Muito mais que a vitória do PSD, aquilo que se ouve e sente é o enorme alivio pela derrota do palhaço ambulante e da sua trupe.
Ficamos no entanto bastante retraídos e com cada vez mais consciência de que é necessário e exigível conseguir-se a prazo uma mudança de Regime.
Temos que conseguir caminhar para uma verdadeira Democracia.
Aquela que temos só serve aos mesmos de sempre
Incomoda-nos sobre maneira o espectáculo mediático da grande maioria dos intervenientes neste processo eleitoral.
Todo o sistema gira á volta de uma estrutura comunicacional definida e sustentada pelos representantes do poder instalado.
As caras são sempre as mesmas. Lá estamos a ver outra vez a Inês Medeiros, o Vitalino Canas, o José Lelo. o Augusto Silva, o outro Silva o Vieira, e para nosso desgosto acabámos de ver passar o rosto porcino do outro silva o pereira.
Isto é demasiado difícil de continuarmos a suportar.
É que esta gente vai continuar a ser paga por nós !! Isto é a continuação de uma afronta que de há muito se faz ao País.
Esta gente não tem ideias, não serve para nada e apenas contribui para agravar o deficit das contas publicas.
Por esta e outras razões iremos ter de continuar os nossos esforços em direção a um novo Regime que permita finalmente ao País encontrar a via certa para a recuperação e o desenvolvimento.
Entretanto a festa continua.
domingo, 5 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Simplesmente adeus ?
O pesadelo está prestes a ter uma pausa.
Tudo indica que esse estropicio politico de nome socrates e toda a sua quadrilha, estarão já de malas aviadas.
Mas...não os devemos deixar ir embora.
Será bom que possam assistir, esperemos que em qualquer estabelecimento prisional, à agonia de um povo vitimado pelas suas irresponsáveis e criminosas decisões que conduziram o país ao estado extremo de endividamento e pobreza galopante.
Tudo isto é sentido por muita gente e vem desde há algum tempo sendo exposto publicamente por alguns órgãos de comunicação social. Nem sempre de forma firme e continuada como seria exigível.
Não ficaremos satisfeitos com a simples derrota de alguma desta escumalha politica.
O cerne do problema está na natureza do Regime e no ordenamento jurídico que foram construindo ao longo do tempo.
Temos estado a viver num falso sistema designado por Democrático, onde de facto o único poder que nos assiste é o de legitimar, de acordo com as leis que fabricaram, aqueles que vêm enterrando o País e que se fecharam num circulo de interesses em que de uma forma ou outra todos os partidos com assento parlamentar se sentem confortáveis e não expressam qualquer vontade de mudança.
A possível vitória de Passos Coelho será apenas uma lufada de ar ainda pouco viciado. É no entanto a única possibilidade que se nos apresenta de se poder cortar de imediato com a clique socrática. No entanto nada se irá alterar na natureza do regime que nos sufoca e que impede a imprescindivel recuperação económica.
Um estado sem capacidade de auto sustentação em termos de produtos e matérias primas, caminhará sempre na dependência de outros estados mais desenvolvidos e nunca conseguirá diminuir o fosso que se agravará irremediavelmente ao longo do tempo.
Precisamos assim que terminarem estas eleições, fazer algo de concreto que nos conduza a uma plataforma de entendimentos e ações que nos permitam ganhar "corpo", para podermos questionar os órgãos de soberania sobre a natureza do Regime e as deficiências do sistema politico.
Com estas gentes e este sistema politico assente numa estrutura de leis manifestamente preparadas para lhes garantir a impunidade da acção politica, nunca o País irá sair do fosso onde se encontra.
Depois desta eleição é urgente que apareçam e se agreguem todos aqueles que querem um País mais justo e com capacidade de evoluir nos aspectos essenciais da competitividade. Para isso teremos de varrer em definitivo todos aqueles que apenas e até agora apenas se preocuparam com os seus interesses ou a sua imagem, mesmo que para isso venham traindo aquilo que vergonhosamente ainda dizem defender e que se chama interesse nacional.
Nessa luta, nós participaremos em qualquer posição e com qualquer "armamento".
Hoje sentimo-nos frustados por não termos conseguido chegar mais longe nessa batalha essencial a que nos sentimos obrigados pela ética e respeito por aquilo que é o bem comum de um Povo.
Cada vez menos nos apetece escrever e cada vez mais sentimos o cheiro da pólvora que já tarda. Este País merecia outra gente e outra História.
Ainda não desistimos.
Tudo indica que esse estropicio politico de nome socrates e toda a sua quadrilha, estarão já de malas aviadas.
Mas...não os devemos deixar ir embora.
Será bom que possam assistir, esperemos que em qualquer estabelecimento prisional, à agonia de um povo vitimado pelas suas irresponsáveis e criminosas decisões que conduziram o país ao estado extremo de endividamento e pobreza galopante.
Tudo isto é sentido por muita gente e vem desde há algum tempo sendo exposto publicamente por alguns órgãos de comunicação social. Nem sempre de forma firme e continuada como seria exigível.
Não ficaremos satisfeitos com a simples derrota de alguma desta escumalha politica.
O cerne do problema está na natureza do Regime e no ordenamento jurídico que foram construindo ao longo do tempo.
Temos estado a viver num falso sistema designado por Democrático, onde de facto o único poder que nos assiste é o de legitimar, de acordo com as leis que fabricaram, aqueles que vêm enterrando o País e que se fecharam num circulo de interesses em que de uma forma ou outra todos os partidos com assento parlamentar se sentem confortáveis e não expressam qualquer vontade de mudança.
A possível vitória de Passos Coelho será apenas uma lufada de ar ainda pouco viciado. É no entanto a única possibilidade que se nos apresenta de se poder cortar de imediato com a clique socrática. No entanto nada se irá alterar na natureza do regime que nos sufoca e que impede a imprescindivel recuperação económica.
Um estado sem capacidade de auto sustentação em termos de produtos e matérias primas, caminhará sempre na dependência de outros estados mais desenvolvidos e nunca conseguirá diminuir o fosso que se agravará irremediavelmente ao longo do tempo.
Precisamos assim que terminarem estas eleições, fazer algo de concreto que nos conduza a uma plataforma de entendimentos e ações que nos permitam ganhar "corpo", para podermos questionar os órgãos de soberania sobre a natureza do Regime e as deficiências do sistema politico.
Com estas gentes e este sistema politico assente numa estrutura de leis manifestamente preparadas para lhes garantir a impunidade da acção politica, nunca o País irá sair do fosso onde se encontra.
Depois desta eleição é urgente que apareçam e se agreguem todos aqueles que querem um País mais justo e com capacidade de evoluir nos aspectos essenciais da competitividade. Para isso teremos de varrer em definitivo todos aqueles que apenas e até agora apenas se preocuparam com os seus interesses ou a sua imagem, mesmo que para isso venham traindo aquilo que vergonhosamente ainda dizem defender e que se chama interesse nacional.
Nessa luta, nós participaremos em qualquer posição e com qualquer "armamento".
Hoje sentimo-nos frustados por não termos conseguido chegar mais longe nessa batalha essencial a que nos sentimos obrigados pela ética e respeito por aquilo que é o bem comum de um Povo.
Cada vez menos nos apetece escrever e cada vez mais sentimos o cheiro da pólvora que já tarda. Este País merecia outra gente e outra História.
Ainda não desistimos.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
O abanão
Finalmente as coisas começam a compor-se.
Não é que os problemas do País se venham a resolver. Mas este nojo de gente que se foi apoderando das estruturas do poder e que acabou por gerar um dos mais desiquilibrados estados sociais de toda a União Europeia, começa agora a desagregar-se.
Não é pela qualidade da oferta alternativa que nos é apresentada. Nesse aspeto até podemos dizer que só as moscas é que vão mudar.
Mas vamos por partes.
O objectivo primordial é varrer toda a clique socrática.
Esta gente conseguiu passar um atestado de estupidez a parte considerável deste povo.
E insiste, martelando a tecla da defesa do Estado Social, eles que conseguiram criar o mais desnivelado sistema de distribuição de salários, rendimentos e pensões. Nenhum outro País da U.E. se assemelha sequer às disparidades existentes no nosso. Uma autêntica vergonha, para quem se apresenta desde há mais de 30 anos com a bandeira do socialismo, ou seja a promessa de um Estado mais igualitário e equitativo.
O resultado agora bem visivel apenas comprova a falta de caracter e de principios desta gente que se vem alimentando de um sistema que foi construido à medida dos seus interesses.
Agora exige-se o julgamento destes criminosos de delito publico. Não é só derrotá-los nas eleições. Temos que ir mais longe.
Este Regime e este Sistema estão esgotados. Estas eleições só serão interessantes se depois for possivel exigir responsabilidades a quem conduzuiu o País a esta desgraça.
Este terá de ser o esforço continuo de todos aqueles que por diversos meios vêm alertando desde há vários anos para as consequências de todo este desvario e incompetência de quem exerceu cargos de gestão publica.
Os jovens que em Madrid e em Lisboa apelam à mudança de Sistema, merecem o nosso total apoio. Lá iremos, para no local lhes darmos o incentivo necessário e possivel, de quem comunga com eles essa certeza de que será necessário irmos para a RUA e sermos mesmo mais activos e actuantes, pois isto já não vai com caldos de galinha.
Não é que os problemas do País se venham a resolver. Mas este nojo de gente que se foi apoderando das estruturas do poder e que acabou por gerar um dos mais desiquilibrados estados sociais de toda a União Europeia, começa agora a desagregar-se.
Não é pela qualidade da oferta alternativa que nos é apresentada. Nesse aspeto até podemos dizer que só as moscas é que vão mudar.
Mas vamos por partes.
O objectivo primordial é varrer toda a clique socrática.
Esta gente conseguiu passar um atestado de estupidez a parte considerável deste povo.
E insiste, martelando a tecla da defesa do Estado Social, eles que conseguiram criar o mais desnivelado sistema de distribuição de salários, rendimentos e pensões. Nenhum outro País da U.E. se assemelha sequer às disparidades existentes no nosso. Uma autêntica vergonha, para quem se apresenta desde há mais de 30 anos com a bandeira do socialismo, ou seja a promessa de um Estado mais igualitário e equitativo.
O resultado agora bem visivel apenas comprova a falta de caracter e de principios desta gente que se vem alimentando de um sistema que foi construido à medida dos seus interesses.
Agora exige-se o julgamento destes criminosos de delito publico. Não é só derrotá-los nas eleições. Temos que ir mais longe.
Este Regime e este Sistema estão esgotados. Estas eleições só serão interessantes se depois for possivel exigir responsabilidades a quem conduzuiu o País a esta desgraça.
Este terá de ser o esforço continuo de todos aqueles que por diversos meios vêm alertando desde há vários anos para as consequências de todo este desvario e incompetência de quem exerceu cargos de gestão publica.
Os jovens que em Madrid e em Lisboa apelam à mudança de Sistema, merecem o nosso total apoio. Lá iremos, para no local lhes darmos o incentivo necessário e possivel, de quem comunga com eles essa certeza de que será necessário irmos para a RUA e sermos mesmo mais activos e actuantes, pois isto já não vai com caldos de galinha.
terça-feira, 10 de maio de 2011
O dilema
Parte considerável deste povo continua a revelar sintomas que nos obrigam a reflectir sobre o que será essencial em determinados momentos.
Talvez seja necessário fazer uma lista de prioridades relativamente aquilo que contestamos e que nos leva a manter um esforço continuado de luta e denuncia.
Ordenando pela actual ordem de urgência.
1º É essencial retirar da área da governação toda a clique socrática.
O bem que isto fará ao País e a cada um de nós em particular é da maior importância.
2º Reforçar a estratégia de combate ao sistema politico instalado.
3º Continuar o esforço de aglutinação de todos os que entendem ser necessário reformular o funcionamento deste falso Regime Democrático.
Tendo isto em mente e considerando as sondagens que vão sendo feitas, confessamos que nos preocupa ver que o partido socialista continua com hipóteses de se poder manter na área da governação.
Isto é grave, pois significaria o prolongar deste vasto leque de interesses instalados que levaram ao desequilíbrio estrutural do nosso sistema económico.
É tambem trágico e comprova a incapacidade de discernimento de uma parte considerável da população, com a qual temos de nos aglutinar e com eles viver aqui.
Por tudo isto, vão forçar-nos a fazer aquilo que não gostamos, mas temos que tentar evitar um mal maior. Isso obriga a ir votar no dia 5.
Deverá ser um voto contra socrates e o sitema politico instalado. E esse voto não poderá ser em branco ou nulo. É que esta gente sem vergonha aceita os cargos, nem que tivessem apenas 5% de votos.
O objectivo é varrer de imediato este partido socialista e toda a escumalha que nele se apoia.
Não poderemos ser obrigados a suportar de novo os trejeitos imbecis de um socrates, ou o "facies" porcino de tosco pereira.
Precisamos de respirar um ar diferente mesmo que não seja puro.
Onde é que poderemos votar? É uma boa pergunta para a qual não temos resposta.
Caberá a cada um de nós ponderar qual a melhor forma de ferir a besta.
Se a lança se chamar Passos ou Portas ou Louçã ou Gerónimo, nâo interessa. O que é preciso é cravar a estocada final. Não o podemos deixar em agonia, pois seriamos nós tambem a sofrer.
Para já a ponta mais afiada está nas mãos de Passos. Vamos ver como é que ele irá enfrentar o animal na próxima vez que o encontrar. Ontem ficámos bastante desiludidos com Portas, pois há tantas formas de desmascarar o "bicho" e acabamos por ver um tratamento com paninhos quentes em que até a simples alusão a mais uma mentira é feita quase com reverência.
Não é assim que se desmascara aquela gente.
Que pena termos tão fracos lidadores.
Talvez seja necessário fazer uma lista de prioridades relativamente aquilo que contestamos e que nos leva a manter um esforço continuado de luta e denuncia.
Ordenando pela actual ordem de urgência.
1º É essencial retirar da área da governação toda a clique socrática.
O bem que isto fará ao País e a cada um de nós em particular é da maior importância.
2º Reforçar a estratégia de combate ao sistema politico instalado.
3º Continuar o esforço de aglutinação de todos os que entendem ser necessário reformular o funcionamento deste falso Regime Democrático.
Tendo isto em mente e considerando as sondagens que vão sendo feitas, confessamos que nos preocupa ver que o partido socialista continua com hipóteses de se poder manter na área da governação.
Isto é grave, pois significaria o prolongar deste vasto leque de interesses instalados que levaram ao desequilíbrio estrutural do nosso sistema económico.
É tambem trágico e comprova a incapacidade de discernimento de uma parte considerável da população, com a qual temos de nos aglutinar e com eles viver aqui.
Por tudo isto, vão forçar-nos a fazer aquilo que não gostamos, mas temos que tentar evitar um mal maior. Isso obriga a ir votar no dia 5.
Deverá ser um voto contra socrates e o sitema politico instalado. E esse voto não poderá ser em branco ou nulo. É que esta gente sem vergonha aceita os cargos, nem que tivessem apenas 5% de votos.
O objectivo é varrer de imediato este partido socialista e toda a escumalha que nele se apoia.
Não poderemos ser obrigados a suportar de novo os trejeitos imbecis de um socrates, ou o "facies" porcino de tosco pereira.
Precisamos de respirar um ar diferente mesmo que não seja puro.
Onde é que poderemos votar? É uma boa pergunta para a qual não temos resposta.
Caberá a cada um de nós ponderar qual a melhor forma de ferir a besta.
Se a lança se chamar Passos ou Portas ou Louçã ou Gerónimo, nâo interessa. O que é preciso é cravar a estocada final. Não o podemos deixar em agonia, pois seriamos nós tambem a sofrer.
Para já a ponta mais afiada está nas mãos de Passos. Vamos ver como é que ele irá enfrentar o animal na próxima vez que o encontrar. Ontem ficámos bastante desiludidos com Portas, pois há tantas formas de desmascarar o "bicho" e acabamos por ver um tratamento com paninhos quentes em que até a simples alusão a mais uma mentira é feita quase com reverência.
Não é assim que se desmascara aquela gente.
Que pena termos tão fracos lidadores.
terça-feira, 3 de maio de 2011
O estranho desaparecimento
Já alguma coisa se escreveu sobre o desaparecimento de Teixeira. Entendemos que também o devemos fazer
Para sermos francos, temos que expressar que não gostamos desta personagem.
Não se trata apenas de um problema de empatia. Trata-se sim dum problema de personalidade e competência.
Este sub produto politico foi-nos apresentado como uma pessoa competente.
Como cartão de visita tinha o facto de ter sido professor. Argumentava-se com esse facto para lhe acrescentar credibilidade.
E o homem foi-se integrando no sistema.
A sua imagem de "velhinho condescendente e capaz" foi servindo a socrates para poder dar cobertura às irresponsáveis decisões que já estava preparado para tomar e para as quais o anterior ministro não esteve disponível.
Este Teixeira submisso e capacho é o grande responsável pela catástrofe do País.
Era a ele que competia ter a noção das consequências das decisões politicas que acabaram por arrasar a economia e levar-nos até á bancarrota.
Foi este homem, em conjunto com o outro "velhinho" que puseram no ministério da Economia, os grandes responsáveis pela catástrofe do País.
Socrates acaba por ser um vulgar manipulador que teve a possibilidade de se fazer acompanhar por um vasto conjunto de assistentes, muito bem pagos e particularmente versados na arte de comunicar e compor imagens.
Mas, exigia-se muito mais a quem aceita ser ministro. O dever de responsabilidade perante toda uma Nação, devia obrigar ao exercício consciente do cargo e á assumpção de responsabilidades pelos resultados do mesmo.
Esta é talvez a maior "pecha" do actual Regime politico. É que a ninguém são imputadas responsabilidades.
Por isso proliferam os socrates, os pereiras, os teixeiras, os loureiros, etc.
Muitos se interrogam agora sobre o que é que impede o Teixeira de se justificar sobre o percurso errante e estranhamente inconsciente que foi fazendo.
Um homem que é exposto quase ao ridículo pelo ainda "chefe e mentor", tem de ter grossas culpas no cartório para não poder "dar à língua".
Mas é neste aspecto que o "nosso Teixeira" atinge o ponto mais baixo.
A falta de personalidade reactiva.
Deixou-se subjugar pelos acontecimentos e não pode ou não teve clarividência para se demarcar das politicas que foram sendo seguidas.
Certamente que ainda nem sequer percebeu bem a participação que teve no desastre em que o papel principal acaba por ser o dele.
Adenda - Foi deprimente voltarmos a ver o "nosso teixeira" ser de novo humilhado publicamente, pois ninguém percebeu o que é que estava ali a fazer junto ao palhaço-mor da chamada democracia Portuguesa.
Para sermos francos, temos que expressar que não gostamos desta personagem.
Não se trata apenas de um problema de empatia. Trata-se sim dum problema de personalidade e competência.
Este sub produto politico foi-nos apresentado como uma pessoa competente.
Como cartão de visita tinha o facto de ter sido professor. Argumentava-se com esse facto para lhe acrescentar credibilidade.
E o homem foi-se integrando no sistema.
A sua imagem de "velhinho condescendente e capaz" foi servindo a socrates para poder dar cobertura às irresponsáveis decisões que já estava preparado para tomar e para as quais o anterior ministro não esteve disponível.
Este Teixeira submisso e capacho é o grande responsável pela catástrofe do País.
Era a ele que competia ter a noção das consequências das decisões politicas que acabaram por arrasar a economia e levar-nos até á bancarrota.
Foi este homem, em conjunto com o outro "velhinho" que puseram no ministério da Economia, os grandes responsáveis pela catástrofe do País.
Socrates acaba por ser um vulgar manipulador que teve a possibilidade de se fazer acompanhar por um vasto conjunto de assistentes, muito bem pagos e particularmente versados na arte de comunicar e compor imagens.
Mas, exigia-se muito mais a quem aceita ser ministro. O dever de responsabilidade perante toda uma Nação, devia obrigar ao exercício consciente do cargo e á assumpção de responsabilidades pelos resultados do mesmo.
Esta é talvez a maior "pecha" do actual Regime politico. É que a ninguém são imputadas responsabilidades.
Por isso proliferam os socrates, os pereiras, os teixeiras, os loureiros, etc.
Muitos se interrogam agora sobre o que é que impede o Teixeira de se justificar sobre o percurso errante e estranhamente inconsciente que foi fazendo.
Um homem que é exposto quase ao ridículo pelo ainda "chefe e mentor", tem de ter grossas culpas no cartório para não poder "dar à língua".
Mas é neste aspecto que o "nosso Teixeira" atinge o ponto mais baixo.
A falta de personalidade reactiva.
Deixou-se subjugar pelos acontecimentos e não pode ou não teve clarividência para se demarcar das politicas que foram sendo seguidas.
Certamente que ainda nem sequer percebeu bem a participação que teve no desastre em que o papel principal acaba por ser o dele.
Adenda - Foi deprimente voltarmos a ver o "nosso teixeira" ser de novo humilhado publicamente, pois ninguém percebeu o que é que estava ali a fazer junto ao palhaço-mor da chamada democracia Portuguesa.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
O Povo e o Folclore
A teoria relativa ás nossas origem enquanto povo e Nação, acaba por mais uma vez ser cabalmente demonstrada.
De facto somos os herdeiros dos enjeitados da sorte e dos estropiados da vida, que por incapacidade ou invalidez por estas terras foram ficando.
Consta que a maior parte dos nossos antepassados eram surdos e pouco inteligentes, pois a cada nova chegada dos emigrantes da altura, estavam sempre a rir e virados de costas, de forma a poderem receber a canga e o respectivo pontapé no traseiro. E riam muito e parece que até eram felizes.
Com o andar dos séculos a coisa foi-se mantendo. Se era preciso metê-los nos barcos ou nas caravelas, não havia problema. Então se estávamos aqui presos por Castela e pela água, não era de avançar para o mar?
Pessoal não faltava para os trabalhos braçais, ou para irem ficando espalhados pelos mais diversos cantos do Mundo. E qual era o problema ? A maior parte deles até sentia que uma das costelas não era deste sitio onde nascera.
E iam e ficavam e alguns ainda vinham. Parece que sempre com a mesma vontade de agradar aos "mestres". A imbecilidade, foi mesmo algumas vezes apelidada de heroísmo! É verdade, fomos heróis do mar. Até houve um poeta que exagerou e disse que éramos uma Nação valente e imortal. O "marketing" que na altura ainda não tinha sido descoberto, já começava a dar os primeiros passos por aqui.
Aqueles que entretanto vinham de fora, tal como alguns oriundos da Germânia e que foram Reis por cá, ficavam muito confusos e admirados quando de cada vez que saiam do palácio para visitar uma qualquer terra, eram sempre recebidos com foguetes e uma grande animação em que o folclore não podia faltar.
Este povo sempre foi assim. Nunca compreendeu o papel subalterno que ao longo dos tempos vem protagonizando. Nunca percebeu que a sua parte no País são apenas as sobras e o desprezo das elites que vêm detendo o poder.
Este povo só serve para sorrir ou bajular. Essa caracteristica, tornou-nos hospitaleiros e bons para o turismo.
Estamos cada vez mais aptos para servir e darmos graças a Deus por continuarmos a ter paz e um primeiro ministro que tão bem cuida do interesse nacional.
E tudo iremos fazer para que ele trate do nosso futuro e não possa dar Passos errados.
Esta velha Nação precisa de uma escovagem enérgica e incisiva.
Este povo continua sem pensar, nem perceber a razão da sua existência.
Da mesma forma que há pouco mais de 100 anos dançava o folclore para um qualquer rei, hoje ainda continua a dançar ao som de uma musica roufenha e já gasta, onde o chefe de orquestra há muito que devia estar preso. Mas este Povo surdo, bruto e cego, apenas conhece a cantiga de embalar com que há muito o adormeceram.
Caros amigos. A musica não poderá continuar a ser mesma.
Se assim fosse, era porque também nós teríamos de fazer parte da tal orquestra de que não gostamos.
E isso não queremos, nem podemos permitir, mas confessamos que este povo continua a ter essa grande capacidade de nos ir surpreendendo.
Agora a pergunta.
Acha mesmo que esse estropicio politico que dá pelo nome de Sócrates, ainda terá hipóteses de continuar a desgovernar este País?
O quê? Não me diga !
De facto somos os herdeiros dos enjeitados da sorte e dos estropiados da vida, que por incapacidade ou invalidez por estas terras foram ficando.
Consta que a maior parte dos nossos antepassados eram surdos e pouco inteligentes, pois a cada nova chegada dos emigrantes da altura, estavam sempre a rir e virados de costas, de forma a poderem receber a canga e o respectivo pontapé no traseiro. E riam muito e parece que até eram felizes.
Com o andar dos séculos a coisa foi-se mantendo. Se era preciso metê-los nos barcos ou nas caravelas, não havia problema. Então se estávamos aqui presos por Castela e pela água, não era de avançar para o mar?
Pessoal não faltava para os trabalhos braçais, ou para irem ficando espalhados pelos mais diversos cantos do Mundo. E qual era o problema ? A maior parte deles até sentia que uma das costelas não era deste sitio onde nascera.
E iam e ficavam e alguns ainda vinham. Parece que sempre com a mesma vontade de agradar aos "mestres". A imbecilidade, foi mesmo algumas vezes apelidada de heroísmo! É verdade, fomos heróis do mar. Até houve um poeta que exagerou e disse que éramos uma Nação valente e imortal. O "marketing" que na altura ainda não tinha sido descoberto, já começava a dar os primeiros passos por aqui.
Aqueles que entretanto vinham de fora, tal como alguns oriundos da Germânia e que foram Reis por cá, ficavam muito confusos e admirados quando de cada vez que saiam do palácio para visitar uma qualquer terra, eram sempre recebidos com foguetes e uma grande animação em que o folclore não podia faltar.
Este povo sempre foi assim. Nunca compreendeu o papel subalterno que ao longo dos tempos vem protagonizando. Nunca percebeu que a sua parte no País são apenas as sobras e o desprezo das elites que vêm detendo o poder.
Este povo só serve para sorrir ou bajular. Essa caracteristica, tornou-nos hospitaleiros e bons para o turismo.
Estamos cada vez mais aptos para servir e darmos graças a Deus por continuarmos a ter paz e um primeiro ministro que tão bem cuida do interesse nacional.
E tudo iremos fazer para que ele trate do nosso futuro e não possa dar Passos errados.
Esta velha Nação precisa de uma escovagem enérgica e incisiva.
Este povo continua sem pensar, nem perceber a razão da sua existência.
Da mesma forma que há pouco mais de 100 anos dançava o folclore para um qualquer rei, hoje ainda continua a dançar ao som de uma musica roufenha e já gasta, onde o chefe de orquestra há muito que devia estar preso. Mas este Povo surdo, bruto e cego, apenas conhece a cantiga de embalar com que há muito o adormeceram.
Caros amigos. A musica não poderá continuar a ser mesma.
Se assim fosse, era porque também nós teríamos de fazer parte da tal orquestra de que não gostamos.
E isso não queremos, nem podemos permitir, mas confessamos que este povo continua a ter essa grande capacidade de nos ir surpreendendo.
Agora a pergunta.
Acha mesmo que esse estropicio politico que dá pelo nome de Sócrates, ainda terá hipóteses de continuar a desgovernar este País?
O quê? Não me diga !
domingo, 17 de abril de 2011
O país artificial
A DIVIDA.
Somos bombardeados diariamente com explicações sobre tudo o que gira á volta dos diversos intervenientes e possível resgate, a par da intervenção dos agentes políticos nacionais, sugerindo soluções para resolver o problema.
Por vezes interrogamo-nos se estamos a ver bem ou se alguma coisa se nos está a escapar.
É que nunca vimos um debate sério sobre como é que foi possível chegar-se a esta situação.
Mês a mês, ao longo de vários anos, fomos vivendo artificialmente de empréstimos que foram permitindo que se ocultasse a situação de falência que se anunciava. Ninguém com responsabilidades se levantou. O presidente da Republica deste País artificial, falhou rotundamente na sua obrigação de tomar uma posição firme e definitiva.
Há cerca de 2 anos, para lá de termos solicitado ao primeiro ministro que se demitisse, também fomos a Belém entregar um pedido para que o presidente demitisse o governo.
Ninguém se incomodou connosco. O certo é que o País se afundou.
Hoje fazem-se reuniões de emergência no BCE, no FMI, na UE, com diversos Países e vários banqueiros. Tudo para se tentar camuflar as responsabilidades desta classe politica, ao mesmo tempo que assistimos a essa descarada tentativa do ps, em sacudir culpas, para esconder as responsabilidades que em grande parte lhe cabem.
A conversa do pec 4 é um verdadeiro atentado á nossa capacidade de resistência.
Vivemos num país orquestrado para ocultar a essência do problema.
E essa é a responsabilidade de quem nos conduziu até se contrair uma divida desta dimensão.
Está se a ocultar a verdadeira causa e conduzir toda a discussão para as possíveis soluções, pretendendo-se com isso fazer esquecer que existem culpados por esta autêntica tragédia.
Tudo se está a passar como se aos políticos fosse permitida a isenção de qualquer responsabilidade que sobre eles possa recair, quando os actos praticados na gestão da coisa publica conduzem a resultados que manifestamente demonstram, incúria, incompetência, corrupção, desvio de dinheiros, compadrios, esbulho nacional.
Os milhares de famílias que vão a caminho da miséria não nos irão desculpar se nada fizermos para levar esta escumalha até á justiça.
Temos que exigir responsabilidades pelos actos de lesa pátria cometidos.
Não podemos continuar a permitir que a única punição possível, tenha que ser a de não lhes darmos tantos votos na próxima eleição.
Se é esta a essência deste regime, temos que derrubá-lo já.
Este País não pode ter apenas algumas vozes dissonantes que aos poucos vão sendo ostracizadas. Veja-se que nos últimos anos, apenas um canal televisivo às sextas feiras, tinha a coragem e a capacidade de expor aquilo que eram as evidências do estado de corrupção que grassava neste País.
Hoje, alguns jornalistas e comentadores como José Gomes Ferreira e Mário Crespo, têm apenas espaços limitados de tempo e ainda assim sujeitos a uma lei de imprensa feita á medida da defesa do Sistema.
A verdade oculta, é que por incompetência, desleixo, incapacidade e gestão de interesses diversos, fomos conduzidos de empréstimo em empréstimo até á Bancarrota final.
Há responsáveis. Chamam-se socrates e o seu governo, parte considerável do partido socialista, parte considerável do psd e do cds e aceitação demasiado passiva por parte dos outros partidos.
Nenhum deles quer por em causa o sistema em vigor.
É isto que temos que combater e exigir um novo REGIME, em que o voto sirva para ELEGER ou DEMITIR. O poder tem que ser do povo, não de uma classe pouco ou nada representativa dos interesses globais.
Esta Democracia não serve o interesse do País. Apenas alimenta aqueles que sem qualquer valor se vão acoitando nos diversos partidos e numa estrutura organizativa que lhes vai permitindo repartir os recursos disponíveis.
É necessário encontrarmos forma de irmos em frente e acabar com a estabilidade que só serve a quem nos colocou nesta desgraça.
Vamos "perder a cabeça" e sujar mesmo a camisa num confronto ao murro e ao pontapé contra esta escumalha politica. Isto, enquanto a outra justiça não se puder aplicar.
Afinal quantos somos nós ?
Sim, refiro-me a todos os que temos estado a ser enganados. Talvez 95% ?
Vamos a eles e rápido.
Somos bombardeados diariamente com explicações sobre tudo o que gira á volta dos diversos intervenientes e possível resgate, a par da intervenção dos agentes políticos nacionais, sugerindo soluções para resolver o problema.
Por vezes interrogamo-nos se estamos a ver bem ou se alguma coisa se nos está a escapar.
É que nunca vimos um debate sério sobre como é que foi possível chegar-se a esta situação.
Mês a mês, ao longo de vários anos, fomos vivendo artificialmente de empréstimos que foram permitindo que se ocultasse a situação de falência que se anunciava. Ninguém com responsabilidades se levantou. O presidente da Republica deste País artificial, falhou rotundamente na sua obrigação de tomar uma posição firme e definitiva.
Há cerca de 2 anos, para lá de termos solicitado ao primeiro ministro que se demitisse, também fomos a Belém entregar um pedido para que o presidente demitisse o governo.
Ninguém se incomodou connosco. O certo é que o País se afundou.
Hoje fazem-se reuniões de emergência no BCE, no FMI, na UE, com diversos Países e vários banqueiros. Tudo para se tentar camuflar as responsabilidades desta classe politica, ao mesmo tempo que assistimos a essa descarada tentativa do ps, em sacudir culpas, para esconder as responsabilidades que em grande parte lhe cabem.
A conversa do pec 4 é um verdadeiro atentado á nossa capacidade de resistência.
Vivemos num país orquestrado para ocultar a essência do problema.
E essa é a responsabilidade de quem nos conduziu até se contrair uma divida desta dimensão.
Está se a ocultar a verdadeira causa e conduzir toda a discussão para as possíveis soluções, pretendendo-se com isso fazer esquecer que existem culpados por esta autêntica tragédia.
Tudo se está a passar como se aos políticos fosse permitida a isenção de qualquer responsabilidade que sobre eles possa recair, quando os actos praticados na gestão da coisa publica conduzem a resultados que manifestamente demonstram, incúria, incompetência, corrupção, desvio de dinheiros, compadrios, esbulho nacional.
Os milhares de famílias que vão a caminho da miséria não nos irão desculpar se nada fizermos para levar esta escumalha até á justiça.
Temos que exigir responsabilidades pelos actos de lesa pátria cometidos.
Não podemos continuar a permitir que a única punição possível, tenha que ser a de não lhes darmos tantos votos na próxima eleição.
Se é esta a essência deste regime, temos que derrubá-lo já.
Este País não pode ter apenas algumas vozes dissonantes que aos poucos vão sendo ostracizadas. Veja-se que nos últimos anos, apenas um canal televisivo às sextas feiras, tinha a coragem e a capacidade de expor aquilo que eram as evidências do estado de corrupção que grassava neste País.
Hoje, alguns jornalistas e comentadores como José Gomes Ferreira e Mário Crespo, têm apenas espaços limitados de tempo e ainda assim sujeitos a uma lei de imprensa feita á medida da defesa do Sistema.
A verdade oculta, é que por incompetência, desleixo, incapacidade e gestão de interesses diversos, fomos conduzidos de empréstimo em empréstimo até á Bancarrota final.
Há responsáveis. Chamam-se socrates e o seu governo, parte considerável do partido socialista, parte considerável do psd e do cds e aceitação demasiado passiva por parte dos outros partidos.
Nenhum deles quer por em causa o sistema em vigor.
É isto que temos que combater e exigir um novo REGIME, em que o voto sirva para ELEGER ou DEMITIR. O poder tem que ser do povo, não de uma classe pouco ou nada representativa dos interesses globais.
Esta Democracia não serve o interesse do País. Apenas alimenta aqueles que sem qualquer valor se vão acoitando nos diversos partidos e numa estrutura organizativa que lhes vai permitindo repartir os recursos disponíveis.
É necessário encontrarmos forma de irmos em frente e acabar com a estabilidade que só serve a quem nos colocou nesta desgraça.
Vamos "perder a cabeça" e sujar mesmo a camisa num confronto ao murro e ao pontapé contra esta escumalha politica. Isto, enquanto a outra justiça não se puder aplicar.
Afinal quantos somos nós ?
Sim, refiro-me a todos os que temos estado a ser enganados. Talvez 95% ?
Vamos a eles e rápido.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
