas ruas de Nova Iorque e Manhattan, apreciando os vinhos a 20 dólares a garrafa e as soberbas sobremesas dos restaurantes caros da cidade.
Na sua modesta opinião, Manuel Pinho, revelou à revista Sábado, que o entrevistava, que os 3 milhões pagos pela EDP à Universidade Columbia eram um bom investimento, pois ele era uma mais valia desse curso. Nas suas palavras: "é uma coisa boa para o país"...
Ainda fez publicidade ao seu site pessoal - http://www.manuelpinho.net/ - com fotografias do flickr.com onde se pode ver o ex-ministro ao lado de alguns VIP's como Lula da Silva, Michael Phelps, Schumacher e até do Presidente Chinês. Uma verdadeira sessão fotográfica digna dos Museus de Madame Tussauds.
E assim vai a corrupção portuguesa. Bem debaixo dos olhos de todos. Até publicada em revistas, diários e semanários para que todos possam enfiar os cornos de Manuel Pinho na sua própria cabeça.
Por isso não é de espantar que a actual Ministra da Saúde acuse os portugueses de consumirem demasiados psicofármacos. Só uma sociedade anestesiada poderia permitir uma corrupção deste tamanho, publicada em parangonas nos principais jornais e revistas nacionais, sem consequências de maior para a vida dos portugueses...
posto por Pedro Duarte
domingo, 10 de outubro de 2010
Trova da Pensão que passa
Adaptação de poema do tristemente Alegre poeta.
Que agora se diz JUSTO e parece que solitário.
Vejam como se aplica bem àquilo que em tempos de "grandes ideais", então escreveu.
Pergunto ao povo que passa
noticias do meu vencimento
e o povo cala a desgraça
pois não tem conhecimento
Pergunto aos rios que levam
Tantas pensões à flor da água
e os rios não me sonegam
a minha pensão sem mágoa
Há quem a queira ignorada
e nem eu lhe sabia o nome
Era Emissora..... certificada
por quem quis que eu a tome
E o vento não me diz nada
Só o silêncio persiste
Nesta minha pátria parada
à beira de um povo triste
Ninguém diz nada ao povo
Se noticias vou pedindo
De mãos vazias de novo
vi minha pátria falindo
Mas há sempre uma cadeia
dentro da própria desgraça
Pois há sempre alguém que semeia
Pensões no bolso que passa
Mesmo na noite mais triste
E já em tempo de servidão
Há sempre alguém que insiste
em reprovar esta pensão
Foi ganha com esforço sério
e com grande dedicação
Em três meses de trabalho etéreo
e alguns de quotização
São assim estas personagens que vivem de ideais traídos, quem de novo enche as estradas do País com slogans sem sentido e sem poesia.
JUSTO não rima com nada.
A vergonha é um sentimento ou um direito?
posto por Carlos Luis
Que agora se diz JUSTO e parece que solitário.
Vejam como se aplica bem àquilo que em tempos de "grandes ideais", então escreveu.
Pergunto ao povo que passa
noticias do meu vencimento
e o povo cala a desgraça
pois não tem conhecimento
Pergunto aos rios que levam
Tantas pensões à flor da água
e os rios não me sonegam
a minha pensão sem mágoa
Há quem a queira ignorada
e nem eu lhe sabia o nome
Era Emissora..... certificada
por quem quis que eu a tome
E o vento não me diz nada
Só o silêncio persiste
Nesta minha pátria parada
à beira de um povo triste
Ninguém diz nada ao povo
Se noticias vou pedindo
De mãos vazias de novo
vi minha pátria falindo
Mas há sempre uma cadeia
dentro da própria desgraça
Pois há sempre alguém que semeia
Pensões no bolso que passa
Mesmo na noite mais triste
E já em tempo de servidão
Há sempre alguém que insiste
em reprovar esta pensão
Foi ganha com esforço sério
e com grande dedicação
Em três meses de trabalho etéreo
e alguns de quotização
São assim estas personagens que vivem de ideais traídos, quem de novo enche as estradas do País com slogans sem sentido e sem poesia.
JUSTO não rima com nada.
A vergonha é um sentimento ou um direito?
posto por Carlos Luis
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
A aldeia da roupa branca
A pureza dos hábitos e a tranquilidade de vida davam-lhe um encanto especial.
Era ali que se passavam férias e onde se iam buscar os produtos para a cidade.
Havia uma igreja, que calcule-se até lhe chamavam matriz, mas onde ninguém se confessava, porque ......diziam.... não havia pecados.
O lavadouro publico, hoje monumento, era o ponto de encontro. Ali se falava das coisas corriqueiras da vida, pois nessa altura não havia debates.
O ritmo da conversa era o habitual, só alternado com o batimento da roupa na pedra.
Mas....com a evolução natural das coisas a aldeia foi crescendo e começaram a aparecer os pequenos vícios que sempre acompanham o progresso, mas que faziam os nervos em franja á população mais ciosa dos encantos de outrora.
A verdade é que, primeiro as tascas, depois os cafés, a seguir os cinemas, depois as discotecas, tudo foi contribuindo para surgirem os arredores, depois outras aldeias, até mesmo cidades e chegámos finalmente a ter um pequeno País.
Neste processo evolutivo, muita da pureza original foi-se perdendo com o andar dos tempos.
No entanto, na aldeia onde outrora se lavava a roupa e agora existia apenas um lavadouro, as coisas iam de mal a pior.
O local era agora um ponto de passagem e encontro.
Embora o produto continuasse a ser branco, já não fazia o barulho do batimento na pedra.
A aldeia andava transtornada e confusa com a utilização que se se estava a dar àquele espaço.
Diziam que se traficava pó branco, mas eles não lhe conseguiam ver a cor.
Ouviam com frequência falar na lavagem de dinheiro, mas por mais que organizassem piquetes para observar o que se passava, nunca conseguiram ouvir a água a correr.
Aquilo intrigava as gentes da terra.
As noticias que chegavam diziam no entanto que era um comércio frequente em qualquer outra aldeia do agora País.
E que movimentava milhões de contos.
E que havia muita gente a enriquecer.
E que o País ainda podia beneficiar se as autoridades decidissem activar o lavadouro da aldeia pois constava que o dinheiro era sujo e eles tinham ali a possibilidade de o lavar.
O assunto foi apresentado ao Banco Central do pequeno País.
Consta que este ignorou a proposta e decidiu chamar a si essa operação de limpeza.
E procederam bem, pois a quantidade a tratar excedia largamente as capacidades do lavadouro local.
A aldeia pode assim voltar á pureza das tradições originais.
O trabalho sujo ficou na cidade.
Nota - Qualquer semelhança com o Banco de Portugal é pura coincidência.
posto por Carlos Luis
Era ali que se passavam férias e onde se iam buscar os produtos para a cidade.
Havia uma igreja, que calcule-se até lhe chamavam matriz, mas onde ninguém se confessava, porque ......diziam.... não havia pecados.
O lavadouro publico, hoje monumento, era o ponto de encontro. Ali se falava das coisas corriqueiras da vida, pois nessa altura não havia debates.
O ritmo da conversa era o habitual, só alternado com o batimento da roupa na pedra.
Mas....com a evolução natural das coisas a aldeia foi crescendo e começaram a aparecer os pequenos vícios que sempre acompanham o progresso, mas que faziam os nervos em franja á população mais ciosa dos encantos de outrora.
A verdade é que, primeiro as tascas, depois os cafés, a seguir os cinemas, depois as discotecas, tudo foi contribuindo para surgirem os arredores, depois outras aldeias, até mesmo cidades e chegámos finalmente a ter um pequeno País.
Neste processo evolutivo, muita da pureza original foi-se perdendo com o andar dos tempos.
No entanto, na aldeia onde outrora se lavava a roupa e agora existia apenas um lavadouro, as coisas iam de mal a pior.
O local era agora um ponto de passagem e encontro.
Embora o produto continuasse a ser branco, já não fazia o barulho do batimento na pedra.
A aldeia andava transtornada e confusa com a utilização que se se estava a dar àquele espaço.
Diziam que se traficava pó branco, mas eles não lhe conseguiam ver a cor.
Ouviam com frequência falar na lavagem de dinheiro, mas por mais que organizassem piquetes para observar o que se passava, nunca conseguiram ouvir a água a correr.
Aquilo intrigava as gentes da terra.
As noticias que chegavam diziam no entanto que era um comércio frequente em qualquer outra aldeia do agora País.
E que movimentava milhões de contos.
E que havia muita gente a enriquecer.
E que o País ainda podia beneficiar se as autoridades decidissem activar o lavadouro da aldeia pois constava que o dinheiro era sujo e eles tinham ali a possibilidade de o lavar.
O assunto foi apresentado ao Banco Central do pequeno País.
Consta que este ignorou a proposta e decidiu chamar a si essa operação de limpeza.
E procederam bem, pois a quantidade a tratar excedia largamente as capacidades do lavadouro local.
A aldeia pode assim voltar á pureza das tradições originais.
O trabalho sujo ficou na cidade.
Nota - Qualquer semelhança com o Banco de Portugal é pura coincidência.
posto por Carlos Luis
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Que diferença !
Mesmo sabendo que estamos a viver rodeados por um monte de imbecis, ainda somos por vezes surpreendidos.
Vamos por partes.
Primeiro, vamos àqueles que nos envergonham pela ausência de respeito e consideração por quem lhes paga e lhes permite todo o conjunto de atropelos e abusos sobre o património comum que vão desbaratando sem controlo nem responsabilidade.
De entre eles, um homem já do passado e "meio passado" ao que parece.
Chama-se Almeida Santos.
Embora com mais idade, está agora ao nível de um Pinho ou de um Lino e mesmo muito perto de um Soares. Faz parte dos seniladores da Republica.
Esta gente assumiu que o País é deles.
Perderam o respeito pelo povo.
Dizem os maiores disparates e continuam a sorrir de forma superior, como que a apreciar o dislate, seguindo de braço dado com outro qualquer imbecil que está sempre por perto.
O mundo deles é a posta restante de um País, só que as sobras somos nós.
São os defensores do "capanga mor", que na sua inconsciência assumida, lhes vai garantindo o estatuto e os proventos que ilegitimamente vão usufruindo, tal como aconteceu com a colocação de Pinho na Universidade de Colúmbia, a fim de garantir a j.socrates a possibilidade de um discurso, ainda por cima em mau Inglês.
Isso custou ao País quase 3 milhões de Euros. Uma afronta.
De facto ninguém acredita que Pinho tenha alguma coisa para ensinar numa Universidade dos E.U.A. Este homem é um básico e embora simplista e simpático é por isso utilizado quando dá jeito.
Ele aceita isso tudo. Talvez porque também é amigo do Sebastião, esse mesmo que esteve na Universidade do Obama e que por isso o pôs a "regular" aí qualquer coisa. E de facto o homem é tão bom que desde então os petróleos nunca mais foram os mesmos. Os mais de 40.000 mil Euros que custa ao erário publico todos os meses, são mais que merecidos.
Não há duvida que esta gente projecta de forma superior a imagem do nosso País.
Hoje no entanto queremos focar Almeida Santos.
Teve o descaramento de dizer que "o Povo tem que sofrer tal como o governo também sofre". Isto demonstra uma senilidade galopante ou então pior, considera que somos todos parvos.
Mas talvez possa mesmo nem ser uma coisa nem outra.
É que esta gente convenceu-se que pode impunemente manipular a informação ou mesmo utilizá-la de forma descuidada, desde que na sua "cabecita" isso sirva para justificar a manutenção do Sistema Politico que apenas lhes serve a eles.
Estes são aqueles que se servem da Pátria, sem responsabilidade nem respeito, ao considerarem que um governo que mente, esbanja o erário publico e não cumpre nenhuma das funções básicas do contrato de governação estabelecido, sofre!
Isto é uma afirmação afrontosa e que fere a sensibilidade de qualquer cidadão.
E dizem isto quando vemos os responsáveis políticos a comprarem novas viaturas, aumentarem as despesas de representação, admitirem mais assessores e acima de tudo vermos as chamadas derrapagens financeiras provenientes do aumento significativo dos valores contratualizados para as obras publicas, que evidenciam corrupção ou incúria.
Daí resulta, isso sim, mais sofrimento para o Povo.
Será possível internarem Almeida Santos ?
Vejamos agora o caso oposto.
Centro de Investigação Champalimaud.
Um projecto, um orçamento, uma realização.
Acordado o valor e assumido o prazo, a obra realizou-se.
Sem derrapagens, concluída em tempo e evidenciando um projecto cujas caracteristicas globais se afiguram de grande abrangência e superior interesse para o País.
Isto demonstra duas coisas.
Primeira, que é possível realizar grandes projectos, cumprindo prazos e mantendo custos se á frente dos mesmos estiverem pessoas capazes e responsáveis. Leonor Beleza demonstrou isso e envergonhou todos os políticos que têm passado pelo governo deste País.
Segundo, que temos que mudar o paradigma da função política.
As consequências gravosas que estamos a sentir, são resultantes da governação feita por gente incompetente e desresponsabilizada nas decisões que toma.
Se de facto sofressem as consequências, como seria aconselhável, este País seria outro.
Assim só sairemos da crise quando for possível pedir contas a quem nos governa.
Até lá, ainda iremos continuar a ouvir mais alguns almeidas.
Só que este País precisa é de uma grande varridela.
posto por Carlos Luis
Vamos por partes.
Primeiro, vamos àqueles que nos envergonham pela ausência de respeito e consideração por quem lhes paga e lhes permite todo o conjunto de atropelos e abusos sobre o património comum que vão desbaratando sem controlo nem responsabilidade.
De entre eles, um homem já do passado e "meio passado" ao que parece.
Chama-se Almeida Santos.
Embora com mais idade, está agora ao nível de um Pinho ou de um Lino e mesmo muito perto de um Soares. Faz parte dos seniladores da Republica.
Esta gente assumiu que o País é deles.
Perderam o respeito pelo povo.
Dizem os maiores disparates e continuam a sorrir de forma superior, como que a apreciar o dislate, seguindo de braço dado com outro qualquer imbecil que está sempre por perto.
O mundo deles é a posta restante de um País, só que as sobras somos nós.
São os defensores do "capanga mor", que na sua inconsciência assumida, lhes vai garantindo o estatuto e os proventos que ilegitimamente vão usufruindo, tal como aconteceu com a colocação de Pinho na Universidade de Colúmbia, a fim de garantir a j.socrates a possibilidade de um discurso, ainda por cima em mau Inglês.
Isso custou ao País quase 3 milhões de Euros. Uma afronta.
De facto ninguém acredita que Pinho tenha alguma coisa para ensinar numa Universidade dos E.U.A. Este homem é um básico e embora simplista e simpático é por isso utilizado quando dá jeito.
Ele aceita isso tudo. Talvez porque também é amigo do Sebastião, esse mesmo que esteve na Universidade do Obama e que por isso o pôs a "regular" aí qualquer coisa. E de facto o homem é tão bom que desde então os petróleos nunca mais foram os mesmos. Os mais de 40.000 mil Euros que custa ao erário publico todos os meses, são mais que merecidos.
Não há duvida que esta gente projecta de forma superior a imagem do nosso País.
Hoje no entanto queremos focar Almeida Santos.
Teve o descaramento de dizer que "o Povo tem que sofrer tal como o governo também sofre". Isto demonstra uma senilidade galopante ou então pior, considera que somos todos parvos.
Mas talvez possa mesmo nem ser uma coisa nem outra.
É que esta gente convenceu-se que pode impunemente manipular a informação ou mesmo utilizá-la de forma descuidada, desde que na sua "cabecita" isso sirva para justificar a manutenção do Sistema Politico que apenas lhes serve a eles.
Estes são aqueles que se servem da Pátria, sem responsabilidade nem respeito, ao considerarem que um governo que mente, esbanja o erário publico e não cumpre nenhuma das funções básicas do contrato de governação estabelecido, sofre!
Isto é uma afirmação afrontosa e que fere a sensibilidade de qualquer cidadão.
E dizem isto quando vemos os responsáveis políticos a comprarem novas viaturas, aumentarem as despesas de representação, admitirem mais assessores e acima de tudo vermos as chamadas derrapagens financeiras provenientes do aumento significativo dos valores contratualizados para as obras publicas, que evidenciam corrupção ou incúria.
Daí resulta, isso sim, mais sofrimento para o Povo.
Será possível internarem Almeida Santos ?
Vejamos agora o caso oposto.
Centro de Investigação Champalimaud.
Um projecto, um orçamento, uma realização.
Acordado o valor e assumido o prazo, a obra realizou-se.
Sem derrapagens, concluída em tempo e evidenciando um projecto cujas caracteristicas globais se afiguram de grande abrangência e superior interesse para o País.
Isto demonstra duas coisas.
Primeira, que é possível realizar grandes projectos, cumprindo prazos e mantendo custos se á frente dos mesmos estiverem pessoas capazes e responsáveis. Leonor Beleza demonstrou isso e envergonhou todos os políticos que têm passado pelo governo deste País.
Segundo, que temos que mudar o paradigma da função política.
As consequências gravosas que estamos a sentir, são resultantes da governação feita por gente incompetente e desresponsabilizada nas decisões que toma.
Se de facto sofressem as consequências, como seria aconselhável, este País seria outro.
Assim só sairemos da crise quando for possível pedir contas a quem nos governa.
Até lá, ainda iremos continuar a ouvir mais alguns almeidas.
Só que este País precisa é de uma grande varridela.
posto por Carlos Luis
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Esta vergonha que nos deixam
Assembleia da Republica. 30.9.10
As propostas para o orçamento de 2011 já eram conhecidas.
Um primeiro ministro e um governo sentados de frente.
Deputados sentados de frente, alguns, outros ligeiramente virados de lado.
Atrás, um País de cócoras e atarantado. A verdade é que a maior parte não percebe, não sabe o que se passa e ainda não percebeu que para lá daquilo que agora lhe é retirado, a conta de pagamentos futuros vai aumentando a cada dia que passa. Embora desconfie que as coisas não estão muito bem, sempre tem esperança que "eles" resolvam da melhor forma possível.
As falas usadas são as do costume.
Alguma truculência verbal faz parte da encenação. Ao fim e ao cabo são 2 ou 3 horas de divertimento, que não têm consequências, nem resolvem os problemas do País.
Esta Assembleia da Republica é uma INUTILIDADE, em todos os sentidos.
Os intervenientes são os habituais e o resultado é o esperado e quase sempre se conhece com antecedência.
Mas para lá disso, começo a sentir uma irritação crescente quando tenho que ver e ouvir um tal Francisco Assis, agora de barba. Confesso que isso me incomoda, pois há 40 anos que sou utilizador e custa-me aceitar que esta personagem agora também tenha enveredado por esse caminho.
Sejamos francos. A cara do Francisco Assis apenas está vocacionada para levar uma boas "bolachadas", como por acaso hoje de manhã lhe foi sugerido no HSM.
Desculpem a insistência, mas o tipo irrita-me mesmo com o indesculpável tom servil que agora usa para agradar ao chefe.
E é tanto mais estranho este servilismo, quando sabemos que o mesmo chefe era sócio da senhora de Felgueiras, cujos apaniguados lhe deram na altura um pequeno "tratamento".
Mas isso já passou e se voltar a acontecer o "nosso amigo" preveniu-se e tem agora uma bela cara almofadada . Venha a "porrada" que vier sempre doí menos.
É que ele sabe que há já muito tempo que "anda a pedi-las".
Assim disfarçado, podemos dizer que j.sócrates tem agora ao serviço, dois Silvas Pereira. A barba camuflou algum discernimento que em tempos teve e colocou-o ao mesmo nível. Baixo. Muito baixo como é evidente.
Bom, isto vinha tudo a propósito do pedido feito pelo ministro das finanças, no sentido de o ajudarmos a descobrir onde cortar na despesa.
Afinal está debaixo dos olhos. Encerrem a A.R. e poupamos quase 200 milhões.
Isto seria mau para a "nossa democracia" ?
Bem, vamos lá. Não é preciso encerrar de todo.
Podemos fazer ali um Centro Comercial ou mesmo uma Casa de Espectáculos que sempre daria alguma receita e o "monumento" continuaria disponível para se explicar ás futuras gerações que por ali passaram "homens" como socrates, assis, s.pereira, d.loureiro e outros, que foram os responsáveis pelas dificuldades que eles na altura deverão estar a passar.
A história não vai ser muito diferente.
* certas palavras são intencionalmente escritas com letra pequena e sem acento. Assim não se confundem com gente séria que teve os mesmos nomes.
posto por Carlos Luís
As propostas para o orçamento de 2011 já eram conhecidas.
Um primeiro ministro e um governo sentados de frente.
Deputados sentados de frente, alguns, outros ligeiramente virados de lado.
Atrás, um País de cócoras e atarantado. A verdade é que a maior parte não percebe, não sabe o que se passa e ainda não percebeu que para lá daquilo que agora lhe é retirado, a conta de pagamentos futuros vai aumentando a cada dia que passa. Embora desconfie que as coisas não estão muito bem, sempre tem esperança que "eles" resolvam da melhor forma possível.
As falas usadas são as do costume.
Alguma truculência verbal faz parte da encenação. Ao fim e ao cabo são 2 ou 3 horas de divertimento, que não têm consequências, nem resolvem os problemas do País.
Esta Assembleia da Republica é uma INUTILIDADE, em todos os sentidos.
Os intervenientes são os habituais e o resultado é o esperado e quase sempre se conhece com antecedência.
Mas para lá disso, começo a sentir uma irritação crescente quando tenho que ver e ouvir um tal Francisco Assis, agora de barba. Confesso que isso me incomoda, pois há 40 anos que sou utilizador e custa-me aceitar que esta personagem agora também tenha enveredado por esse caminho.
Sejamos francos. A cara do Francisco Assis apenas está vocacionada para levar uma boas "bolachadas", como por acaso hoje de manhã lhe foi sugerido no HSM.
Desculpem a insistência, mas o tipo irrita-me mesmo com o indesculpável tom servil que agora usa para agradar ao chefe.
E é tanto mais estranho este servilismo, quando sabemos que o mesmo chefe era sócio da senhora de Felgueiras, cujos apaniguados lhe deram na altura um pequeno "tratamento".
Mas isso já passou e se voltar a acontecer o "nosso amigo" preveniu-se e tem agora uma bela cara almofadada . Venha a "porrada" que vier sempre doí menos.
É que ele sabe que há já muito tempo que "anda a pedi-las".
Assim disfarçado, podemos dizer que j.sócrates tem agora ao serviço, dois Silvas Pereira. A barba camuflou algum discernimento que em tempos teve e colocou-o ao mesmo nível. Baixo. Muito baixo como é evidente.
Bom, isto vinha tudo a propósito do pedido feito pelo ministro das finanças, no sentido de o ajudarmos a descobrir onde cortar na despesa.
Afinal está debaixo dos olhos. Encerrem a A.R. e poupamos quase 200 milhões.
Isto seria mau para a "nossa democracia" ?
Bem, vamos lá. Não é preciso encerrar de todo.
Podemos fazer ali um Centro Comercial ou mesmo uma Casa de Espectáculos que sempre daria alguma receita e o "monumento" continuaria disponível para se explicar ás futuras gerações que por ali passaram "homens" como socrates, assis, s.pereira, d.loureiro e outros, que foram os responsáveis pelas dificuldades que eles na altura deverão estar a passar.
A história não vai ser muito diferente.
* certas palavras são intencionalmente escritas com letra pequena e sem acento. Assim não se confundem com gente séria que teve os mesmos nomes.
posto por Carlos Luís
terça-feira, 28 de setembro de 2010
É necessário usarmos as nossas armas
Compete a todos aqueles que pautam a vida por princípios e valores, assumirem que é sua obrigação tornarem-se activos nesta luta pela dignidade da acção governativa e por uma nova estrutura politica.
Nesta batalha, gostaria de recomendar a visita, quase obrigatória, às seguintes fontes de informação. José Maria Martins, Palavrossaurus Rex, Classe Politica, António Maria. Depois de lerem alguns dos post publicados, entender-se-á a razão deste aconselhamento.
Neste País que permite e aceita que a classe politica use a mentira, falsifique informações, delapide o património e gira a coisa publica sem a mínima noção de responsabilidade, continua a haver quem lute através das ideias e da escrita no pressuposto que algo terá que acontecer.
Este esforço continuado a que nos obriga a nossa consciência e a nossa forma de estar na vida, exige que o mais rapidamente possível sejamos capazes de uma qualquer aglutinação em torno de um objectivo comum que nos possibilite uma intervenção mais profunda e eficaz sobre a situação existente.
Esse objectivo poderá ser um projecto de intervenção com uma metodologia de luta definida, com vista a provocar o interesse dos Media.
Julgamos serem consensuais os seguintes aspectos:
1º A classe politica perdeu as referências deontológicas e doutrinais que sustentam as principais ideologias, embora estas continuem a servir de pano de fundo e embuste da acção governativa.
2º O Sistema instalado não permite qualquer possibilidade de responsabilização dos agentes políticos, sejam quais forem os actos gravosos cometidos. Façam o que fizerem acabam sempre por usufruir de total impunidade.
3º A ineficácia da governação, reside na ganância, incompetência generalizada e total ausência de princípios éticos da maioria dos governantes.
4º A representatividade existente é "artificiosamente legal" face ás leis que eles mesmo criaram.
É no entanto ilegítima pois não representa a vontade da maioria da população, tal como o governo em exercício, que apenas representa 15% do total de Portugueses.
5º A sociedade em pretensa "construção" desde há 35 anos, após sair de um golpe de estado que se justificou por trazer ao Povo a liberdade de escolha e uma sociedade mais justa e equitativa, soçobrou.
A que agora existe é uma outra mais desigual e incapacitante dos direitos que nos deveriam assistir e que de forma ardilosa nos foram sendo cerceados.
6º O País está agora nas mãos de meia dúzia de mafiosos politico-financeiros. O Sistema ardilosamente montado e assente em benesses distribuídas, controla e alimenta as principais forças vivas ligadas ao aparelho de Estado e conta com a ausência dos incapazes por incapacidade, assim como dos capazes, que ao pouco fazerem para tentar alterar este estado de coisas, também acabam por se revelar incapazes.
7º O País não tem solução com este quadro politico instalado e as medidas anunciadas e previstas nada mais farão que empurrar a crise para a frente e provocar um acentuado declínio na qualidade de vida de muitos extractos populacionais.
Então o que fazemos ? Deixamo-nos ir e continuamos á espera que apareça alguém ?
Nós, você, os seus amigos e todos aqueles que aos poucos vamos conhecendo não somos capazes de fazer alguma coisa ?
Caros amigos.
Temos toda a legitimidade para nos revoltarmos.
A gestão danosa destes "governantes" e o comprometimento das futuras gerações, impõe-nos uma atitude.
Não temos que recear o poder desta gente, porque temos a razão do nosso lado.
Compete-nos a nós colaborar na abertura de um caminho para uma sociedade mais justa e com um Sistema Politico que respeite a vontade da maioria dos cidadãos. Trata-se tão só de gerar equilíbrios através de medidas e politicas vocacionadas ás caracteristicas e necessidades do País e ao contexto global em que estamos inseridos. O Povo exige e precisa de perceber o alcance, a justiça e a adequação das decisões que urge tomar. Se assim for aceitará os ajustes necessários ao sentir que as soluções são correctas e equitativas.
Será assim possível chegarmos a uma sociedade em que as ideias possam fluir, a justiça funcione de forma rápida e eficaz, e a acção politica se exerça por escolha maioritária dos cidadãos e se responsabilize perante eles. Para isso o voto que serve para ELEGER também terá de servir para DEMITIR. Não é preciso mais nada. Em poucos anos o País será outro.
Por agora e tal como as coisas estão, temos que sentir que não é admissível vivermos num País que permite a permanência no cargo de 1º ministro de alguém que não tem palavra, não cumpre as promessas ou programas que apresenta e que diariamente nos vai aumentando as responsabilidades perante terceiros sem que o possamos impedir ou julgar. Isto não deveremos tolerar por mais tempo.
Então o que é que poderemos fazer ?
Sobre isso temos ideias e já fizemos alguns esforços mas não nos parece adequado estar aqui a expor.
Pensamos que deverá ser resultante de um debate alargado entre todos aqueles que seja possível reunir numa data e local a determinar.
Para isso será necessário sabermos se existem pessoas dispostas a colaborarem para esse objectivo.
Se houver, contam de imediato connosco.
posto por Carlos Luis
Nesta batalha, gostaria de recomendar a visita, quase obrigatória, às seguintes fontes de informação. José Maria Martins, Palavrossaurus Rex, Classe Politica, António Maria. Depois de lerem alguns dos post publicados, entender-se-á a razão deste aconselhamento.
Neste País que permite e aceita que a classe politica use a mentira, falsifique informações, delapide o património e gira a coisa publica sem a mínima noção de responsabilidade, continua a haver quem lute através das ideias e da escrita no pressuposto que algo terá que acontecer.
Este esforço continuado a que nos obriga a nossa consciência e a nossa forma de estar na vida, exige que o mais rapidamente possível sejamos capazes de uma qualquer aglutinação em torno de um objectivo comum que nos possibilite uma intervenção mais profunda e eficaz sobre a situação existente.
Esse objectivo poderá ser um projecto de intervenção com uma metodologia de luta definida, com vista a provocar o interesse dos Media.
Julgamos serem consensuais os seguintes aspectos:
1º A classe politica perdeu as referências deontológicas e doutrinais que sustentam as principais ideologias, embora estas continuem a servir de pano de fundo e embuste da acção governativa.
2º O Sistema instalado não permite qualquer possibilidade de responsabilização dos agentes políticos, sejam quais forem os actos gravosos cometidos. Façam o que fizerem acabam sempre por usufruir de total impunidade.
3º A ineficácia da governação, reside na ganância, incompetência generalizada e total ausência de princípios éticos da maioria dos governantes.
4º A representatividade existente é "artificiosamente legal" face ás leis que eles mesmo criaram.
É no entanto ilegítima pois não representa a vontade da maioria da população, tal como o governo em exercício, que apenas representa 15% do total de Portugueses.
5º A sociedade em pretensa "construção" desde há 35 anos, após sair de um golpe de estado que se justificou por trazer ao Povo a liberdade de escolha e uma sociedade mais justa e equitativa, soçobrou.
A que agora existe é uma outra mais desigual e incapacitante dos direitos que nos deveriam assistir e que de forma ardilosa nos foram sendo cerceados.
6º O País está agora nas mãos de meia dúzia de mafiosos politico-financeiros. O Sistema ardilosamente montado e assente em benesses distribuídas, controla e alimenta as principais forças vivas ligadas ao aparelho de Estado e conta com a ausência dos incapazes por incapacidade, assim como dos capazes, que ao pouco fazerem para tentar alterar este estado de coisas, também acabam por se revelar incapazes.
7º O País não tem solução com este quadro politico instalado e as medidas anunciadas e previstas nada mais farão que empurrar a crise para a frente e provocar um acentuado declínio na qualidade de vida de muitos extractos populacionais.
Então o que fazemos ? Deixamo-nos ir e continuamos á espera que apareça alguém ?
Nós, você, os seus amigos e todos aqueles que aos poucos vamos conhecendo não somos capazes de fazer alguma coisa ?
Caros amigos.
Temos toda a legitimidade para nos revoltarmos.
A gestão danosa destes "governantes" e o comprometimento das futuras gerações, impõe-nos uma atitude.
Não temos que recear o poder desta gente, porque temos a razão do nosso lado.
Compete-nos a nós colaborar na abertura de um caminho para uma sociedade mais justa e com um Sistema Politico que respeite a vontade da maioria dos cidadãos. Trata-se tão só de gerar equilíbrios através de medidas e politicas vocacionadas ás caracteristicas e necessidades do País e ao contexto global em que estamos inseridos. O Povo exige e precisa de perceber o alcance, a justiça e a adequação das decisões que urge tomar. Se assim for aceitará os ajustes necessários ao sentir que as soluções são correctas e equitativas.
Será assim possível chegarmos a uma sociedade em que as ideias possam fluir, a justiça funcione de forma rápida e eficaz, e a acção politica se exerça por escolha maioritária dos cidadãos e se responsabilize perante eles. Para isso o voto que serve para ELEGER também terá de servir para DEMITIR. Não é preciso mais nada. Em poucos anos o País será outro.
Por agora e tal como as coisas estão, temos que sentir que não é admissível vivermos num País que permite a permanência no cargo de 1º ministro de alguém que não tem palavra, não cumpre as promessas ou programas que apresenta e que diariamente nos vai aumentando as responsabilidades perante terceiros sem que o possamos impedir ou julgar. Isto não deveremos tolerar por mais tempo.
Então o que é que poderemos fazer ?
Sobre isso temos ideias e já fizemos alguns esforços mas não nos parece adequado estar aqui a expor.
Pensamos que deverá ser resultante de um debate alargado entre todos aqueles que seja possível reunir numa data e local a determinar.
Para isso será necessário sabermos se existem pessoas dispostas a colaborarem para esse objectivo.
Se houver, contam de imediato connosco.
posto por Carlos Luis
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