Os responsáveis pela desgraça a que chegámos, continuam presentes e confessam:
Só temos dinheiro até ao próximo mês!!!!
Esta simples afirmação deveria ser suficiente para termos já avançado para S.Bento e exigir a prisão imediata de todos os que conduziram o País a esta Bancarrota.
E logo de seguida, desmantelar todos os órgãos de comunicação que têm alimentado essa gigantesca máquina de propaganda, paga por nós e que só foi ultrapassada nos tempos de Goebels, ou que ainda hoje continua em vigor na Coreia do Norte.
A similitude é tal, que alguns imbecis do ps, até já chamam "querido líder" a esse excremento politico que continua á frente do "governo".
Das poucas excepções que com alguma clarividência ainda militam naquele partido, destacou-se alguém que ousou dizer o que de facto o País precisava de saber.
Mas ninguém ouviu ?
Ninguém se apercebeu ?
Parece que não havia Órgãos de Comunicação no local onde o excremento politico estava a ser louvado.
Aceda por favor a este vídeo e espante-se.
http://www.youtube.com/watch?v=aT6qTn5FhkO
Isto deveria ser assim se fossemos de facto um POVO de gente com "cabeça" e capacidade de perceber aquilo que já nos aconteceu.
Mas não.
Continuamos a ser manipulados pela bem "oleada" máquina de Comunicação, onde muitos dos responsáveis continuam a viver "condicionados" pelos favores recebidos.
É revoltante vermos esta gente sem nível, sem uma estrutura de conhecimentos sequer razoável, sem ter que assumir responsabilidades e sem qualquer vergonha na cara, continuar a fingir que nada se passa e que eles estão cá para defender o INTERESSE NACIONAL.
isto depois de terem passado 7 anos á frente do governo e terem delapidado grande parte do património e dos recursos disponíveis.
De terem alimentado artificialmente a economia com base no recurso a empréstimos externos que nos conduziram a um patamar de endividamento do qual dificilmente sairemos.
De terem originado o maior ciclo de desemprego alguma vez vivido nos tempos modernos.
De terem destruído grande parte do tecido empresarial de base, factor essencial para qualquer tentativa de relançamento económico.
Terem destruído as esperanças NUMA melhor qualidade de vida para as classes de mais baixo rendimento, as quais estão hoje remetidas para as boas vontades de algumas Instituições de solidariedade, que confessam já não ter capacidade para responder ao crescente aumento de pedidos que lhes vão chegando.
Chegámos ao Estado Misericórdia
Este governo derrubou assim a ultima bandeira que ainda flutua na velha Europa.
O Estado Social.
Isto não o REVOLTA ?
ESTAMOS Á ESPERA DE QUÊ ?
Nota - Parece que já existem dificuldades em aceder ao site indicado. Poderemos enviar por mail o link que ainda funciona.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Banco Central Europeu
Imagine que isto é exactamente assim !!
A quem pertence o Banco Central Europeu?
Vamos perceber PORQUE O BCE EMPRESTA O DINHEIRO A 1% AOS BANCOS PARA ESTES EMPRESTAREM AO NOSSO PAÍS A 8%.
O Banco Central Europeu, ou BCE, pouco ou nada tem a ver com a União Europeia.
Ao juntar os termos "Central" e "Europeu", a ideia era transmitir a sensação de que este fosse o Banco da União. E a ideia passou, pois confundem-se as duas coisas. Mas a verdade é bem diferente. Se existirem dúvidas acerca da total independência do BCE, é bom ler o Artigo 130 (ex-artigo 108 do TCE): "No exercício dos poderes e no cumprimento das tarefas e deveres que lhes são conferidos pelos Tratados e pelos Estatutos do SEBC e do BCE, nem o Banco Central Europeu, nem os bancos centrais nacionais, nem qualquer membro dos respectivos órgãos de decisão podem solicitar ou receber instruções das instituições, órgãos ou agências da União, dos governos dos Estados-Membros ou de qualquer outra entidade. Instituições, órgãos e agências da União e os governos dos Estados-membros se comprometem a respeitar este princípio e a não tentar influenciar os órgãos de decisão do Banco Central Europeu ou dos bancos centrais nacionais no exercício das suas funções". No documento de 18 de Dezembro de 2003, "Das percentagens detidas pelos bancos centrais europeus no esquema de subscrição dos capitais do Banco Central Europeu", assinado pelo Presidente Jean-Claude Trichet e publicado na Gazeta Oficial da União Europeia (15.1.2004 L 9/28), é possível observar a quem pertence, de facto, o mesmo BCE.
Eis as percentagens detidas pelas várias instituições financeiras: Nationale Bank van België/Banque Nationale de Belgique 2,8297 % Danmarks Nationalbank 1,7216 % Deutsche Bundesbank 23,4040 % Bank of Greece 2,1614 % Banco de España 8,7801 % Banque de France 16,5175 % Central Bank and Financial Services Authority of Ireland 1,0254 % Banca d'Italia 14,5726 % Banque centrale du Luxembourg 0,1708 % De Nederlandsche Bank 4,4323 % Oesterreichische Nationalbank 2,3019 % Banco de Portugal 2,0129 % Suomen Pankki 1,4298 % Sveriges Riksbank 2,6636 % Bank of England 15,9764 %.
Duas coisas bastantes interessantes: a presença da Bank of England, isso é, do banco central dum País que ainda não adoptou o Euro como moeda oficial, e o facto do documento falar de forma explicita de senhoriagem: O mesmo princípio aplica-se à repartição dos proveitos monetários dos BCN [bancos centrais nacionais, NDT] em conformidade com o artigo 32.1 do Estatuto, à distribuição da receita de senhoriagem, à remuneração dos créditos dos BCN iguais aos activos de reserva transferidos para o BCE [...] Um assunto particularmente complexo este último, mas que cedo ou tarde terá de ser enfrentado dada a sua importância.
A quem pertencem os bancos nacionais?
Estabelecido o facto da BCE pertencer aos vários bancos centrais, a próxima pergunta que segue é: a quem pertencem os bancos centrais dos vários Países? Também neste caso a resposta pode parecer óbvia: tal como o Banco Central Europeu deveria pertencer à União Europeia, assim os bancos centrais nacionais deveriam pertencer aos vários Estados nacionais. Deveriam, mas não é. Descobrir os verdadeiros donos é muito difícil: os bancos centrais não gostam de divulgar este tipo de noticia. Mas temos sorte.
O banco central italiano, a Banca d'Italia, publica na internet a lista das instituições que detêm as quotas de participação e que têm direito de voto. Eis alguns exemplos: Intesa Sanpaolo S.p.A. 91.035/50 UniCredit S.p.A. 66.342/50 Assicurazioni Generali S.p.A. 19.000/42 Cassa di Risparmio in Bologna S.p.A. 18.602/41 INPS 15.000/34 Banca Carige S.p.A. - Cassa di Risparmio di Genova e Imperia 11.869/27 Banca Nazionale del Lavoro S.p.A. 8.500/21 Banca Monte dei Paschi di Siena S.p.A. 7.500/19 Cassa di Risparmio di Biella e Vercelli S.p.A. 6.300/16 Cassa di Risparmio di Parma e Piacenza S.p.A. 6.094/16 Cassa di Risparmio di Firenze S.p.A. 5.656/15 Fondiaria - SAI S.p.A. 4.000/12 Allianz Società per Azioni 4.000/12 ......etc, etc. Total quotas: 300.000 Total votos: 539
No meio desta floresta de bancos privados é possível encontrar duas participações do Estado Italiano: INPS, com 15.000 quotas e 34 votos, e INAIL, 2.000 quotas e 8 votos. Assim, no total. o Estado é representado no Banco Central Italiano com 42 votos, menos de 10%.
Para perceber a importância destes factos, é possível observar a "evolução" das antigas moedas italianas, hoje substituídas pelo Euro. Neste caso a comparação é entre uma nota de 500 Lire (1974 - 1979) e uma de 1.000 Lire (1990 - 1998): No primeiro caso, 500 Lire, temos uma nota do Estado Italiano. No segundo caso, uma nota dum banco privado.
É exactamente o que se passa com as notas dos Euros: se o Euro for da União Europeia, não seria lógico encontrar a escrita "UE"?. Mas em lado nenhum podem encontrar "União Europeia", apenas "BCE". Uma ligeira diferença...
A quem pertencem os bancos privados? (o caos intencional). Este esquema repete-se na maioria dos bancos centrais nacionais que, de facto, são privados. Mas a quem pertencem os bancos privados? Aqui entramos no sancta sanctorum, uma espécie de caixa de Pandora na qual é difícil penetrar. Os bancos não pertencem a uma pessoa mas a conjuntos de accionistas que, por sua vez, pertencem a outros accionistas.
O Banco Unicredit, por exemplo, conta entre os próprios accionistas um banco líbio, o grupo Allianz (Alemanha), um banco inglès com um cadastro assustador (Barclays: ajuda ao governo do Zimbabwe, acusações de reciclagem de dinheiro, envolvimento no comércio de armas...), uma sociedade americana (BlackRock) com participação inglesa (Merlin Entertainments), a Autoridade de Investimentos da Líbia.
O Monte dei Paschi di Siena conta com a participação do grupo francês Axa e da JP Morgan (!!!).
Concluindo: o BCE é privado Uma super-Matryoshka que constitui a melhor forma de protecção: uma maneira para afastar os curiosos e para tornar o esquema incompreensível, pois tudo se perde num jogo de percentagens de empresas espalhadas pelo globo. O que pode ser afirmado com certeza, é que os bancos centrais nacionais não pertencem aos Estados (há muitas poucas excepções neste sentido) mas aos privados.
Agora, se o BCE é independente da União Europeia e de propriedade dos bancos nacionais, que são privados, o mesmo BCE não passa dum banco privado.
RESUMINDO: a economia da União Europeia está nas mãos dos interesses privados, o que não é uma novidade: também a Federal Reserve é um banco privado...
Assim talvez se compreenda melhor porque é que os bancos acedem ao crédito do BCE á taxa de 1% e o emprestem ao País a 8%.
Está esclarecido, ou acha que não é bem assim?
Desconhecemos o autor desta interessante análise
A quem pertence o Banco Central Europeu?
Vamos perceber PORQUE O BCE EMPRESTA O DINHEIRO A 1% AOS BANCOS PARA ESTES EMPRESTAREM AO NOSSO PAÍS A 8%.
O Banco Central Europeu, ou BCE, pouco ou nada tem a ver com a União Europeia.
Ao juntar os termos "Central" e "Europeu", a ideia era transmitir a sensação de que este fosse o Banco da União. E a ideia passou, pois confundem-se as duas coisas. Mas a verdade é bem diferente. Se existirem dúvidas acerca da total independência do BCE, é bom ler o Artigo 130 (ex-artigo 108 do TCE): "No exercício dos poderes e no cumprimento das tarefas e deveres que lhes são conferidos pelos Tratados e pelos Estatutos do SEBC e do BCE, nem o Banco Central Europeu, nem os bancos centrais nacionais, nem qualquer membro dos respectivos órgãos de decisão podem solicitar ou receber instruções das instituições, órgãos ou agências da União, dos governos dos Estados-Membros ou de qualquer outra entidade. Instituições, órgãos e agências da União e os governos dos Estados-membros se comprometem a respeitar este princípio e a não tentar influenciar os órgãos de decisão do Banco Central Europeu ou dos bancos centrais nacionais no exercício das suas funções". No documento de 18 de Dezembro de 2003, "Das percentagens detidas pelos bancos centrais europeus no esquema de subscrição dos capitais do Banco Central Europeu", assinado pelo Presidente Jean-Claude Trichet e publicado na Gazeta Oficial da União Europeia (15.1.2004 L 9/28), é possível observar a quem pertence, de facto, o mesmo BCE.
Eis as percentagens detidas pelas várias instituições financeiras: Nationale Bank van België/Banque Nationale de Belgique 2,8297 % Danmarks Nationalbank 1,7216 % Deutsche Bundesbank 23,4040 % Bank of Greece 2,1614 % Banco de España 8,7801 % Banque de France 16,5175 % Central Bank and Financial Services Authority of Ireland 1,0254 % Banca d'Italia 14,5726 % Banque centrale du Luxembourg 0,1708 % De Nederlandsche Bank 4,4323 % Oesterreichische Nationalbank 2,3019 % Banco de Portugal 2,0129 % Suomen Pankki 1,4298 % Sveriges Riksbank 2,6636 % Bank of England 15,9764 %.
Duas coisas bastantes interessantes: a presença da Bank of England, isso é, do banco central dum País que ainda não adoptou o Euro como moeda oficial, e o facto do documento falar de forma explicita de senhoriagem: O mesmo princípio aplica-se à repartição dos proveitos monetários dos BCN [bancos centrais nacionais, NDT] em conformidade com o artigo 32.1 do Estatuto, à distribuição da receita de senhoriagem, à remuneração dos créditos dos BCN iguais aos activos de reserva transferidos para o BCE [...] Um assunto particularmente complexo este último, mas que cedo ou tarde terá de ser enfrentado dada a sua importância.
A quem pertencem os bancos nacionais?
Estabelecido o facto da BCE pertencer aos vários bancos centrais, a próxima pergunta que segue é: a quem pertencem os bancos centrais dos vários Países? Também neste caso a resposta pode parecer óbvia: tal como o Banco Central Europeu deveria pertencer à União Europeia, assim os bancos centrais nacionais deveriam pertencer aos vários Estados nacionais. Deveriam, mas não é. Descobrir os verdadeiros donos é muito difícil: os bancos centrais não gostam de divulgar este tipo de noticia. Mas temos sorte.
O banco central italiano, a Banca d'Italia, publica na internet a lista das instituições que detêm as quotas de participação e que têm direito de voto. Eis alguns exemplos: Intesa Sanpaolo S.p.A. 91.035/50 UniCredit S.p.A. 66.342/50 Assicurazioni Generali S.p.A. 19.000/42 Cassa di Risparmio in Bologna S.p.A. 18.602/41 INPS 15.000/34 Banca Carige S.p.A. - Cassa di Risparmio di Genova e Imperia 11.869/27 Banca Nazionale del Lavoro S.p.A. 8.500/21 Banca Monte dei Paschi di Siena S.p.A. 7.500/19 Cassa di Risparmio di Biella e Vercelli S.p.A. 6.300/16 Cassa di Risparmio di Parma e Piacenza S.p.A. 6.094/16 Cassa di Risparmio di Firenze S.p.A. 5.656/15 Fondiaria - SAI S.p.A. 4.000/12 Allianz Società per Azioni 4.000/12 ......etc, etc. Total quotas: 300.000 Total votos: 539
No meio desta floresta de bancos privados é possível encontrar duas participações do Estado Italiano: INPS, com 15.000 quotas e 34 votos, e INAIL, 2.000 quotas e 8 votos. Assim, no total. o Estado é representado no Banco Central Italiano com 42 votos, menos de 10%.
Para perceber a importância destes factos, é possível observar a "evolução" das antigas moedas italianas, hoje substituídas pelo Euro. Neste caso a comparação é entre uma nota de 500 Lire (1974 - 1979) e uma de 1.000 Lire (1990 - 1998): No primeiro caso, 500 Lire, temos uma nota do Estado Italiano. No segundo caso, uma nota dum banco privado.
É exactamente o que se passa com as notas dos Euros: se o Euro for da União Europeia, não seria lógico encontrar a escrita "UE"?. Mas em lado nenhum podem encontrar "União Europeia", apenas "BCE". Uma ligeira diferença...
A quem pertencem os bancos privados? (o caos intencional). Este esquema repete-se na maioria dos bancos centrais nacionais que, de facto, são privados. Mas a quem pertencem os bancos privados? Aqui entramos no sancta sanctorum, uma espécie de caixa de Pandora na qual é difícil penetrar. Os bancos não pertencem a uma pessoa mas a conjuntos de accionistas que, por sua vez, pertencem a outros accionistas.
O Banco Unicredit, por exemplo, conta entre os próprios accionistas um banco líbio, o grupo Allianz (Alemanha), um banco inglès com um cadastro assustador (Barclays: ajuda ao governo do Zimbabwe, acusações de reciclagem de dinheiro, envolvimento no comércio de armas...), uma sociedade americana (BlackRock) com participação inglesa (Merlin Entertainments), a Autoridade de Investimentos da Líbia.
O Monte dei Paschi di Siena conta com a participação do grupo francês Axa e da JP Morgan (!!!).
Concluindo: o BCE é privado Uma super-Matryoshka que constitui a melhor forma de protecção: uma maneira para afastar os curiosos e para tornar o esquema incompreensível, pois tudo se perde num jogo de percentagens de empresas espalhadas pelo globo. O que pode ser afirmado com certeza, é que os bancos centrais nacionais não pertencem aos Estados (há muitas poucas excepções neste sentido) mas aos privados.
Agora, se o BCE é independente da União Europeia e de propriedade dos bancos nacionais, que são privados, o mesmo BCE não passa dum banco privado.
RESUMINDO: a economia da União Europeia está nas mãos dos interesses privados, o que não é uma novidade: também a Federal Reserve é um banco privado...
Assim talvez se compreenda melhor porque é que os bancos acedem ao crédito do BCE á taxa de 1% e o emprestem ao País a 8%.
Está esclarecido, ou acha que não é bem assim?
Desconhecemos o autor desta interessante análise
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A BANCARROTA
Não resistimos a inserir parte de um artigo do economista Eugènio Rosa. É interessante sabermos como se processam os fluxos financeiros que têm alimentado a crescente divida do Estado Português. A partir desta análise também conseguimos perceber melhor porque é que a BANCA agora já não quer continuar a comprar divida publica. O bom negócio acabou. Finalmente reconhecem que o Estado chegou perto do aterro sanitário. Consta que a camioneta do lixo continua a ser conduzida por um tal josé socrates.
O BCE ESTÁ A FINANCIAR A ESPECULAÇÃO DOS BANCOS.
A banca em Portugal lucrou com isso já 3.828 milhões € à custa das famílias, empresas e do Estado.
O DILEMA ACTUAL: OU ESTA SITUAÇÃO É ALTERADA RAPIDAMETE OU O PAÍS TEM DE SAIR DA ZONA EURO tal como aconteceu antes da crise de 2008, em que os bancos financiaram os especuladores, a uma taxa de juro baixa, para que pudessem depois obter elevados lucros, agora também o Banco Central Europeu (BCE) está a financiar a banca a uma taxa de juro também muito baixa (1%), não impondo quaisquer limites na utilização desse dinheiro, para que depois os bancos possam obter lucros extra à custa das taxas de juro elevadas que cobram não só aos Estados, mas também às famílias e às empresas. É um esquema que interessa tornar claro para todos, embora os
comentadores oficiais com acesso privilegiado aos media nunca se refiram a ele, procurando assim ocultá-lo. Por isso vamos voltar a ele.
E esse esquema “diabólico” é o seguinte.
Antes de ter entrado para a Zona Euro, Portugal possuía um Banco Central (Banco de Portugal) que podia emitir moeda (escudos), e que comprava divida ao Estado a uma taxa reduzida, assegurando assim o seu financiamento e também garantindo que nunca o Estado entrasse em falência porque o Banco de Portugal disponibilizava sempre os meios financeiros para que o Estado pagasse os seus compromissos. As únicas limitações eram, em relação à divida externa, que teria ser paga em divisas o que obrigava o Estado a recorrer fundamentalmente ao endividamento interno para se financiar, e a necessidade de evitar que a inflação disparasse.
Com a entrada para o euro, o Banco de Portugal e o Estado português perderam esse poder que passou para o Banco Central Europeu (BCE). Só ele é que pode emitir euros. Para além disso, foi introduzida uma norma nos Estatutos do BCE que proíbe que este banco compre directamente divida aos Estados. No entanto, pode comprar divida soberana, ou seja, dos Estados no chamado “mercado secundário” onde têm acesso os bancos. Portanto, está-se perante a situação caricata que permite à banca especular com a divida emitida pelos Estados, que é a seguinte: o BCE não pode comprar directamente a divida ao Estado português, mas já pode comprá-la aos bancos que
a adquirem. E então o esquema especulativo montado pela U.E. e pelo BCE para enriquecer a banca à custa dos contribuintes, das famílias, e do Estado português é o seguinte: a banca empresta às famílias, às empresas e ao Estado português cobrando taxas de juro que variam entre 5% e 12%, ou mesmo mais, depois pega nessa divida, titularizando-a, e vende-a ao BCE obtendo empréstimos a uma taxa de juros de apenas 1%.
Vejamos então quais têm sido os efeitos para Portugal deste sistema especulativo, que tem sido sistematicamente oculto pelo governo e pelos comentadores oficiais, financiado pelo BCE, banco este que, em principio, devia servir os Estados que constituem a Zona Euro e não a especulação.
EM APENAS 3 ANOS A DIFERENÇA DE TAXAS DE JURO DEU À BANCA PORTUGUESA UM LUCRO DE 3.828 MILHÕES DE EUROS
Segundo o Boletim Estatístico de Março de 2011 do Banco de Portugal, a banca a operar em Portugal obteve, do BCE, financiamento no valor de 14.407 milhões € em 2008; de 19.419 milhões € em 2009; e de 48.788 milhões €, pagando uma taxa de juro de apenas 1%, o que determinou que, por este volume de empréstimos, deverá ter pago ao BCE cerca de 826 milhões €.
Segundo também o Boletim do Banco de Portugal, a banca cobrou pelos empréstimos que, com esse dinheiro obtido do BCE, depois concedeu a particulares, a empresas e ao Estado, taxas de juro médias que variaram entre 5,05% e 6.87%, o que permitiu à banca embolsar, nos três anos, juros que somaram 4.683 milhões €. Se subtrairmos a esta receita de 4.683 milhões €, os juros que teve de pagar ao BCE – 883 milhões € - ainda restam 3.828 milhões €, que constitui a sua margem financeira liquida obtida só com o financiamento do BCE à taxa de 1%.
O BCE está a financiar a especulação dos bancos contra a divida soberana portuguesa –A BANCA AUMENTOU TAMBÈM OS LUCROS LIQUIDOS À CUSTA DE IMPOSTOS NÃO PAGOS
Mas não é apenas o BCE e os mecanismos criados na Zona do Euro que financiam a especulação dos mercados, ou seja, dos bancos à custa das populações. Como isso já não fosse suficiente, em Portugal, através da multiplicação de benefícios fiscais concedidos à banca, aprovados pelos sucessivos governos e mantidos numa altura em que são impostos sacrifícios à maioria dos portugueses, os lucros da banca têm aumentado também à custa dos impostos que não paga.
O BCE ESTÁ A FINANCIAR A ESPECULAÇÃO DOS BANCOS.
A banca em Portugal lucrou com isso já 3.828 milhões € à custa das famílias, empresas e do Estado.
O DILEMA ACTUAL: OU ESTA SITUAÇÃO É ALTERADA RAPIDAMETE OU O PAÍS TEM DE SAIR DA ZONA EURO tal como aconteceu antes da crise de 2008, em que os bancos financiaram os especuladores, a uma taxa de juro baixa, para que pudessem depois obter elevados lucros, agora também o Banco Central Europeu (BCE) está a financiar a banca a uma taxa de juro também muito baixa (1%), não impondo quaisquer limites na utilização desse dinheiro, para que depois os bancos possam obter lucros extra à custa das taxas de juro elevadas que cobram não só aos Estados, mas também às famílias e às empresas. É um esquema que interessa tornar claro para todos, embora os
comentadores oficiais com acesso privilegiado aos media nunca se refiram a ele, procurando assim ocultá-lo. Por isso vamos voltar a ele.
E esse esquema “diabólico” é o seguinte.
Antes de ter entrado para a Zona Euro, Portugal possuía um Banco Central (Banco de Portugal) que podia emitir moeda (escudos), e que comprava divida ao Estado a uma taxa reduzida, assegurando assim o seu financiamento e também garantindo que nunca o Estado entrasse em falência porque o Banco de Portugal disponibilizava sempre os meios financeiros para que o Estado pagasse os seus compromissos. As únicas limitações eram, em relação à divida externa, que teria ser paga em divisas o que obrigava o Estado a recorrer fundamentalmente ao endividamento interno para se financiar, e a necessidade de evitar que a inflação disparasse.
Com a entrada para o euro, o Banco de Portugal e o Estado português perderam esse poder que passou para o Banco Central Europeu (BCE). Só ele é que pode emitir euros. Para além disso, foi introduzida uma norma nos Estatutos do BCE que proíbe que este banco compre directamente divida aos Estados. No entanto, pode comprar divida soberana, ou seja, dos Estados no chamado “mercado secundário” onde têm acesso os bancos. Portanto, está-se perante a situação caricata que permite à banca especular com a divida emitida pelos Estados, que é a seguinte: o BCE não pode comprar directamente a divida ao Estado português, mas já pode comprá-la aos bancos que
a adquirem. E então o esquema especulativo montado pela U.E. e pelo BCE para enriquecer a banca à custa dos contribuintes, das famílias, e do Estado português é o seguinte: a banca empresta às famílias, às empresas e ao Estado português cobrando taxas de juro que variam entre 5% e 12%, ou mesmo mais, depois pega nessa divida, titularizando-a, e vende-a ao BCE obtendo empréstimos a uma taxa de juros de apenas 1%.
Vejamos então quais têm sido os efeitos para Portugal deste sistema especulativo, que tem sido sistematicamente oculto pelo governo e pelos comentadores oficiais, financiado pelo BCE, banco este que, em principio, devia servir os Estados que constituem a Zona Euro e não a especulação.
EM APENAS 3 ANOS A DIFERENÇA DE TAXAS DE JURO DEU À BANCA PORTUGUESA UM LUCRO DE 3.828 MILHÕES DE EUROS
Segundo o Boletim Estatístico de Março de 2011 do Banco de Portugal, a banca a operar em Portugal obteve, do BCE, financiamento no valor de 14.407 milhões € em 2008; de 19.419 milhões € em 2009; e de 48.788 milhões €, pagando uma taxa de juro de apenas 1%, o que determinou que, por este volume de empréstimos, deverá ter pago ao BCE cerca de 826 milhões €.
Segundo também o Boletim do Banco de Portugal, a banca cobrou pelos empréstimos que, com esse dinheiro obtido do BCE, depois concedeu a particulares, a empresas e ao Estado, taxas de juro médias que variaram entre 5,05% e 6.87%, o que permitiu à banca embolsar, nos três anos, juros que somaram 4.683 milhões €. Se subtrairmos a esta receita de 4.683 milhões €, os juros que teve de pagar ao BCE – 883 milhões € - ainda restam 3.828 milhões €, que constitui a sua margem financeira liquida obtida só com o financiamento do BCE à taxa de 1%.
O BCE está a financiar a especulação dos bancos contra a divida soberana portuguesa –A BANCA AUMENTOU TAMBÈM OS LUCROS LIQUIDOS À CUSTA DE IMPOSTOS NÃO PAGOS
Mas não é apenas o BCE e os mecanismos criados na Zona do Euro que financiam a especulação dos mercados, ou seja, dos bancos à custa das populações. Como isso já não fosse suficiente, em Portugal, através da multiplicação de benefícios fiscais concedidos à banca, aprovados pelos sucessivos governos e mantidos numa altura em que são impostos sacrifícios à maioria dos portugueses, os lucros da banca têm aumentado também à custa dos impostos que não paga.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Compasso de espera
O mau cheiro ainda não desapareceu.
De facto despejámos o balde mas não conseguimos acertar em socrates nem na sua camarilha.
Pelo menos libertámo-nos já de alguma porcaria. Assim o cheiro vai sendo diluído.
Mas, a limpeza geral que se exige continua por fazer.
Não será a alternância politica que irá resolver o grave problema estrutural que atravessa o País.
O nosso verdadeiro problema, são..... TODOS.
Não temos dinheiro, não temos produção, não temos justiça, não temos politicas sociais, não temos reformas dignas, não temos uma classe politica responsável e muito em especial, já não temos paciência para ouvir o constante batuque da comunicação social.
É entediante e sobre maneira repulsivo, quando nos colocam as matracas socialistas de socrates, tosco pereira, f. assis, s.silva e há uns tempos para cá o completamente desconchavado t.santos.
É evidente que também não gostamos do ar conventual do menino passos. Mas mesmo assim não é tão irritante.
O País não precisa de mais nada ? É com este matraquear constante dos mesmos temas, com as mesmas pessoas e os mesmos discursos, que estamos a informar o Povo ?
Uma coisa é certa. É com isto que eles vão formatando consciências e impedindo que se façam programas informativos e formativos sobre realidades que o povo desconhece, pois se as vier a conhecer, talvez se acabassem com os actuais pacotes de banha da cobra politica.
Este povo, infelizmente, já vem a ser embrutecido desde há muitos séculos.
É uma matéria prima excelente para esta actual classe politica, assim como serviu para o anterior regime.
Deus, Pátria e Família, cumpriram a sua missão até há cerca de 40 anos atrás.
Agora a temática mudou um pouco.
Deus continua sempre presente. Temos que ver que uma vasta clientela já estava preparada. Só foi necessário retirar pátria e família e acrescentar Democracia e escrevermos na constituição, a caminho do socialismo.
O Bom povo, bruto e embrutecido, saudou os seus libertadores e ainda hoje lhes agradece por este estado social de bem estar e prazer que a nova classe politica nos trouxe.
Assim sendo porque não deixar que essa mesma classe controle e dirija a Comunicação para que ela seja sempre boa e consentânea com a preservação deste estado de graça em que todos vivemos.
Tal como os tementes a Deus veneram os seus santos, porque não termos nós quase diariamente nas nossas casas, um socrates, ou um tosco pereira, ou mesmo um assis que tanto se esforçou para poder ser visível, e compreensivel, e mesmo bajulante para quem o criou.
Eles são o nosso pequeno mundo de fantasias. A diversão barata e servida ao domicilio. Se alguém não gostar deles, poderá sempre divertir-se a atirar tomates ao televisor, ou mesmo a chamar-lhes filhos da puta. Porque não ?
Tudo isto é espectáculo. Tudo isto é bonito. Tudo isto já não deveria ser do nosso tempo.
A verdade é que mereciamos ser nós a levar com os tomates na tromba por continuarmos a permitir que eles por cá continuem.
Mas vivemos num País em que é difícil saber o que é que é necessário para se acender o rastilho.
De facto despejámos o balde mas não conseguimos acertar em socrates nem na sua camarilha.
Pelo menos libertámo-nos já de alguma porcaria. Assim o cheiro vai sendo diluído.
Mas, a limpeza geral que se exige continua por fazer.
Não será a alternância politica que irá resolver o grave problema estrutural que atravessa o País.
O nosso verdadeiro problema, são..... TODOS.
Não temos dinheiro, não temos produção, não temos justiça, não temos politicas sociais, não temos reformas dignas, não temos uma classe politica responsável e muito em especial, já não temos paciência para ouvir o constante batuque da comunicação social.
É entediante e sobre maneira repulsivo, quando nos colocam as matracas socialistas de socrates, tosco pereira, f. assis, s.silva e há uns tempos para cá o completamente desconchavado t.santos.
É evidente que também não gostamos do ar conventual do menino passos. Mas mesmo assim não é tão irritante.
O País não precisa de mais nada ? É com este matraquear constante dos mesmos temas, com as mesmas pessoas e os mesmos discursos, que estamos a informar o Povo ?
Uma coisa é certa. É com isto que eles vão formatando consciências e impedindo que se façam programas informativos e formativos sobre realidades que o povo desconhece, pois se as vier a conhecer, talvez se acabassem com os actuais pacotes de banha da cobra politica.
Este povo, infelizmente, já vem a ser embrutecido desde há muitos séculos.
É uma matéria prima excelente para esta actual classe politica, assim como serviu para o anterior regime.
Deus, Pátria e Família, cumpriram a sua missão até há cerca de 40 anos atrás.
Agora a temática mudou um pouco.
Deus continua sempre presente. Temos que ver que uma vasta clientela já estava preparada. Só foi necessário retirar pátria e família e acrescentar Democracia e escrevermos na constituição, a caminho do socialismo.
O Bom povo, bruto e embrutecido, saudou os seus libertadores e ainda hoje lhes agradece por este estado social de bem estar e prazer que a nova classe politica nos trouxe.
Assim sendo porque não deixar que essa mesma classe controle e dirija a Comunicação para que ela seja sempre boa e consentânea com a preservação deste estado de graça em que todos vivemos.
Tal como os tementes a Deus veneram os seus santos, porque não termos nós quase diariamente nas nossas casas, um socrates, ou um tosco pereira, ou mesmo um assis que tanto se esforçou para poder ser visível, e compreensivel, e mesmo bajulante para quem o criou.
Eles são o nosso pequeno mundo de fantasias. A diversão barata e servida ao domicilio. Se alguém não gostar deles, poderá sempre divertir-se a atirar tomates ao televisor, ou mesmo a chamar-lhes filhos da puta. Porque não ?
Tudo isto é espectáculo. Tudo isto é bonito. Tudo isto já não deveria ser do nosso tempo.
A verdade é que mereciamos ser nós a levar com os tomates na tromba por continuarmos a permitir que eles por cá continuem.
Mas vivemos num País em que é difícil saber o que é que é necessário para se acender o rastilho.
terça-feira, 22 de março de 2011
Fechem as fronteiras
Não podemos permitir que J. socrates e a sua camarilha possam sair impunes daquilo que o seu desgoverno causou ao País.
Esta gente tem de ser julgada em processo crime.
Não é possível que continuemos a permitir que gente como esta, possa apenas endossar as suas responsabilidades num simples jogo politico.
Não é possível consagrar-se o roubo e o esbulho do património nacional sem quaisquer consequências para os seus autores. É deprimente vermos, por exemplo, como esta classe politica apadrinha o "exílio" temporário de Dias Loureiro para Cabo Verde.
O homem delicia-se nas praias e o País paga as dividas do Banco. Somos nós que diariamente lhe servimos as lagostas enquanto gente boa e séria passa fome.
Isto não pode continuar.
A classe politica tem de ser responsabilizada pelas funções que exerce, tal como qualquer gestor de uma empresa privada, porque nas publicas e por maiores que sejam os prejuízos, "os homens" ainda são gratificados.
Isto é uma vergonha.
Socrates e companhia têm que ser presos e julgados. Não há crime mais grave que destruir o próprio País.
Seja qual for o próximo governo, não poderemos permitir que continue esta impunidade politica.
Hoje, 4ºa feira, à hora em que forem finalmente escorraçados do governo, deveríamos estar todos á porta de S.Bento com um balde "cheio de merda" para lançar ás trombas de J.socrates. Depois exigimos a S. pereira que limpe o chefe com a língua. Fará certamente esse trabalho com a mesma inteligência e dedicação como qualquer canideo o faria em relação ao seu dono. Colocaremos assim as coisas no seu devido sítio. O esgoto da história.
Esta gente tem de ser julgada em processo crime.
Não é possível que continuemos a permitir que gente como esta, possa apenas endossar as suas responsabilidades num simples jogo politico.
Não é possível consagrar-se o roubo e o esbulho do património nacional sem quaisquer consequências para os seus autores. É deprimente vermos, por exemplo, como esta classe politica apadrinha o "exílio" temporário de Dias Loureiro para Cabo Verde.
O homem delicia-se nas praias e o País paga as dividas do Banco. Somos nós que diariamente lhe servimos as lagostas enquanto gente boa e séria passa fome.
Isto não pode continuar.
A classe politica tem de ser responsabilizada pelas funções que exerce, tal como qualquer gestor de uma empresa privada, porque nas publicas e por maiores que sejam os prejuízos, "os homens" ainda são gratificados.
Isto é uma vergonha.
Socrates e companhia têm que ser presos e julgados. Não há crime mais grave que destruir o próprio País.
Seja qual for o próximo governo, não poderemos permitir que continue esta impunidade politica.
Hoje, 4ºa feira, à hora em que forem finalmente escorraçados do governo, deveríamos estar todos á porta de S.Bento com um balde "cheio de merda" para lançar ás trombas de J.socrates. Depois exigimos a S. pereira que limpe o chefe com a língua. Fará certamente esse trabalho com a mesma inteligência e dedicação como qualquer canideo o faria em relação ao seu dono. Colocaremos assim as coisas no seu devido sítio. O esgoto da história.
sábado, 19 de março de 2011
Ás armas !
Sejam elas quais forem.
A nossa é a mais potente e chama-se RAZÃO.
Temos que rapidamente encontrar uma forma de agregar um conjunto de pessoas válidas e conscientes da necessidade de se ter de tomar uma posição.
Aqueles que quiserem fazer parte de um grupo alargado para analise e debate das estratégias e iniciativas a tomar, POR FAVOR DEIXEM O VOSSO CONTACTO AQUI, OU PARA O NOSSO MAIL.
Se for necessária uma REVOLUÇÃO, estaremos lá.
Uma coisa é certa. O país tem que se livrar desta sucata socialista liderada por socrates, acolitado pelos toscos Pereira e Teixeira.
Os últimos desenvolvimentos demonstram bem até que ponto é que foram e o descrédito que cada vez mais temos junto dos restantes membros da U.E. onde continuamos a mendigar.
Um primeiro ministro que não passa de um aldrabão e que não tem qualquer noção daquilo que é necessário fazer para retirar o País do buraco onde nos meteu, tem que ser corrido e julgado num tribunal de pequena instância tal é a pequenez do ser em causa.
A nossa é a mais potente e chama-se RAZÃO.
Temos que rapidamente encontrar uma forma de agregar um conjunto de pessoas válidas e conscientes da necessidade de se ter de tomar uma posição.
Aqueles que quiserem fazer parte de um grupo alargado para analise e debate das estratégias e iniciativas a tomar, POR FAVOR DEIXEM O VOSSO CONTACTO AQUI, OU PARA O NOSSO MAIL.
Se for necessária uma REVOLUÇÃO, estaremos lá.
Uma coisa é certa. O país tem que se livrar desta sucata socialista liderada por socrates, acolitado pelos toscos Pereira e Teixeira.
Os últimos desenvolvimentos demonstram bem até que ponto é que foram e o descrédito que cada vez mais temos junto dos restantes membros da U.E. onde continuamos a mendigar.
Um primeiro ministro que não passa de um aldrabão e que não tem qualquer noção daquilo que é necessário fazer para retirar o País do buraco onde nos meteu, tem que ser corrido e julgado num tribunal de pequena instância tal é a pequenez do ser em causa.
quarta-feira, 16 de março de 2011
O interesse Nacional
Dentro daquilo que a minha capacidade de encaixe permite, vou assistindo amiúde às intervenções de quem ilegitimamente ocupa o lugar de 1º ministro.
O discurso é sobre maneira irritante pelo estilo tom e pose, repetitivo, falso, sem conteúdo de verdade e acima de tudo irresponsável.
Depois de passado o incómodo, faz-me roer os ossos ver e ouvir uma parte considerável de análises criticas que os mais diversos comentadores vão fazendo.
Repare-se bem o que por vezes é dito:
O "homem" acredita sinceramente que está a defender o interesse nacional - Marcelo R.Sousa
Penso que J.socrates defende de forma consciente que é seu dever defender o interesse nacional - Ricardo Costa
Poderíamos seguir com muitos outros exemplos, mas vamos ficar com estes pois são posições e comentários feitos nos dois canais com maior audiência.
Se não fosse ridículo, seria trágico.
Pensamos que Marcelo Rebelo de Sousa já perdeu algum do "encanto" que vários comentários seus tiveram há uns anos atrás. Perdeu a graça e pior, perdeu a vergonha ao escamotear o impacto da manifestação da geração á rasca. Dizer no horário nobre da TVI que estiveram 80.000 mil pessoas é pretender falsear a verdade e comprometer em definitivo a réstia de credibilidade que se lhe poderia aceitar.
Sobre a manifestação, que a ninguém restem dúvidas. Foi a maior já realizada após 74.
Nós podemos dizer isto porque fomos a todas.
Quanto a Ricardo Costa outra coisa não era de esperar.
Voltando ao cerne da questão.
Socrates é um mentiroso compulsivo e não tem qualquer sentido de defesa do interesse nacional. Se tivesse, o País não estaria hoje na situação em que se encontra.
Socrates é um doente. É um psicopata.
A credibilidade daquilo que anuncia ou faz, é nula.
Estamos fartos de ouvir dizer uns dias antes que está tudo a andar bem, para uma semana depois já serem necessárias novas medidas.
Pasme-se!!! É este "homem" que está á "gerir" uma Nação com 900 anos e que rasteja até á Bélgica ou Alemanha a mendigar uns empréstimos e a trazer uns "conselhos" que ele nem entende bem por é que tem que ser assim, mas bom, se foi aquilo que lhe disseram, ele tinha que fazer.
E o "homenzinho" lá preparou qualquer coisa á pressa e lá foi.
É verdade que se esqueceu de avisar os outros. Mas temos que ver que o homem anda acossado. O medo de vir a enfrentar a justiça mais ainda o enerva.
O curioso, repetitivo e quase anedótico se não fosse triste, é vermos a eterna justificação de que estas medidas são para baixar o deficit e relançar a actividade económica.
Isto dito pelo sócrates é perfeitamente normal e aceitável. O "homem" se calhar até está convencido que é assim, pois não tem conhecimentos nem credibilidade para ter consciência daquilo que anda a fazer.
Não podíamos esperar que um simples agente técnico se pudesse tornar num grande gestor e estadista. "Homem" este, ainda por cima continuamente fustigado por processos judiciais e outros.
O "homem" parece que ainda nem sequer percebeu ao ponto a que conduziu o País.
Mas bom, à maioria dos comentadores pedia-se outra capacidade de análise e comentário, tendo em conta o passado desta criatura.
Socrates é um foragido à justiça que se agarra ao poder como forma de se isentar a responder pelos crimes que já cometeu.
Repare-se bem;
Nenhuma redução de deficit, em nenhum País, levou só por si ao Desenvolvimento económico. Quando esta redução assenta no corte de vencimentos e aumento de impostos, o consumo diminui e o crescimento estagna ou regride. É que a tudo isto acresce um sistema judicial ineficaz e uma classe politica corrupta e entrelaçada com o sistema financeiro e bancário. O País não tem saída com estas politicas e estes políticos.
Tudo o que se passou foi apenas mais uma fuga para a frente na tentativa de emperrar decisões políticas que lhe permitiriam continuar agarrado ao poder que o encobre e lhe vem garantindo a impunidade.
O nosso problema não é a falta de dinheiro.
O que precisamos é de gente credível e séria para o poder gerir.
Assim sendo, não existe qualquer sentido de defesa do interesse nacional no conteúdo dos pecs que apenas estão a agravar a difícil situação em que nos encontramos.
O verdadeiro INTERESSE NACIONAL é correr com este "homem" e esta escumalha politica, caminhando para um novo regime e sistema politico.
É isso que se exige de quem já está consciente da verdadeira situação de catástrofe para que fomos conduzidos.
O discurso é sobre maneira irritante pelo estilo tom e pose, repetitivo, falso, sem conteúdo de verdade e acima de tudo irresponsável.
Depois de passado o incómodo, faz-me roer os ossos ver e ouvir uma parte considerável de análises criticas que os mais diversos comentadores vão fazendo.
Repare-se bem o que por vezes é dito:
O "homem" acredita sinceramente que está a defender o interesse nacional - Marcelo R.Sousa
Penso que J.socrates defende de forma consciente que é seu dever defender o interesse nacional - Ricardo Costa
Poderíamos seguir com muitos outros exemplos, mas vamos ficar com estes pois são posições e comentários feitos nos dois canais com maior audiência.
Se não fosse ridículo, seria trágico.
Pensamos que Marcelo Rebelo de Sousa já perdeu algum do "encanto" que vários comentários seus tiveram há uns anos atrás. Perdeu a graça e pior, perdeu a vergonha ao escamotear o impacto da manifestação da geração á rasca. Dizer no horário nobre da TVI que estiveram 80.000 mil pessoas é pretender falsear a verdade e comprometer em definitivo a réstia de credibilidade que se lhe poderia aceitar.
Sobre a manifestação, que a ninguém restem dúvidas. Foi a maior já realizada após 74.
Nós podemos dizer isto porque fomos a todas.
Quanto a Ricardo Costa outra coisa não era de esperar.
Voltando ao cerne da questão.
Socrates é um mentiroso compulsivo e não tem qualquer sentido de defesa do interesse nacional. Se tivesse, o País não estaria hoje na situação em que se encontra.
Socrates é um doente. É um psicopata.
A credibilidade daquilo que anuncia ou faz, é nula.
Estamos fartos de ouvir dizer uns dias antes que está tudo a andar bem, para uma semana depois já serem necessárias novas medidas.
Pasme-se!!! É este "homem" que está á "gerir" uma Nação com 900 anos e que rasteja até á Bélgica ou Alemanha a mendigar uns empréstimos e a trazer uns "conselhos" que ele nem entende bem por é que tem que ser assim, mas bom, se foi aquilo que lhe disseram, ele tinha que fazer.
E o "homenzinho" lá preparou qualquer coisa á pressa e lá foi.
É verdade que se esqueceu de avisar os outros. Mas temos que ver que o homem anda acossado. O medo de vir a enfrentar a justiça mais ainda o enerva.
O curioso, repetitivo e quase anedótico se não fosse triste, é vermos a eterna justificação de que estas medidas são para baixar o deficit e relançar a actividade económica.
Isto dito pelo sócrates é perfeitamente normal e aceitável. O "homem" se calhar até está convencido que é assim, pois não tem conhecimentos nem credibilidade para ter consciência daquilo que anda a fazer.
Não podíamos esperar que um simples agente técnico se pudesse tornar num grande gestor e estadista. "Homem" este, ainda por cima continuamente fustigado por processos judiciais e outros.
O "homem" parece que ainda nem sequer percebeu ao ponto a que conduziu o País.
Mas bom, à maioria dos comentadores pedia-se outra capacidade de análise e comentário, tendo em conta o passado desta criatura.
Socrates é um foragido à justiça que se agarra ao poder como forma de se isentar a responder pelos crimes que já cometeu.
Repare-se bem;
Nenhuma redução de deficit, em nenhum País, levou só por si ao Desenvolvimento económico. Quando esta redução assenta no corte de vencimentos e aumento de impostos, o consumo diminui e o crescimento estagna ou regride. É que a tudo isto acresce um sistema judicial ineficaz e uma classe politica corrupta e entrelaçada com o sistema financeiro e bancário. O País não tem saída com estas politicas e estes políticos.
Tudo o que se passou foi apenas mais uma fuga para a frente na tentativa de emperrar decisões políticas que lhe permitiriam continuar agarrado ao poder que o encobre e lhe vem garantindo a impunidade.
O nosso problema não é a falta de dinheiro.
O que precisamos é de gente credível e séria para o poder gerir.
Assim sendo, não existe qualquer sentido de defesa do interesse nacional no conteúdo dos pecs que apenas estão a agravar a difícil situação em que nos encontramos.
O verdadeiro INTERESSE NACIONAL é correr com este "homem" e esta escumalha politica, caminhando para um novo regime e sistema politico.
É isso que se exige de quem já está consciente da verdadeira situação de catástrofe para que fomos conduzidos.
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