Num momento em que o Governo faz cortes brutais nos salários, nas pensões, nos benefícios sociais, o PS aprovou EXCEPÇÕES para os amigos, nas empresas públicas, nos CTT, na CGDepósitos.
Enquanto os desgraçados que vivem com fome sofrem os cortes, o PS fez uma finta de corpo e abriu a via para que os funcionários da CGD, dos CTT, de empresas públicas possam ser beneficiados, SEM CORTES NOS SALÁRIOS!
Uma vergonha!
Uma desigualdade de tratamento inadmissivel, intolerável.
Vergonhosa conduta dos "socialistas" que agem como se fossem os mais retrogrados dos seres humanos.
Nem Salazar teria tido essa conduta.
A conduta do PS é uma afronta para os portugueses, uma benesse inacreditável e inadmissivel.
O Povo vai revoltar-se em breve.
A falta de vergonha e de ética é tão gritante que só um Povo de anjinhos pode aceitar isto asem reagir de forma adequada.
Que venha o FMI rápido e em força e que seja nomeado um Governo pela União Europeia que este está gasto, roto, não tem crédito, não é socialista, é um tirano.
O Governo e José Sócrates portam-se como tiranos incompetentes, como gente sem referências éticas , o rebotalho da União Europeia.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
A incompetência de José Sócrates destruiu Portugal
Portugal bateu no fundo, depois de quase 9 séculos de existência.
Depois do 25 de Abril Mário Soares e o seu PS delinearam um modelo de organização política, económica e social que não deu certo.
Hoje Portugal é um País pobre, onde as desigualdades sociais se acentuaram.
Creio mesmo que se o Governo do Estado Novo tivesse continuado até hoje Portugal não estaria tão mal.
Longe de mim defender ditaduras, porque a liberdade é a democracia são sagradas.
Mas a verdade é que o PS deixou que Portugal ficasse sempre nas faldas da miséria.
As razões são de vária ordem.
Em primeiro lugar toda a numenclatura que vivia na sombra do Estado se manteve no Poder.
Os individuos que assumiram o Poder no pós 25 de Abril não tinha estatura democrática, nem competência para levar Portugal para o desenvolvimento, para o progresso.
Mário Soares era o homem da CIA, sem experiência alguma de governação e rodeou-se de um conjunto de individuos que fazendo o que os EUA queriam não tiveram a capacidade para alavancar Portugal para patamares de excelência.
O PS e Mário Soares ficaram nas mãos do estrangeiro quanto às grandes questões políticas, e nas mãos dos que já dominavam Portugal antes da Revoluçao, retomando o Poder para beneficio próprio.
O Serviço Nacional de Saúde foi ,talvez, a melhor realização, mas já vinha do Estado Novo, com a criaçao das Casas do Povo.
Antes do 25 de Abril havia assistência médica gratuita para todos.Ninguém derixava de ser tratado por não ter dinheiro.
Depois, o PS e Mário Soares não tinham meio de não garantir cuidados de saúde para todos, numa Europa social onde o Direito à Saúde era uma realidade a que todos os Estados estavam vinculados.
Nada de novo, portanto.
Nos outros domínios, o PS avançou na adesão à União Europeia - Salazar já tinha avançado antes - mas em vez de colher ensinamentos a nível de planeamento, gestão da economia, produção agrícola e industrial, os governos do PS deitaram-se no colo de Espanha e Portugal passou a ser um "dolce fare niente", com gente a viver dos subsidios, a não produzir e a hipotecar Portugal e o seu futuro.
Passamos a ter a nossa economia nas mãos dos espanhóis.E os centros de decisão política. É em Madrid que se dirige Portugal!
Portugal passou a ser uma espécie de economia socialista, onde o Estado é o grande empregador e o grande distribuidor dos subsidios para os que nada produzem.
Com José Sócrates as coisas continuaram mal e agravaram-se.
As empresas públicas, os institutos públicos, as empresas municipais, inter-municipais, os pareceres, os gabinetes de amigos advogados/engenheiros/arquitectos/economistas foram sangrando o Tesouro Público, sem que se produzisse o necessário para o crescimento económico necessário.
Aliado a tudo isto temos o fraco nível do ensino, a falta de competividade da educação e da ciência que contribuiu para o descalabro.
Hoje Portugal é um mero país pobre na União Europeia.
Sócrates está a encher Portugal de ventoinhas eólicas quando todo o Mundo está a apostar na energia nuclear!
Um grande negócio esse das ventoinhas eólicas , mas que não é passa - numa economia que se queria competitiva - de meros moinhos de papel que as crinaças usavam para brincar.
Portugal não pode continuar a gastar mais do que produz, mas essa é a infeliz realidade.
Temos de mudar de políticas , temos de mudar de políticos, temos de mudar de modelo económico, político, social.
Afastar o PS e José Sócrates do Poder é o primeiro passo, que deve ser dado de imediato.
Os portugueses têm de ser mais exigentes, mais trabalhadores, tem de haver menos funcionários públicos, melhor Justiça, mais massa critica e menos vígaros e corruptos a comer do Estado.
Depois do 25 de Abril Mário Soares e o seu PS delinearam um modelo de organização política, económica e social que não deu certo.
Hoje Portugal é um País pobre, onde as desigualdades sociais se acentuaram.
Creio mesmo que se o Governo do Estado Novo tivesse continuado até hoje Portugal não estaria tão mal.
Longe de mim defender ditaduras, porque a liberdade é a democracia são sagradas.
Mas a verdade é que o PS deixou que Portugal ficasse sempre nas faldas da miséria.
As razões são de vária ordem.
Em primeiro lugar toda a numenclatura que vivia na sombra do Estado se manteve no Poder.
Os individuos que assumiram o Poder no pós 25 de Abril não tinha estatura democrática, nem competência para levar Portugal para o desenvolvimento, para o progresso.
Mário Soares era o homem da CIA, sem experiência alguma de governação e rodeou-se de um conjunto de individuos que fazendo o que os EUA queriam não tiveram a capacidade para alavancar Portugal para patamares de excelência.
O PS e Mário Soares ficaram nas mãos do estrangeiro quanto às grandes questões políticas, e nas mãos dos que já dominavam Portugal antes da Revoluçao, retomando o Poder para beneficio próprio.
O Serviço Nacional de Saúde foi ,talvez, a melhor realização, mas já vinha do Estado Novo, com a criaçao das Casas do Povo.
Antes do 25 de Abril havia assistência médica gratuita para todos.Ninguém derixava de ser tratado por não ter dinheiro.
Depois, o PS e Mário Soares não tinham meio de não garantir cuidados de saúde para todos, numa Europa social onde o Direito à Saúde era uma realidade a que todos os Estados estavam vinculados.
Nada de novo, portanto.
Nos outros domínios, o PS avançou na adesão à União Europeia - Salazar já tinha avançado antes - mas em vez de colher ensinamentos a nível de planeamento, gestão da economia, produção agrícola e industrial, os governos do PS deitaram-se no colo de Espanha e Portugal passou a ser um "dolce fare niente", com gente a viver dos subsidios, a não produzir e a hipotecar Portugal e o seu futuro.
Passamos a ter a nossa economia nas mãos dos espanhóis.E os centros de decisão política. É em Madrid que se dirige Portugal!
Portugal passou a ser uma espécie de economia socialista, onde o Estado é o grande empregador e o grande distribuidor dos subsidios para os que nada produzem.
Com José Sócrates as coisas continuaram mal e agravaram-se.
As empresas públicas, os institutos públicos, as empresas municipais, inter-municipais, os pareceres, os gabinetes de amigos advogados/engenheiros/arquitectos/economistas foram sangrando o Tesouro Público, sem que se produzisse o necessário para o crescimento económico necessário.
Aliado a tudo isto temos o fraco nível do ensino, a falta de competividade da educação e da ciência que contribuiu para o descalabro.
Hoje Portugal é um mero país pobre na União Europeia.
Sócrates está a encher Portugal de ventoinhas eólicas quando todo o Mundo está a apostar na energia nuclear!
Um grande negócio esse das ventoinhas eólicas , mas que não é passa - numa economia que se queria competitiva - de meros moinhos de papel que as crinaças usavam para brincar.
Portugal não pode continuar a gastar mais do que produz, mas essa é a infeliz realidade.
Temos de mudar de políticas , temos de mudar de políticos, temos de mudar de modelo económico, político, social.
Afastar o PS e José Sócrates do Poder é o primeiro passo, que deve ser dado de imediato.
Os portugueses têm de ser mais exigentes, mais trabalhadores, tem de haver menos funcionários públicos, melhor Justiça, mais massa critica e menos vígaros e corruptos a comer do Estado.
domingo, 14 de novembro de 2010
Paragem forçada
Caros amigos
Por razões inesperadas e diversas, estamos numa suspensão temporária deste blogue.
Uma, devido a problemas de saúde que implicaram já duas intervenções cirúrgicas e que aconselham a uma pausa durante alguns meses.
Outra, porque o nosso amigo Pedro Duarte teve de optar por uma situação profissional que o impede de continuar a dar a sua colaboração nos moldes que o fez ao longo de quase dois anos e que muito contribuíram para algumas das realizações levadas a efeito por esta Associação.
Embora forçada e temporariamente ausentes, continuamos determinados nesse combate maior que é o de trazer a Dignidade á política e exigir responsabilidades a quem conduziu o País para a situação calamitosa, que a passos largos lá iremos chegar.
Leia-se o texto que nos enviaram:
Afinal já se vai sabendo por onde anda e para aonde vai o nosso
dinheiro. Reavê-lo é que ainda não sabemos como, mas não devemos parar
até o conseguir.
Veja-se ao ponto a que se chegou!
Por cada reunião do conselho de administração das cotadas do PSI-20, os administradores não executivos - ou seja, sem funções de gestão - receberam 7427 euros. Segundo contas feitas pelo DN, tendo em conta os responsáveis que ocupam mais cargos deste tipo, esta foi a média de salário obtido em 2009. Daniel Proença de Carvalho, António Nogueira Leite, José Pedro Aguiar-Branco, António Lobo Xavier e João Vieira Castro são os "campeões" deste tipo de funções nas cotadas, sendo que o salário varia conforme as empresas em que trabalham.
Proença de Carvalho é o responsável com mais cargos entre os administradores não executivos das companhias do PSI-20, e também o mais bem pago. O advogado é presidente do conselho de administração da Zon, é membro da comissão de remunerações do BES, vice-presidente da
mesa da assembleia geral da CGD e presidente da mesa na Galp Energia.
E estes são apenas os cargos em empresas cotadas, já que Proença de Carvalho desempenha funções semelhantes em mais de 30 empresas.
Considerando apenas estas quatro empresas (já que só é possível saber a remuneração em empresas cotadas em bolsa), o advogado recebeu 252 mil euros. Tendo em conta que esteve presente em 16 reuniões, Proença de Carvalho recebeu, em média e em 2009, 15,8 mil euros por reunião.
O segundo mais bem pago por reunião é João Vieira Castro (na infografia, a ordem é pelo total de salário). O advogado recebeu, em 2009, 45 mil euros por apenas quatro reuniões, já que é presidente da mesa da assembleia geral do BPI, da Jerónimo Martins, da Sonaecom e da Sonae Indústria. Segue-se António Nogueira Leite, que é administrador não executivo na Brisa, EDP Renováveis e Reditus, entre outros cargos.
O economista recebeu 193 mil euros, estando presente em 36 encontros destas companhias. O que corresponde a mais de 5300 euros por reunião.
O ex-vice presidente do PSD José Pedro Aguiar-Branco é outro dos "campeões" dos cargos nas cotadas nacionais. O advogado é presidente da mesa da Semapa (que não divulga o salário do advogado), da Portucel e da Impresa, entre vários outros cargos. Por duas AG em 2009,
Aguiar-Branco recebeu 8080 euros, ou seja, 4040 por reunião.
Administrador não executivo da Sonaecom, da Mota-Engil e do BPI, António Lobo Xavier auferiu 83 mil euros no ano passado (não está contemplado o salário na operadora de telecomunicações, já que não consta do relatório da empresa). Tendo estado presente em 22 encontros dos conselhos de administração destas empresas, o advogado ganhou, por reunião, mais de 3700 euros.
Apesar de desempenhar apenas dois cargos como administrador não executivo, o vice-reitor da Universidade Técnica de Lisboa, Vítor Gonçalves, recebeu mais de 200 mil euros no ano passado. Membro do conselho geral de supervisão da EDP e presidente da comissão para as
matérias financeiras da mesma empresa, o responsável é ainda administrador não executivo da Zon, tendo um rácio de quase 5700 euros por reunião. dn.pt, 16 Abril
Nota: não haverá por acaso qualquer ligação entre isto, o "déficit", e a situação de total descalabro do país? Se estes senhores são tão bons para ganharem tanto dinheiro só para assistirem a reuniões e manifestarem as suas opiniões, como pode o país destes senhores
encontrar-se no estado em que se encontra? Qual é o real valor, a credibilidade e o reconhecimento internacional destes senhores tão bem pagos e que andam há tantos anos "por aí" na vida política e empresarial portuguesa? (estas "dúvidas" estendem-se aos administradores executivos que sempre farão um pouco mais que assistir a reuniões e mandar "palpites"... e por isso sempre ganharão um pouco mais)
É urgente varrer este País.
posto por Carlos Luis
Por razões inesperadas e diversas, estamos numa suspensão temporária deste blogue.
Uma, devido a problemas de saúde que implicaram já duas intervenções cirúrgicas e que aconselham a uma pausa durante alguns meses.
Outra, porque o nosso amigo Pedro Duarte teve de optar por uma situação profissional que o impede de continuar a dar a sua colaboração nos moldes que o fez ao longo de quase dois anos e que muito contribuíram para algumas das realizações levadas a efeito por esta Associação.
Embora forçada e temporariamente ausentes, continuamos determinados nesse combate maior que é o de trazer a Dignidade á política e exigir responsabilidades a quem conduziu o País para a situação calamitosa, que a passos largos lá iremos chegar.
Leia-se o texto que nos enviaram:
Afinal já se vai sabendo por onde anda e para aonde vai o nosso
dinheiro. Reavê-lo é que ainda não sabemos como, mas não devemos parar
até o conseguir.
Veja-se ao ponto a que se chegou!
Por cada reunião do conselho de administração das cotadas do PSI-20, os administradores não executivos - ou seja, sem funções de gestão - receberam 7427 euros. Segundo contas feitas pelo DN, tendo em conta os responsáveis que ocupam mais cargos deste tipo, esta foi a média de salário obtido em 2009. Daniel Proença de Carvalho, António Nogueira Leite, José Pedro Aguiar-Branco, António Lobo Xavier e João Vieira Castro são os "campeões" deste tipo de funções nas cotadas, sendo que o salário varia conforme as empresas em que trabalham.
Proença de Carvalho é o responsável com mais cargos entre os administradores não executivos das companhias do PSI-20, e também o mais bem pago. O advogado é presidente do conselho de administração da Zon, é membro da comissão de remunerações do BES, vice-presidente da
mesa da assembleia geral da CGD e presidente da mesa na Galp Energia.
E estes são apenas os cargos em empresas cotadas, já que Proença de Carvalho desempenha funções semelhantes em mais de 30 empresas.
Considerando apenas estas quatro empresas (já que só é possível saber a remuneração em empresas cotadas em bolsa), o advogado recebeu 252 mil euros. Tendo em conta que esteve presente em 16 reuniões, Proença de Carvalho recebeu, em média e em 2009, 15,8 mil euros por reunião.
O segundo mais bem pago por reunião é João Vieira Castro (na infografia, a ordem é pelo total de salário). O advogado recebeu, em 2009, 45 mil euros por apenas quatro reuniões, já que é presidente da mesa da assembleia geral do BPI, da Jerónimo Martins, da Sonaecom e da Sonae Indústria. Segue-se António Nogueira Leite, que é administrador não executivo na Brisa, EDP Renováveis e Reditus, entre outros cargos.
O economista recebeu 193 mil euros, estando presente em 36 encontros destas companhias. O que corresponde a mais de 5300 euros por reunião.
O ex-vice presidente do PSD José Pedro Aguiar-Branco é outro dos "campeões" dos cargos nas cotadas nacionais. O advogado é presidente da mesa da Semapa (que não divulga o salário do advogado), da Portucel e da Impresa, entre vários outros cargos. Por duas AG em 2009,
Aguiar-Branco recebeu 8080 euros, ou seja, 4040 por reunião.
Administrador não executivo da Sonaecom, da Mota-Engil e do BPI, António Lobo Xavier auferiu 83 mil euros no ano passado (não está contemplado o salário na operadora de telecomunicações, já que não consta do relatório da empresa). Tendo estado presente em 22 encontros dos conselhos de administração destas empresas, o advogado ganhou, por reunião, mais de 3700 euros.
Apesar de desempenhar apenas dois cargos como administrador não executivo, o vice-reitor da Universidade Técnica de Lisboa, Vítor Gonçalves, recebeu mais de 200 mil euros no ano passado. Membro do conselho geral de supervisão da EDP e presidente da comissão para as
matérias financeiras da mesma empresa, o responsável é ainda administrador não executivo da Zon, tendo um rácio de quase 5700 euros por reunião. dn.pt, 16 Abril
Nota: não haverá por acaso qualquer ligação entre isto, o "déficit", e a situação de total descalabro do país? Se estes senhores são tão bons para ganharem tanto dinheiro só para assistirem a reuniões e manifestarem as suas opiniões, como pode o país destes senhores
encontrar-se no estado em que se encontra? Qual é o real valor, a credibilidade e o reconhecimento internacional destes senhores tão bem pagos e que andam há tantos anos "por aí" na vida política e empresarial portuguesa? (estas "dúvidas" estendem-se aos administradores executivos que sempre farão um pouco mais que assistir a reuniões e mandar "palpites"... e por isso sempre ganharão um pouco mais)
É urgente varrer este País.
posto por Carlos Luis
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Suécia, Estado sem mordomias, sem luxos, sem corrupção
Na zona ainda civilizada da Europa, o Norte, existe um país que vai seguindo o seu caminho tranquilamente sem se preocupar com crises económicas mundiais ou crises políticas: a Suécia. Um país que evolui para um grau civilizacional elevado graças à aplicação de medidas lógicas e racionais na gestão do Estado. Aqui não há mordomias ou corrupções de milhões associadas aos políticos do Governo. O vídeo fala por si: http://www.youtube.com/watch?v=0n3fQDAfJmM .
posto por Pedro Duarte
domingo, 24 de outubro de 2010
Casas de Alterne à portuguesa
São muitas as casas de alterne em Portugal. São aliás cada vez mais. E não me refiro àquelas que servem uma pequena máfia siciliana apanhada em flagrante delito no Bombarral a lavar dinheiro da droga, armas e prostituição. Esssas casas de alterne apenas servem para encher os noticiários, desenhados para entreter e distraír os basbaques, o povo adormecido português, e os sidicatos, e também uma certa esquerda que ainda espera do Governo PS um milagre de N.ª Sra, talvez da N.ª Sra, a Rainha de Inglaterra.
Refiro-me às casas de alterne que permitem que incompetentes, corruptos e grupos organizados de ladrões cresçam enquanto criminosos e se potenciem como mafiosos, gente fria e controlada, com gravata e bem vestidos, mentirosos compulsivos mas com postura social, tudo em prole das organizações secretas para quem trabalham. E são muitas as casas de alterne que permitem que essa gente se prostitua sem se prostituir, que se venda sem se vender. É que o sistema já está todo assim, podre e corrupto, por isso ser diferente, ser sério e competente, isso sim é muito mal visto até aos olhos do povo, agora cego e enebriado com tanto caos social e jurídico.
É o dinheiro que manda. São aos milhões. É o dinheiro que todos compra e confunde. Tal como na Itália da Máfia dos anos 70 e 80. Mas agora, uma notícia sobre máfia siciliana a operar no nosso próprio país já não é notícia, a não ser para os basbaques. É que os nosso ladrões estão todos na política. É lá que tudo se passa. Lá e nas empresas associadas a cada partido político, nascidas e geradas por aconselhamento interno de militância. São essas as primeiras casas de alterne da hierarquia. Depois seguem-se Juntas de Freguesia, Câmaras Municipais, Juntas Metropolitanas, Assembleias, Conselhos de Ministros, Presidências, Institutos. Tudo instituições públicas. Pagas com os contributos de cada família. Sendo hoje "público", um sinónimo de "alterne".
Depois como se não bastasse as próprias instituições públicas serem os locais de alterne, também os seus " funcionários", "humildes servidores" do Estado Português, ainda criaram um sistema rotativo - lá está - de "alternância política". Se o Governo é PSD, o Presidente é PS. Se o Presidente é PSD, o Governo tem de ser necessariamente PS. Esta é a regra de alternância, que na realidade é de alterne.
Quando Francisco Sá Carneiro pediu governos de maiorias, mataram-no. Porque foi aí que nasceu a peregrina ideia de que para haver estabilidade tinha de haver maiorias. Agora as maiorias transformaram todo o serviço público numa gigantesca máquina de alterne e de alternes. Provam-no factos desta natureza, tal como nos diz e muito bem o Dr. José Maria Martins no seu blogue, «o célebre artigo de Cavaco Silva, publicado no "Expresso" sobre a "Lei de Gresham", para atacar Santana Lopes e o PSD, deu frutos. Cavaco Silva conseguiu o que queria: derrubar o Governo PSD. Para depois se candidatar a Presidente da República. Tudo foi intencional. Cavaco Silva conhecia a teoria de não deverem ser postos todos os "ovos no mesmo cesto", ou seja, que o Presidente não deve ser da mesma linha politica que o Governo».
Afinal de contas, acusar as "meninas brasileiras" de serem políticas não me parece justo, numa sociedade onde tudo está trocado. Não deviam ser elas a ter a parte mais dolorosa deste trabalho de alterne... No entanto, são elas que continuam a pagar multas e a ser levadas com algemas para os calabouços das esquadras de polícia.
posto por Pedro Duarte
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Caos adiado
Será necessário e urgente sairmos para a rua, pois por vezes do caos nasce a luz.
Hoje e depois de percorrermos em profundidade alguns dos blogues de referência, ressalta um quase unânime diagnóstico:
Este Orçamento não serve nem resolve os problemas do País.
Antes pelo contrário. Agrava-os.
Mesmo que se obtenha um abaixamento no valor percentual do déficit, isso não irá ajudar a resolver os problemas de pagamento da dívida externa nem as parcerias publico / privadas e irá ter como consequência um continuado e progressivo desmantelamento do tecido económico.
Com ou sem recessão.
Também estamos conscientes que a sua não aprovação PODERÁ TER consequências que se poderão reflectir nos circuitos financeiros.
Mas....ninguém pode provar que isso não será melhor para o futuro do País. Será uma turbulência. Certamente. Mas passa.
Com a aprovação do orçamento, se calhar não há turbulência, mas o País perde a oportunidade de iniciar uma nova fase de recuperação que mais rapidamente nos poderia levar para os níveis de desenvolvimento pretendidos.
Acontece assim, que poderemos viver mais um ano ou dois em plena fase descendente e adiamos aquilo que agora seria fundamental. ACABAR COM ESTE SISTEMA POLITICO.
As futuras gerações não poderão contar com mais empréstimos externos.
Tem que haver produção de bens e serviços que garantam a sustentabilidade da economia. NADA DISSO É GARANTIDO PELAS MEDIDAS ANUNCIADAS, que vão na sequência do PEC anterior, cujas consequências são bem visíveis com o aumento do desemprego e a continuada falência de empresas.
Nada irá ser diferente agora. Vamos continuar a assistir ao empobrecimento geral do País.
Nada justifica a espera.
Temos pela frente uma caminhada que se não for rapidamente interrompida, levará a uma morte angustiante e penosa, que seria inteligente evitarmos.
Não é que o sistema não mereça uma morte lenta, mas como no caso quem sofre somos nós, era preferível irmos já para a morte assistida. Sofríamos o que tínhamos a sofrer e era rápido.
Para o ano continuávamos pobres mas certamente com um ar mais determinado na recuperação do País, que gostaríamos pudesse finalmente caminhar para uma sociedade de valores onde a Educação fosse o passo fundamental e a acção politica se desenvolve-se segundo regras representativas dos interesses gerais da população.
Um povo que não se sente traído, colabora de forma determinada para a sua recuperação.
Para isso, o passo fundamental a dar, é a extinção desta classe politica.
Enquanto não caminharmos nesse sentido, que não haja ilusões. Seremos cada vez mais pobres e o País verá alargar-se o fosso relativamente ás Nações mais desenvolvidas.
Temos que ser determinados e activos ! O caos é por vezes amigo do homem.
Veja-se o que se passa em França. Com razões menos sustentadas que as nossas, estão mais uma vez a demonstrar que temos que sair á rua, se quisermos fazer valer as nossas razões.
Isto é cada vez mais uma exigência que se faz a quem sente a ignomínia do sistema instalado.
posto por Carlos Luis
Hoje e depois de percorrermos em profundidade alguns dos blogues de referência, ressalta um quase unânime diagnóstico:
Este Orçamento não serve nem resolve os problemas do País.
Antes pelo contrário. Agrava-os.
Mesmo que se obtenha um abaixamento no valor percentual do déficit, isso não irá ajudar a resolver os problemas de pagamento da dívida externa nem as parcerias publico / privadas e irá ter como consequência um continuado e progressivo desmantelamento do tecido económico.
Com ou sem recessão.
Também estamos conscientes que a sua não aprovação PODERÁ TER consequências que se poderão reflectir nos circuitos financeiros.
Mas....ninguém pode provar que isso não será melhor para o futuro do País. Será uma turbulência. Certamente. Mas passa.
Com a aprovação do orçamento, se calhar não há turbulência, mas o País perde a oportunidade de iniciar uma nova fase de recuperação que mais rapidamente nos poderia levar para os níveis de desenvolvimento pretendidos.
Acontece assim, que poderemos viver mais um ano ou dois em plena fase descendente e adiamos aquilo que agora seria fundamental. ACABAR COM ESTE SISTEMA POLITICO.
As futuras gerações não poderão contar com mais empréstimos externos.
Tem que haver produção de bens e serviços que garantam a sustentabilidade da economia. NADA DISSO É GARANTIDO PELAS MEDIDAS ANUNCIADAS, que vão na sequência do PEC anterior, cujas consequências são bem visíveis com o aumento do desemprego e a continuada falência de empresas.
Nada irá ser diferente agora. Vamos continuar a assistir ao empobrecimento geral do País.
Nada justifica a espera.
Temos pela frente uma caminhada que se não for rapidamente interrompida, levará a uma morte angustiante e penosa, que seria inteligente evitarmos.
Não é que o sistema não mereça uma morte lenta, mas como no caso quem sofre somos nós, era preferível irmos já para a morte assistida. Sofríamos o que tínhamos a sofrer e era rápido.
Para o ano continuávamos pobres mas certamente com um ar mais determinado na recuperação do País, que gostaríamos pudesse finalmente caminhar para uma sociedade de valores onde a Educação fosse o passo fundamental e a acção politica se desenvolve-se segundo regras representativas dos interesses gerais da população.
Um povo que não se sente traído, colabora de forma determinada para a sua recuperação.
Para isso, o passo fundamental a dar, é a extinção desta classe politica.
Enquanto não caminharmos nesse sentido, que não haja ilusões. Seremos cada vez mais pobres e o País verá alargar-se o fosso relativamente ás Nações mais desenvolvidas.
Temos que ser determinados e activos ! O caos é por vezes amigo do homem.
Veja-se o que se passa em França. Com razões menos sustentadas que as nossas, estão mais uma vez a demonstrar que temos que sair á rua, se quisermos fazer valer as nossas razões.
Isto é cada vez mais uma exigência que se faz a quem sente a ignomínia do sistema instalado.
posto por Carlos Luis
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
O exemplo inglês: como um primeiro-ministro gere o Estado
O governo britânico vai eliminar 192, fundir 118 e reestruturar 171 institutos públicos. A reforma anunciada na semana passada, reduz as agências governamentais de 901 para 648. A par da eliminação destes institutos cerca de mil postos de trabalho serão eliminados e muitos outros serão transferidos para outros departamentos, noticiou The Guardian.
Em Portugal isto era impensável. A rede gigantesca de interesses e lobbies entre PS e PSD, cada um dos quais com os seus "boys" com ordenados de luxo em institutos públicos que mais não fazem do que gastar milhões do Orçamento de Estado sem se perceber muito bem para que servem. Enquanto isso, Teixeira dos Santos continua a cortar nos orçamentos das famílias portuguesas...
posto por Pedro Duarte
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