Este texto de Moisés Espirito Santo merece ser difundido, pois reflecte bem o povo que somos e está adequado ao periodo pós eleitoral.
Dinheiros públicos (e miséria privada)
A grande massa dos portugueses, que vota nos governantes esbanjadores e apoia obras públicas caras e ostentatórias, não tem, no quotidiano, a noção reflectida donde procedem os «dinheiros públicos». Essa massa de ignorantes não pensa nisso; fica-se com a ideia de um cofre inesgotável, dum banco anónimo, dum tesouro mágico. É como se fossem dinheiros alheios ou de «ninguém» que se podem esbanjar e que não carecem de controle popular (nem de prestação de contas).
Será necessário dizer, incessantemente, que os «dinheiros públicos» provêm exclusivamente dos impostos, das licenças, matrículas, multas e outras cobranças, ou extorsões, aos cidadãos. Não são um tesouro mágico. São como a tesouraria duma colectividade.
Se os dinheiros partem em auto-estradas, TGVs, aeroportos, submarinos, automóveis de serviço, jantaradas oficiais, compra de bancos falidos, estádios, piscinas, polidesportivos, rotundas e arranjos urbanos para-saloio-ver (isto é, para o currículo dos políticos), e em pensões milionárias (duplicadas e triplicadas) dos gestores públicos e dos políticos, vai faltar dinheiro para os salários, os incentivos ao trabalho e à produção, para os subsídios de desemprego, a saúde, a educação, as pensões, a assistência aos pobres e os abonos de família. Tão verdade como eu estar aqui.
Esta ignorância, irreflexão ou distracção alimenta a corrupção e a fraude.
«Dinheiros públicos» são como dinheiros de «ninguém», como os caminhos de que cada um se pode servir desde que tenha acesso a eles. Podem ser vistos como «dinheiros do Estado».
Ora, como a grande massa de gente confunde o Estado com o Governo, e como o Governo se pode assemelhar a uma camarilha de malfeitores, «ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão».
Fraudar até pode ser uma garantia de reeleição democrática («Ele rouba mas faz»,
«É esperto...»). Esta tolerância popular com a corrupção e a fraude aumentou com a democracia. Constituiu um traço do parasitismo,uma forte componente da mentalidade portuguesa.
O Correio da Manhã lançou uma petição para a discussão no Parlamento duma proposta de lei nesta matéria. Louvável. O problema é que as leis, para serem praticadas, necessitam dos governos enquanto os governos democráticos,como os que conhecemos desde há trinta anos, são cúmplices dos corruptos.
A democracia chega a confundir-se com uma fraude. Um autarca que esbanja milhões em luxos públicos - para o seu próprio currículo político - que instaura uma piscina ou um polidesdeportivo em cada freguesia de mil habitantes, que abre rotundas, estradas,
infraestruturas pelos campos fora para servir uma vivenda isolada, diz que essas obras foram pagas «com dinheiros públicos». Nunca diz: «fruto dos sacrifícios dos contribuintes».
Se os cidadãos reflectissem que esses empreendimentos (construídos para o currículo pessoal dos políticos) estão aí em prejuízo dos gozos da saúde e da educação gratuitas, do subsídio de desemprego, dos abonos de família, das reformas, da assistência aos mais pobres e da alimentação doméstica, isto é, o que se gastou aí vai faltar para a equidade social... eu podia jurar-vos que, aquando das respectivas inaugurações, esses governantes gastadores dos dinheiros colectivos (se não apropriadores dos mesmos), deveriam ser recebidos não com aplausos mas com vaias, palavrões e, até, com gestos menos próprios como, por exemplo, à tomatada e à pedrada [«Esta sua obra contribuiu para a nossa pobreza! O seu projecto de currículo pessoal produz miséria geral!»].
O problema é que são as culturas quem engendra as respectivas elites, daí que os povos têm as economias que merecem.
Já a maior parte dos «dinheiros de Bruxelas» (a nova visão dum D.Sebastião) se foi em carros topo-de-gama, casas luxuosas e paraísos fiscais. Os ministros de há 20 anos vangloriavam-se de que entravam em Portugal, de Bruxelas, «tantos milhões de contos por dia». Inúmeras siglas públicas e privadas chuparam esses
milhões, sem controle.
A decadência em que entramos também é o resultado desses parasitários «dinheiros de Bruxelas». Eles criaram a subsídio-dependência, afastaram os jovens do gosto do trabalho e deram cabo da agricultura e da pesca, passando nós a importar o que comemos. Quer dizer, acentuaram o tradicional parasitismo da mentalidade portuguesa.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Nobre, a revolta possível !
E é mesmo aquela que está mais à mão.
Se continuar Cavaco Silva, tudo continuará na mesma.
Se entrasse o poeta Alegre, da prosa não iria sair poesia.
A cartilha é a mesma e nem as virgulas se alteravam. Ou seja, o Sistema continuaria a fluir tal como até aqui. Nada de novo iria surgir.
Nem rasgos de imaginação ou novas descobertas, ou novas gentes.
Continuaríamos a ouvir os mesmos discursos........ apenas com entoação diferente.
As frases já as conhecemos.
Lá voltaremos a ouvir dizer que o País precisa de Estabilidade.
De respeito pelas Instituições.
Do esforço de todos os Portugueses. Dos sacrifícios de agora para um futuro melhor depois.
Com mais segurança. Com mais oportunidades para os jovens. Etc, etc.
E acima de tudo lembrarem-nos que é preciso ter confiança nas Instituições Democráticas !
Toda esta conversa desde 75...79...80....85....90....95....2000.....2005......2010....,
São 35 anos de falsas promessas a par do enriquecimento ilícito de toda uma classe politica que se apropriou do País.
Qualquer dos candidatos garantem este discurso e a consequente decadência a curto prazo.
Nenhum destes candidatos nos interessa.
Nenhum nos merece confiança.
Nenhum conseguirá contribuir para a solução que se exige para o País.
Essa seria uma mudança de Regime e a responsabilização da Classe politica que conduziu o País ao estado em que se encontra.
Sabemos que isto não irá acontecer. Mas pode ser o primeiro passo.
E se Fernando Nobre conseguisse ir a uma 2ª volta e ser alternativa viável ?
Só traria vantagens, mesmo que traga ás costas alguns penduras de ocasião.
Penso contudo, que a dimensão humana e social deste homem nunca se vergará a jogos de interesses, mesmo que eventualmente surgissem dos tais apoios socialistas.
Se se apresenta como um homem fora do Sistema, não nos parece que pudesse vir a integrá-lo agora.
Nem nos parece que possa vir a pactuar com as mentiras de qualquer 1º ministro em exercício.
Nem que deixasse passar em claro os gastos e roubos que sistematicamente se fazem no erário publico.
Nem que ficasse insensível aos desiquilibrios sociais existentes.
Basta isto, para fazermos um esforço de mobilização em favor de Fernando Nobre.
NOBRE, A REVOLTA POSSÍVEL.
Quando há 4 anos, numa cerimónia então realizada, estive ao seu lado, senti vontade de o abraçar ( pois não o conheço pessoalmente ) e agradecer por todo um trajecto de vida que só os Homens com H grande conseguem e merecem.
Agora, podem-se fazer todas as conjecturas sobre a sua candidatura.
Podem-se traçar alguns cenários. Até nem se gostar de saber que por perto já farejam os abutres.
Mas uma coisa é certa.
Neste momento Fernando Nobre é a centelha de revolta a que podemos deitar mão.
Não a desperdicemos. Façam esse favor ao País e a cada um em particular.
Amanhã, o Sol talvez brilhe um pouco mais.
Se não brilhar, também não se perdeu nada.
posto por Carlos Luis
Se continuar Cavaco Silva, tudo continuará na mesma.
Se entrasse o poeta Alegre, da prosa não iria sair poesia.
A cartilha é a mesma e nem as virgulas se alteravam. Ou seja, o Sistema continuaria a fluir tal como até aqui. Nada de novo iria surgir.
Nem rasgos de imaginação ou novas descobertas, ou novas gentes.
Continuaríamos a ouvir os mesmos discursos........ apenas com entoação diferente.
As frases já as conhecemos.
Lá voltaremos a ouvir dizer que o País precisa de Estabilidade.
De respeito pelas Instituições.
Do esforço de todos os Portugueses. Dos sacrifícios de agora para um futuro melhor depois.
Com mais segurança. Com mais oportunidades para os jovens. Etc, etc.
E acima de tudo lembrarem-nos que é preciso ter confiança nas Instituições Democráticas !
Toda esta conversa desde 75...79...80....85....90....95....2000.....2005......2010....,
São 35 anos de falsas promessas a par do enriquecimento ilícito de toda uma classe politica que se apropriou do País.
Qualquer dos candidatos garantem este discurso e a consequente decadência a curto prazo.
Nenhum destes candidatos nos interessa.
Nenhum nos merece confiança.
Nenhum conseguirá contribuir para a solução que se exige para o País.
Essa seria uma mudança de Regime e a responsabilização da Classe politica que conduziu o País ao estado em que se encontra.
Sabemos que isto não irá acontecer. Mas pode ser o primeiro passo.
E se Fernando Nobre conseguisse ir a uma 2ª volta e ser alternativa viável ?
Só traria vantagens, mesmo que traga ás costas alguns penduras de ocasião.
Penso contudo, que a dimensão humana e social deste homem nunca se vergará a jogos de interesses, mesmo que eventualmente surgissem dos tais apoios socialistas.
Se se apresenta como um homem fora do Sistema, não nos parece que pudesse vir a integrá-lo agora.
Nem nos parece que possa vir a pactuar com as mentiras de qualquer 1º ministro em exercício.
Nem que deixasse passar em claro os gastos e roubos que sistematicamente se fazem no erário publico.
Nem que ficasse insensível aos desiquilibrios sociais existentes.
Basta isto, para fazermos um esforço de mobilização em favor de Fernando Nobre.
NOBRE, A REVOLTA POSSÍVEL.
Quando há 4 anos, numa cerimónia então realizada, estive ao seu lado, senti vontade de o abraçar ( pois não o conheço pessoalmente ) e agradecer por todo um trajecto de vida que só os Homens com H grande conseguem e merecem.
Agora, podem-se fazer todas as conjecturas sobre a sua candidatura.
Podem-se traçar alguns cenários. Até nem se gostar de saber que por perto já farejam os abutres.
Mas uma coisa é certa.
Neste momento Fernando Nobre é a centelha de revolta a que podemos deitar mão.
Não a desperdicemos. Façam esse favor ao País e a cada um em particular.
Amanhã, o Sol talvez brilhe um pouco mais.
Se não brilhar, também não se perdeu nada.
posto por Carlos Luis
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Fernando Nobre ou José Coelho ?
Não adianta votar Branco ou Nulo.
Não adianta discutir o perfil dos candidatos.
Não interessam os custos que possa ter uma 2ª volta.
Aquilo que agora se impõe, é votar contra o sistema politico vigente.
Qualquer destes dois candidatos servem.
Até gostaríamos de considerar o José Manuel Coelho.
Só que, Fernando Nobre tem reais possibilidades de poder ir a uma 2º volta e pode mesmo vir a derrotar Cavaco Silva.
Tenhamos em conta que as sondagens oficiais já o colocam a par do candidato Alegre.
E segundo começa a circular, já o terá mesmo ultrapassado.
Por isso apelamos ao voto em Fernando Nobre e gostaríamos de fazer depois uma "jantarada" com o José Coelho antes dele regressar á Madeira.
Nota - Embora não goste da proximidade de Nobre com determinadas figuras da "família socialista", por vezes temos de sobrelevar alguns defeitos.
Mas....quão satisfeito ficaria se ganha-se o José Coelho.
Os gostos impossíveis não deixam de ser gostos.
Seria melhor uma pedrada no charco que deixar alargar o pântano em que estamos atolados.
posto por Carlos Luis
Não adianta discutir o perfil dos candidatos.
Não interessam os custos que possa ter uma 2ª volta.
Aquilo que agora se impõe, é votar contra o sistema politico vigente.
Qualquer destes dois candidatos servem.
Até gostaríamos de considerar o José Manuel Coelho.
Só que, Fernando Nobre tem reais possibilidades de poder ir a uma 2º volta e pode mesmo vir a derrotar Cavaco Silva.
Tenhamos em conta que as sondagens oficiais já o colocam a par do candidato Alegre.
E segundo começa a circular, já o terá mesmo ultrapassado.
Por isso apelamos ao voto em Fernando Nobre e gostaríamos de fazer depois uma "jantarada" com o José Coelho antes dele regressar á Madeira.
Nota - Embora não goste da proximidade de Nobre com determinadas figuras da "família socialista", por vezes temos de sobrelevar alguns defeitos.
Mas....quão satisfeito ficaria se ganha-se o José Coelho.
Os gostos impossíveis não deixam de ser gostos.
Seria melhor uma pedrada no charco que deixar alargar o pântano em que estamos atolados.
posto por Carlos Luis
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Nações Valentes
Agora que os heróis do mar estão adormecidos e a Nação imortal está praticamente morta, outras gentes demonstram que mesmo os mais temíveis regimes não resistem à vontade e determinação dos povos que sentem a ignomínia das classes politicas "reinantes".
A recente lição da Tunísia, assim como a anterior despedida de Ceausesco na Roménia, justificam que olhemos para estes povos e percebamos que é possível desmantelar regimes corruptos se houver determinação e vontade concertada.
Nada justifica continuarmos a permitir que um bando de inqualificáveis políticos continuem despudoradamente a enganar os Portugueses, sem que surja um assomo de revolta.
Mas, a verdade é que hoje já não somos uma Nação valente.
Deixámos amolecer os sentidos.
Esquecemos os princípios e os valores que artificialmente nos foram servidos.
Ignorámos os conselhos e os avisos que gente lúcida ao longo do tempo foi fazendo e a Ética e a Moral continuaram a ser distorcidas por convicções religiosas.
Tornámo-nos ainda mais "cinzentos".
E acéfalos.
Somos a "massa mole" do tempo presente.
posto por Carlos Luis
A recente lição da Tunísia, assim como a anterior despedida de Ceausesco na Roménia, justificam que olhemos para estes povos e percebamos que é possível desmantelar regimes corruptos se houver determinação e vontade concertada.
Nada justifica continuarmos a permitir que um bando de inqualificáveis políticos continuem despudoradamente a enganar os Portugueses, sem que surja um assomo de revolta.
Mas, a verdade é que hoje já não somos uma Nação valente.
Deixámos amolecer os sentidos.
Esquecemos os princípios e os valores que artificialmente nos foram servidos.
Ignorámos os conselhos e os avisos que gente lúcida ao longo do tempo foi fazendo e a Ética e a Moral continuaram a ser distorcidas por convicções religiosas.
Tornámo-nos ainda mais "cinzentos".
E acéfalos.
Somos a "massa mole" do tempo presente.
posto por Carlos Luis
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
O País que não acorda
Por vezes as ausências forçadas deixam-nos tempo para reflectirmos sobre as realidades que se vão processando e que mais directamente nos tocam.
É o caso da Comunicação social versus actividade politica.
Talvez melhor dito ou apresentado de outra forma;
Será que a Comunicação social e os políticos, pensam que somos um Povo de gente atrasada ? Incapaz ? Débil ? Mentalmente deficitários ? comprovadamente manipuláveis ? ou pensa o quê ?
Centramo-nos apenas em mais este episódio da venda de títulos de divida publica versus manifestação de alegria da classe politica por se ter conseguido isso. Sabe-se que foi por um preço proibitivo e certamente com garantias de estado. Todos sabemos que isso é um pesado fardo que no futuro irá cair sobre todos. Não haveria motivos para festejar fosse o fosse.
Será que não sentimos vergonha por irmos assistindo de forma passiva a esta autêntica delapidação dos recursos humanos e materiais com que se deveria projectar o futuro ?
Será que não percebemos que a satisfação dessas aberrações politicas que dão pelo nome de socrates e teixeira, é apenas a reacção patética a uma desgraça há muito anunciada ?
Será que não entendemos que quando nos compram títulos de divida apenas estamos a cavar a desgraça futura ?
Será que ainda não entendemos que por cada emissão que se faz a única coisa que se gera é DIVIDA ?
Será que ainda não percebemos que dessa troca fatídica nada resulta em comprovado desenvolvimento e que na sua essência apenas serve para manter no poder a actual classe politica ?
Será que ainda não percebemos que para pagar essas dividas o País teria de aumentar a produção e aquilo para que tudo aponta é para estarmos a mergulhar num ciclo recessivo ?
Será que ainda não percebemos que a nossa liberdade tem vindo a ser negociada por estes excrementos políticos que pululam por aqui ?
Será que ainda não percebemos que quando pedimos dinheiro temos que o pagar e esses empréstimos exigem garantias sobre bens transacionáveis ?
Será que ainda não percebemos que não estamos a crescer, não produzimos o suficiente, não temos capacidade futura de pagamento e continuamos sentados no sofá ou a passear no Centro Comercial ?
Face a tudo isto e alimentando a paranóia colectiva, vemos a quase totalidade da comunicação social contemporizar com as mais diversas verborreias dos políticos que mais não fazem que entreter este povo de apalermados e imbecis. Eles se calhar até têm razão. Que me desculpem mas é isto que sinto.
Já era tempo de sairmos à rua e "expressarmos" de forma violenta e incontida a nossa indignação !
Está em causa a nossa sanidade mental e o futuro dos nossos filhos. Não podemos continuar a ser "civilizados" e "passivos", quando temos que lidar com a escumalha politica que tomou conta do País. E essa luta terá de ser travada.
Pela nossa parte estamos disponíveis para tudo o que se refira á defesa de valores fundamentais que visem a obtenção de uma Justiça social e um Sistema Politico que garanta os direitos individuais e responsabilize a classe politica perante o Povo que os elege.
Esta impunidade perante o desvario continuo que vamos observando, tem de terminar com o julgamento de todos aqueles que enganaram este País.
Já é tempo de sair à rua.
posto por Carlos Luis
É o caso da Comunicação social versus actividade politica.
Talvez melhor dito ou apresentado de outra forma;
Será que a Comunicação social e os políticos, pensam que somos um Povo de gente atrasada ? Incapaz ? Débil ? Mentalmente deficitários ? comprovadamente manipuláveis ? ou pensa o quê ?
Centramo-nos apenas em mais este episódio da venda de títulos de divida publica versus manifestação de alegria da classe politica por se ter conseguido isso. Sabe-se que foi por um preço proibitivo e certamente com garantias de estado. Todos sabemos que isso é um pesado fardo que no futuro irá cair sobre todos. Não haveria motivos para festejar fosse o fosse.
Será que não sentimos vergonha por irmos assistindo de forma passiva a esta autêntica delapidação dos recursos humanos e materiais com que se deveria projectar o futuro ?
Será que não percebemos que a satisfação dessas aberrações politicas que dão pelo nome de socrates e teixeira, é apenas a reacção patética a uma desgraça há muito anunciada ?
Será que não entendemos que quando nos compram títulos de divida apenas estamos a cavar a desgraça futura ?
Será que ainda não entendemos que por cada emissão que se faz a única coisa que se gera é DIVIDA ?
Será que ainda não percebemos que dessa troca fatídica nada resulta em comprovado desenvolvimento e que na sua essência apenas serve para manter no poder a actual classe politica ?
Será que ainda não percebemos que para pagar essas dividas o País teria de aumentar a produção e aquilo para que tudo aponta é para estarmos a mergulhar num ciclo recessivo ?
Será que ainda não percebemos que a nossa liberdade tem vindo a ser negociada por estes excrementos políticos que pululam por aqui ?
Será que ainda não percebemos que quando pedimos dinheiro temos que o pagar e esses empréstimos exigem garantias sobre bens transacionáveis ?
Será que ainda não percebemos que não estamos a crescer, não produzimos o suficiente, não temos capacidade futura de pagamento e continuamos sentados no sofá ou a passear no Centro Comercial ?
Face a tudo isto e alimentando a paranóia colectiva, vemos a quase totalidade da comunicação social contemporizar com as mais diversas verborreias dos políticos que mais não fazem que entreter este povo de apalermados e imbecis. Eles se calhar até têm razão. Que me desculpem mas é isto que sinto.
Já era tempo de sairmos à rua e "expressarmos" de forma violenta e incontida a nossa indignação !
Está em causa a nossa sanidade mental e o futuro dos nossos filhos. Não podemos continuar a ser "civilizados" e "passivos", quando temos que lidar com a escumalha politica que tomou conta do País. E essa luta terá de ser travada.
Pela nossa parte estamos disponíveis para tudo o que se refira á defesa de valores fundamentais que visem a obtenção de uma Justiça social e um Sistema Politico que garanta os direitos individuais e responsabilize a classe politica perante o Povo que os elege.
Esta impunidade perante o desvario continuo que vamos observando, tem de terminar com o julgamento de todos aqueles que enganaram este País.
Já é tempo de sair à rua.
posto por Carlos Luis
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Uma nova Era já começou ?
Recebemos de autor não identificado, mas justica-se a sua inserção neste post.
Está a acontecer na nossa rua e à nossa volta, e ainda não percebemos que a Revolução, uma nova Era já começou!
As pessoas andam um bocado distraídas! Não deram conta que há cerca de 3 meses começou a Revolução! Não! Não me refiro a nenhuma figura de estilo, nem escrevo em sentido figurado! Falo mesmo da Revolução "a sério" e em curso, que estamos a viver, mas da qual andamos alheados (desprevenidos) e não demos conta do que vai implicar. Mas falo, seguramente, duma Revolução!
De facto, há cerca de 3 ou 4 meses começaram a dar-se alterações profundas, e de nível global, em 10 dos principais factores que sustentam a sociedade actual. Num processo rápido e radical, que resultará em algo novo, diferente e porventura traumático, com resultados visíveis dentro de 6 a 12 meses... E que irá mudar as nossas sociedades e a nossa forma de vida nos próximos 15 ou 25 anos!
... tal como ocorreu noutros períodos da história recente: no status político-industrial saído da Europa do pós-guerra, nas alterações induzidas pelo Vietname/Woodstock/Maio de 68 (além e aquém Atlântico), ou na crise do petróleo de 73.
Estamos a viver uma transformação radical, tanto ou mais profunda do que qualquer uma destas! Está a acontecer na nossa rua e à nossa volta, e ainda não percebemos que a Revolução já começou!
Façamos um rápido balanço da mudança, e do que está a acontecer aos "10 factores":
1º- A Crise Financeira Mundial: desde há 8 meses que o Sistema Financeiro Mundial está à beira do colapso (leia-se "bancarrota") e só se tem aguentado porque os 4 grandes Bancos Centrais mundiais - o FED, o BCE, o Banco do Japão e o Tesouro Britânico - têm injectado (eufemismo que quer dizer: "emprestado virtualmente à taxa zero") montantes astronómicos e inimagináveis no Sistema Bancário Mundial, sem o qual este já teria ruído como um castelo de cartas. Ainda ninguém sabe o que virá, ou como irá acabar esta história!...
2º- A Crise do Petróleo: Desde há 6 meses que o petróleo entrou na espiral de preços. Não há a mínima ideia/teoria de como irá terminar. Duas coisas são porém claras: primeiro, o petróleo jamais voltará aos níveis de 2007 (ou seja, a alta de preço é adquirida e definitiva, devido à visão estratégica da China e da Índia que o compram e amealham!) e começarão rapidamente a fazer sentir-se os efeitos dos custos de energia, de transportes, de serviços. Por exemplo, quem utiliza frequentemente o avião, assistiu há 2 semanas a uma subida no preço dos bilhetes de... 50% (leu bem: cinquenta por cento). É escusado referir as enormes implicações sociais deste factor: basta lembrar que por exemplo toda a indústria de férias e turismo de massas para as classes médias (que, por exemplo, em Portugal ou Espanha representa 15% do PIB) irá virtualmente desaparecer em 12 meses! Acabaram as viagens de avião baratas (...e as férias massivas!), a inflação controlada, etc...
3º- A Contracção da Mobilidade: fortemente afectados pelos preços do petróleo, os transportes de mercadorias irão sofrer contracção profunda e as trocas físicas comerciais (que sempre implicam transporte) irão sofrer fortíssima retracção, com as óbvias consequências nas indústrias a montante e na interpenetração económica mundial.
4º- A Imigração: a Europa absorveu nos últimos 4 anos cerca de 40 milhões de imigrantes, que buscam melhores condições de vida e formação, num movimento incessante e anacrónico (os imigrantes são precisos para fazer os trabalhos não rentáveis, mas mudam radicalmente a composição social de países-chave como a Alemanha, a Espanha, a Inglaterra ou a Itália). Este movimento irá previsivelmente manter-se nos próximos 5 ou 6 anos! A Europa terá em breve mais de 85 milhões de imigrantes que lutarão pelo poder e melhor estatuto sócio-económico (até agora, vivemos nós em ascensão e com direitos à custa das matérias-primas e da pobreza deles)!
5º- A Destruição da Classe Média: quem tem oportunidade de circular um pouco pela Europa apercebe-se que o movimento de destruição das classes médias (que julgávamos estar apenas a acontecer em Portugal e à custa deste governo) está de facto a "varrer" o Velho Continente! Em Espanha, na Holanda, na Inglaterra ou mesmo em França os problemas das classes médias são comuns e (descontados alguns matizes e diferente gradação) as pessoas estão endividadas, a perder rendimentos, a perder força social e capacidade de intervenção.
6º- A Europa Morreu: embora ainda estejam a projectar o cerimonial do enterro, todos os Euro-Políticos perceberam que a Europa moribunda já não tem projecto, já não tem razão de ser, que já não tem liderança e que já não consegue definir quaisquer objectivos num "caldo" de 27 países com poucos ou nenhuns traços comuns!... Já nenhum Cidadão Europeu acredita na "Europa", nem dela espera coisa importante para a sua vida ou o seu futuro! O "Requiem" pela Europa e pelos "seus valores" foi chão que deu uvas: deu-se há dias na Irlanda!
7º- A China ao assalto! Contou-me um profissional do sector: a construção naval ao nível mundial comunicou aos interessados a incapacidade em satisfazer entregas de barcos nos próximos 2 anos, porque TODOS os estaleiros navais do Mundo têm TODA a sua capacidade de construção ocupada por encomendas de navios... da China. O gigante asiático vai agora "atacar" o coração da Indústria europeia e americana (até aqui foi just a joke...). Foram apresentados há dias no mais importante Salão Automóvel mundial os novos carros chineses. Desenhados por notáveis gabinetes europeus e americanos, Giuggiaro e Pininfarina incluídos, os novos carros chineses são soberbos, réplicas perfeitas de BMWs e de Mercedes (eu já os vi!) e vão chegar à Europa entre os 8.000 e os 19.000 euros! E quando falamos de Indústria Automóvel ou Aeroespacial europeia...helás! Estamos a falar de centenas de milhar de postos de trabalho e do maior motor económico, financeiro e tecnológico da nossa sociedade. À beira desta ameaça, a crise do têxtil foi uma brincadeira de crianças! (Os chineses estão estrategicamente em todos os cantos do mundo a escoar todo o tipo de produtos da China, que está a qualificá-los cada vez mais).
8º- A Crise do Edifício Social: As sociedades ocidentais terminaram com o paradigma da sociedade baseada na célula familiar! As pessoas já não se casam, as famílias tradicionais desfazem-se a um ritmo alucinante, as novas gerações não querem laços de projecto comum, os jovens não querem compromissos, dificultando a criação de um espírito de estratégias e actuação comum...
9º- O Ressurgir da Rússia/Índia: para os menos atentos - a Rússia e a Índia estão a evoluir tecnológica, social e economicamente a uma velocidade estonteante! Com fortes lideranças e ambições estratégicas, em 5 anos ultrapassarão a Alemanha!
10º- A Revolução Tecnológica: nos últimos meses o salto dado pela revolução tecnológica (incluindo a biotecnologia, a energia, as comunicações, a nano tecnologia e a integração tecnológica) suplantou tudo o previsto e processou-se a um ritmo 9 vezes superior à média dos últimos 5 anos!
Eis pois, a Revolução!
Tal como numa conta de multiplicar, estes dez factores estão ligados por um sinal de "vezes" e, no fim, têm um sinal de "igual". Mas o resultado é ainda desconhecido e... imprevisível. Uma coisa é certa: as nossas vidas vão mudar radicalmente nos próximos 12 meses e as mudanças marcar-nos-ão (permanecerão) nos próximos 10 ou 20 anos, forçando-nos a ter carreiras profissionais instáveis, com muito menos promoções e apoios financeiros, a ter estilos de vida mais modestos, recreativos e ecológicos.
Espera-nos o Novo! Como em todas as Revoluções!
Um conselho final: é importante estar aberto e dentro do Novo, visionando e desfrutando das suas potencialidades! Da Revolução! Ir em frente! Sem medo!
Afinal, depois de cada Revolução, o Mundo sempre mudou para melhor!...
Está a acontecer na nossa rua e à nossa volta, e ainda não percebemos que a Revolução, uma nova Era já começou!
As pessoas andam um bocado distraídas! Não deram conta que há cerca de 3 meses começou a Revolução! Não! Não me refiro a nenhuma figura de estilo, nem escrevo em sentido figurado! Falo mesmo da Revolução "a sério" e em curso, que estamos a viver, mas da qual andamos alheados (desprevenidos) e não demos conta do que vai implicar. Mas falo, seguramente, duma Revolução!
De facto, há cerca de 3 ou 4 meses começaram a dar-se alterações profundas, e de nível global, em 10 dos principais factores que sustentam a sociedade actual. Num processo rápido e radical, que resultará em algo novo, diferente e porventura traumático, com resultados visíveis dentro de 6 a 12 meses... E que irá mudar as nossas sociedades e a nossa forma de vida nos próximos 15 ou 25 anos!
... tal como ocorreu noutros períodos da história recente: no status político-industrial saído da Europa do pós-guerra, nas alterações induzidas pelo Vietname/Woodstock/Maio de 68 (além e aquém Atlântico), ou na crise do petróleo de 73.
Estamos a viver uma transformação radical, tanto ou mais profunda do que qualquer uma destas! Está a acontecer na nossa rua e à nossa volta, e ainda não percebemos que a Revolução já começou!
Façamos um rápido balanço da mudança, e do que está a acontecer aos "10 factores":
1º- A Crise Financeira Mundial: desde há 8 meses que o Sistema Financeiro Mundial está à beira do colapso (leia-se "bancarrota") e só se tem aguentado porque os 4 grandes Bancos Centrais mundiais - o FED, o BCE, o Banco do Japão e o Tesouro Britânico - têm injectado (eufemismo que quer dizer: "emprestado virtualmente à taxa zero") montantes astronómicos e inimagináveis no Sistema Bancário Mundial, sem o qual este já teria ruído como um castelo de cartas. Ainda ninguém sabe o que virá, ou como irá acabar esta história!...
2º- A Crise do Petróleo: Desde há 6 meses que o petróleo entrou na espiral de preços. Não há a mínima ideia/teoria de como irá terminar. Duas coisas são porém claras: primeiro, o petróleo jamais voltará aos níveis de 2007 (ou seja, a alta de preço é adquirida e definitiva, devido à visão estratégica da China e da Índia que o compram e amealham!) e começarão rapidamente a fazer sentir-se os efeitos dos custos de energia, de transportes, de serviços. Por exemplo, quem utiliza frequentemente o avião, assistiu há 2 semanas a uma subida no preço dos bilhetes de... 50% (leu bem: cinquenta por cento). É escusado referir as enormes implicações sociais deste factor: basta lembrar que por exemplo toda a indústria de férias e turismo de massas para as classes médias (que, por exemplo, em Portugal ou Espanha representa 15% do PIB) irá virtualmente desaparecer em 12 meses! Acabaram as viagens de avião baratas (...e as férias massivas!), a inflação controlada, etc...
3º- A Contracção da Mobilidade: fortemente afectados pelos preços do petróleo, os transportes de mercadorias irão sofrer contracção profunda e as trocas físicas comerciais (que sempre implicam transporte) irão sofrer fortíssima retracção, com as óbvias consequências nas indústrias a montante e na interpenetração económica mundial.
4º- A Imigração: a Europa absorveu nos últimos 4 anos cerca de 40 milhões de imigrantes, que buscam melhores condições de vida e formação, num movimento incessante e anacrónico (os imigrantes são precisos para fazer os trabalhos não rentáveis, mas mudam radicalmente a composição social de países-chave como a Alemanha, a Espanha, a Inglaterra ou a Itália). Este movimento irá previsivelmente manter-se nos próximos 5 ou 6 anos! A Europa terá em breve mais de 85 milhões de imigrantes que lutarão pelo poder e melhor estatuto sócio-económico (até agora, vivemos nós em ascensão e com direitos à custa das matérias-primas e da pobreza deles)!
5º- A Destruição da Classe Média: quem tem oportunidade de circular um pouco pela Europa apercebe-se que o movimento de destruição das classes médias (que julgávamos estar apenas a acontecer em Portugal e à custa deste governo) está de facto a "varrer" o Velho Continente! Em Espanha, na Holanda, na Inglaterra ou mesmo em França os problemas das classes médias são comuns e (descontados alguns matizes e diferente gradação) as pessoas estão endividadas, a perder rendimentos, a perder força social e capacidade de intervenção.
6º- A Europa Morreu: embora ainda estejam a projectar o cerimonial do enterro, todos os Euro-Políticos perceberam que a Europa moribunda já não tem projecto, já não tem razão de ser, que já não tem liderança e que já não consegue definir quaisquer objectivos num "caldo" de 27 países com poucos ou nenhuns traços comuns!... Já nenhum Cidadão Europeu acredita na "Europa", nem dela espera coisa importante para a sua vida ou o seu futuro! O "Requiem" pela Europa e pelos "seus valores" foi chão que deu uvas: deu-se há dias na Irlanda!
7º- A China ao assalto! Contou-me um profissional do sector: a construção naval ao nível mundial comunicou aos interessados a incapacidade em satisfazer entregas de barcos nos próximos 2 anos, porque TODOS os estaleiros navais do Mundo têm TODA a sua capacidade de construção ocupada por encomendas de navios... da China. O gigante asiático vai agora "atacar" o coração da Indústria europeia e americana (até aqui foi just a joke...). Foram apresentados há dias no mais importante Salão Automóvel mundial os novos carros chineses. Desenhados por notáveis gabinetes europeus e americanos, Giuggiaro e Pininfarina incluídos, os novos carros chineses são soberbos, réplicas perfeitas de BMWs e de Mercedes (eu já os vi!) e vão chegar à Europa entre os 8.000 e os 19.000 euros! E quando falamos de Indústria Automóvel ou Aeroespacial europeia...helás! Estamos a falar de centenas de milhar de postos de trabalho e do maior motor económico, financeiro e tecnológico da nossa sociedade. À beira desta ameaça, a crise do têxtil foi uma brincadeira de crianças! (Os chineses estão estrategicamente em todos os cantos do mundo a escoar todo o tipo de produtos da China, que está a qualificá-los cada vez mais).
8º- A Crise do Edifício Social: As sociedades ocidentais terminaram com o paradigma da sociedade baseada na célula familiar! As pessoas já não se casam, as famílias tradicionais desfazem-se a um ritmo alucinante, as novas gerações não querem laços de projecto comum, os jovens não querem compromissos, dificultando a criação de um espírito de estratégias e actuação comum...
9º- O Ressurgir da Rússia/Índia: para os menos atentos - a Rússia e a Índia estão a evoluir tecnológica, social e economicamente a uma velocidade estonteante! Com fortes lideranças e ambições estratégicas, em 5 anos ultrapassarão a Alemanha!
10º- A Revolução Tecnológica: nos últimos meses o salto dado pela revolução tecnológica (incluindo a biotecnologia, a energia, as comunicações, a nano tecnologia e a integração tecnológica) suplantou tudo o previsto e processou-se a um ritmo 9 vezes superior à média dos últimos 5 anos!
Eis pois, a Revolução!
Tal como numa conta de multiplicar, estes dez factores estão ligados por um sinal de "vezes" e, no fim, têm um sinal de "igual". Mas o resultado é ainda desconhecido e... imprevisível. Uma coisa é certa: as nossas vidas vão mudar radicalmente nos próximos 12 meses e as mudanças marcar-nos-ão (permanecerão) nos próximos 10 ou 20 anos, forçando-nos a ter carreiras profissionais instáveis, com muito menos promoções e apoios financeiros, a ter estilos de vida mais modestos, recreativos e ecológicos.
Espera-nos o Novo! Como em todas as Revoluções!
Um conselho final: é importante estar aberto e dentro do Novo, visionando e desfrutando das suas potencialidades! Da Revolução! Ir em frente! Sem medo!
Afinal, depois de cada Revolução, o Mundo sempre mudou para melhor!...
terça-feira, 30 de novembro de 2010
A Defesa da Democracia só pode ser feita através da prisão dos corruptos e incompetentes
Para além de todo o carnaval de declarações sobre o défice há uma realidade que se tem de mudar: A corrupção e a incompetência.
Os documentos revelados das pressões dos EUA sobre os juizes espanhóis é apenas a ponta do iceberg de uma realidade: A Justiça é permeável; os juizes são sujeitos a pressões do Poder Político.
Os juizes - e os agentes do Mº Pº - são sujeitos a pressões do poder político em Espanha, pela CIA, pelos Governo dos EUA, como são sujeitos em Portugal.
Em Portugal são sujeitos a pressões dos governos do Reino Unido - caso Maccain - como são sujeitos a pressões do Poder Político/Económico Poretuguês , como nos casos Freeport, Casa Pia, Face Oculta, Prof. Morais, Fátima Felgueiras, e toda uma sorte de processos em que os que mandam no País usam as Lojas maçónicas e outros poderes para baixarem a crista aos magistrados e manterem o Poder.
A situação calamitosa a que chegamos em Portugal tem um nome: Falta de Justiça eficiente.
Enquanto em Espanha os casos chegam ao fim rapidamente, em Portugal a corrupção e o tráfico de influências destruíram a Justiça.
Os magistrados têm tido benesses do Poder - o escândaloso caso do subsidio de renda de casa de mais de 750 euros mensais até para os aposentados - que "compram" os magistrados.
Os magistrados têm medo e estão condicionados.
O Governo - todos os governos - têm controlado os magistrados através do poder disciplinar e das benesses.
Sem Justiça a criminalidade de colarinho branco prospera.
Os magistrados são geralmente oriundos de familias da classe baixa/média baixa e isso tem sido um trunfo do Poder Político.
Os magistrados têm medo de perderem o lugar, de perderem benesses.
Hoje o País está pior que no tempo da obra de Aquilino Ribeiro "Quando os Lobos Uivam".
Só com um Poder Judicial independente e forte se consegue meter na prisão os corruptos e traficantes de influências que sequestraram Portugal.
Para isso cada vez é mais necessária uma revolução a sério.
Uma mudança na Justiça, com juizes eleitos, com responsabilização criminal dos políticos, com as forças armadas fortes .
Os documentos revelados das pressões dos EUA sobre os juizes espanhóis é apenas a ponta do iceberg de uma realidade: A Justiça é permeável; os juizes são sujeitos a pressões do Poder Político.
Os juizes - e os agentes do Mº Pº - são sujeitos a pressões do poder político em Espanha, pela CIA, pelos Governo dos EUA, como são sujeitos em Portugal.
Em Portugal são sujeitos a pressões dos governos do Reino Unido - caso Maccain - como são sujeitos a pressões do Poder Político/Económico Poretuguês , como nos casos Freeport, Casa Pia, Face Oculta, Prof. Morais, Fátima Felgueiras, e toda uma sorte de processos em que os que mandam no País usam as Lojas maçónicas e outros poderes para baixarem a crista aos magistrados e manterem o Poder.
A situação calamitosa a que chegamos em Portugal tem um nome: Falta de Justiça eficiente.
Enquanto em Espanha os casos chegam ao fim rapidamente, em Portugal a corrupção e o tráfico de influências destruíram a Justiça.
Os magistrados têm tido benesses do Poder - o escândaloso caso do subsidio de renda de casa de mais de 750 euros mensais até para os aposentados - que "compram" os magistrados.
Os magistrados têm medo e estão condicionados.
O Governo - todos os governos - têm controlado os magistrados através do poder disciplinar e das benesses.
Sem Justiça a criminalidade de colarinho branco prospera.
Os magistrados são geralmente oriundos de familias da classe baixa/média baixa e isso tem sido um trunfo do Poder Político.
Os magistrados têm medo de perderem o lugar, de perderem benesses.
Hoje o País está pior que no tempo da obra de Aquilino Ribeiro "Quando os Lobos Uivam".
Só com um Poder Judicial independente e forte se consegue meter na prisão os corruptos e traficantes de influências que sequestraram Portugal.
Para isso cada vez é mais necessária uma revolução a sério.
Uma mudança na Justiça, com juizes eleitos, com responsabilização criminal dos políticos, com as forças armadas fortes .
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