Quando há dois anos e meio decidimos constituir esta Associação, fizemo-lo conscientes da grave situação para que o País estava a caminhar.
Os rostos e a responsabilidade do que estava a acontecer pertenciam a um partido e aos seus principais dirigentes.
As gentes mais lúcidas, sentiam-no. No entanto as vozes denunciadoras eram poucas.
Alguém teria que lançar mais algumas pedras no charco.
Naquela altura, apenas Manuela Moura Guedes, Carlos Enes, Ana Leal, Felicita Cabrita, mais alguns poucos jornalistas iam tocando nas feridas e expunham muita da vergonha semi encoberta em que navegava aquela gente. O SOL deu alguma contribuição posterior para o esclarecimento daquilo que nem precisaria de grandes explicações.
Era evidente o descontrolo a incompetência e a irresponsabilidade de quem estava a "governar-se" do País.
Henrique Medina Carreira era a voz com maior peso e autoridade.
Aquilo que dizia e apresentava era feito com base em realidades provenientes dos próprios Organismos públicos. Não eram jogos de probabilidades. Era a própria realidade. Todos tinham perante os olhos o panorama previsível do futuro negro do País.
Dizia ele ontem que qualquer analfabeto sabe que se só ganhar 100 Euros mas está a gastar 140, vai ter um problema sério dentro de pouco tempo. Era o que estava a acontecer ao País. Foi o que teixeira dos santos permitiu e nunca denunciou.
A loucura de socrates é da responsabilidade de quase todo o partido socialista.
Foram eles que o aplaudiram e incentivaram.
Ontem Medina Carreira deu mais um passo em direcção aquilo que se exige e pelo qual teremos que lutar. A criminalização dos políticos.
Esta gente não pode comprometer a vida de milhões de pessoas e depois dizer que vai passar uma ano de férias em Paris. Tem que ir é para a prisão.
E não é apenas socrates. É toda aquela canalhada que vai desde assis a antonio costa, passando por almeida santos e não esquecendo santos silva. ESTES SÃO ALGUNS DOS ROSTOS DA DESGRAÇA DO PAÍS. Foram eles que durante seis anos comprometeram irremediavelmente o futuro da actual geração. Agora não podem pura e simplesmente ir para casa e á custa do nosso esforço irem gozando as delicias de uma vida desafogada com aquilo que alguns roubaram e com o que lhes estamos a pagar.
NÃO LHES DAREMOS DESCANSO.
nota - alguns nomes sem acento e em letra pequena estão à medida dessas pessoas.
terça-feira, 14 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
O lento despertar e um novo nascimento
O 10 de Junho serviu para de uma forma sibilina e exemplar se ter dito aquilo que há muito se escuta em silêncio.
Este Regime não serve.
Esta constituição está ultrapassada.
Estes políticos são criminosos de delito publico.
António Barreto, dentro do "politicamente correto", acabou por dizer tudo isto.
Foi reconfortante podermos observar os "facies" das abencerragens socratinas ali presentes. A diferença entre as palmas e as palmadas, sentiram-nas fortemente todos aqueles que agarrados a uma cáfila de gente sem escrúpulos, foram sendo cúmplices na devastação deste País.
Para que conste, não poderemos simplesmente pensar que o problema está resolvido.
Esta gente sem vergonha e sem respeito pelo próximo, irá encontrar a coberto deste sistema político, novas formas de recuperar as posições agora perdidas.
As pontas de lança que continuam a ter na comunicação social, deram de imediato vasta cobertura ao inicio da ascensão dos "novos sucessores" que se propoêm substituir o Chefe da Quadrilha.
Lá está de novo sorridente e como se nada fosse com ele, outro dos estropícios com o já conhecido nome de assis.
Ele é um dos rostos visíveis do mais sórdido que resta da quadrilha socratina. Estará certamente um pouco acima de tosco pereira, também não era difícil, mas não nos podemos esquecer de tudo o que fez e disse em defesa das desastradas decisões politicas que nos foram sendo impostas com os resultados que todos agora vamos pagar.
A forma como as coisas funcionam, sem responsabilização efetiva dos responsáveis pelo descalabro geral, irá possibilitar que apenas mudem algumas moscas mas a merda continue a mesma.
É necessário e urgente reformular o Regime.
É necessário e urgente encontrarmos formas e gentes que estejam dispostos a sacrificar alguns conceitos ideológicos ou estratégicos, de forma a conseguir-se um mais amplo poder de intervenção.
Se não acordarmos mais depressa, pouco mais nos restará que assistir a novas encenações politicas e comunicacionais que irão "lavar e desinfectar as feridas", deixando contudo os mesmos micróbios parasitários cá dentro.
O novo nascimento que nos vai sendo anunciado, merece desde já uma decisão de abortagem em nome da decência nacional. A primeira limpesa que se exige é o varrimento dos ecrans e da vida publica de todas as personagens que traíram o Pais.
Eles dão pelos nomes de socrates, silva pereira, augusto silva, ricardo rodrigues, francisco assis, teixeira santos, etc...etc.... e chegarmos até figuras menores como Inês medeiros, que nunca ninguém percebeu o que é que estava a fazer na A.R.
O bom senso aconselha-nos a considerar a hipótese de uma revolução. Simplificava-se tudo. A constituição seria por natureza revista, o regime era encaminhado para o sentido certo e a classe politica seria esclarecida que o verdadeiro poder está no povo. A isso é que se chama uma Democracia.
Será que isto será possível?
Concerteza. Só falta agregar as pessoas honestas e de boa vontade. Depois tudo se comporá naturalmente.
Vá lá, acordem!
Este Regime não serve.
Esta constituição está ultrapassada.
Estes políticos são criminosos de delito publico.
António Barreto, dentro do "politicamente correto", acabou por dizer tudo isto.
Foi reconfortante podermos observar os "facies" das abencerragens socratinas ali presentes. A diferença entre as palmas e as palmadas, sentiram-nas fortemente todos aqueles que agarrados a uma cáfila de gente sem escrúpulos, foram sendo cúmplices na devastação deste País.
Para que conste, não poderemos simplesmente pensar que o problema está resolvido.
Esta gente sem vergonha e sem respeito pelo próximo, irá encontrar a coberto deste sistema político, novas formas de recuperar as posições agora perdidas.
As pontas de lança que continuam a ter na comunicação social, deram de imediato vasta cobertura ao inicio da ascensão dos "novos sucessores" que se propoêm substituir o Chefe da Quadrilha.
Lá está de novo sorridente e como se nada fosse com ele, outro dos estropícios com o já conhecido nome de assis.
Ele é um dos rostos visíveis do mais sórdido que resta da quadrilha socratina. Estará certamente um pouco acima de tosco pereira, também não era difícil, mas não nos podemos esquecer de tudo o que fez e disse em defesa das desastradas decisões politicas que nos foram sendo impostas com os resultados que todos agora vamos pagar.
A forma como as coisas funcionam, sem responsabilização efetiva dos responsáveis pelo descalabro geral, irá possibilitar que apenas mudem algumas moscas mas a merda continue a mesma.
É necessário e urgente reformular o Regime.
É necessário e urgente encontrarmos formas e gentes que estejam dispostos a sacrificar alguns conceitos ideológicos ou estratégicos, de forma a conseguir-se um mais amplo poder de intervenção.
Se não acordarmos mais depressa, pouco mais nos restará que assistir a novas encenações politicas e comunicacionais que irão "lavar e desinfectar as feridas", deixando contudo os mesmos micróbios parasitários cá dentro.
O novo nascimento que nos vai sendo anunciado, merece desde já uma decisão de abortagem em nome da decência nacional. A primeira limpesa que se exige é o varrimento dos ecrans e da vida publica de todas as personagens que traíram o Pais.
Eles dão pelos nomes de socrates, silva pereira, augusto silva, ricardo rodrigues, francisco assis, teixeira santos, etc...etc.... e chegarmos até figuras menores como Inês medeiros, que nunca ninguém percebeu o que é que estava a fazer na A.R.
O bom senso aconselha-nos a considerar a hipótese de uma revolução. Simplificava-se tudo. A constituição seria por natureza revista, o regime era encaminhado para o sentido certo e a classe politica seria esclarecida que o verdadeiro poder está no povo. A isso é que se chama uma Democracia.
Será que isto será possível?
Concerteza. Só falta agregar as pessoas honestas e de boa vontade. Depois tudo se comporá naturalmente.
Vá lá, acordem!
domingo, 5 de junho de 2011
Sentimento geral
Muito mais que a vitória do PSD, aquilo que se ouve e sente é o enorme alivio pela derrota do palhaço ambulante e da sua trupe.
Ficamos no entanto bastante retraídos e com cada vez mais consciência de que é necessário e exigível conseguir-se a prazo uma mudança de Regime.
Temos que conseguir caminhar para uma verdadeira Democracia.
Aquela que temos só serve aos mesmos de sempre
Incomoda-nos sobre maneira o espectáculo mediático da grande maioria dos intervenientes neste processo eleitoral.
Todo o sistema gira á volta de uma estrutura comunicacional definida e sustentada pelos representantes do poder instalado.
As caras são sempre as mesmas. Lá estamos a ver outra vez a Inês Medeiros, o Vitalino Canas, o José Lelo. o Augusto Silva, o outro Silva o Vieira, e para nosso desgosto acabámos de ver passar o rosto porcino do outro silva o pereira.
Isto é demasiado difícil de continuarmos a suportar.
É que esta gente vai continuar a ser paga por nós !! Isto é a continuação de uma afronta que de há muito se faz ao País.
Esta gente não tem ideias, não serve para nada e apenas contribui para agravar o deficit das contas publicas.
Por esta e outras razões iremos ter de continuar os nossos esforços em direção a um novo Regime que permita finalmente ao País encontrar a via certa para a recuperação e o desenvolvimento.
Entretanto a festa continua.
Ficamos no entanto bastante retraídos e com cada vez mais consciência de que é necessário e exigível conseguir-se a prazo uma mudança de Regime.
Temos que conseguir caminhar para uma verdadeira Democracia.
Aquela que temos só serve aos mesmos de sempre
Incomoda-nos sobre maneira o espectáculo mediático da grande maioria dos intervenientes neste processo eleitoral.
Todo o sistema gira á volta de uma estrutura comunicacional definida e sustentada pelos representantes do poder instalado.
As caras são sempre as mesmas. Lá estamos a ver outra vez a Inês Medeiros, o Vitalino Canas, o José Lelo. o Augusto Silva, o outro Silva o Vieira, e para nosso desgosto acabámos de ver passar o rosto porcino do outro silva o pereira.
Isto é demasiado difícil de continuarmos a suportar.
É que esta gente vai continuar a ser paga por nós !! Isto é a continuação de uma afronta que de há muito se faz ao País.
Esta gente não tem ideias, não serve para nada e apenas contribui para agravar o deficit das contas publicas.
Por esta e outras razões iremos ter de continuar os nossos esforços em direção a um novo Regime que permita finalmente ao País encontrar a via certa para a recuperação e o desenvolvimento.
Entretanto a festa continua.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Simplesmente adeus ?
O pesadelo está prestes a ter uma pausa.
Tudo indica que esse estropicio politico de nome socrates e toda a sua quadrilha, estarão já de malas aviadas.
Mas...não os devemos deixar ir embora.
Será bom que possam assistir, esperemos que em qualquer estabelecimento prisional, à agonia de um povo vitimado pelas suas irresponsáveis e criminosas decisões que conduziram o país ao estado extremo de endividamento e pobreza galopante.
Tudo isto é sentido por muita gente e vem desde há algum tempo sendo exposto publicamente por alguns órgãos de comunicação social. Nem sempre de forma firme e continuada como seria exigível.
Não ficaremos satisfeitos com a simples derrota de alguma desta escumalha politica.
O cerne do problema está na natureza do Regime e no ordenamento jurídico que foram construindo ao longo do tempo.
Temos estado a viver num falso sistema designado por Democrático, onde de facto o único poder que nos assiste é o de legitimar, de acordo com as leis que fabricaram, aqueles que vêm enterrando o País e que se fecharam num circulo de interesses em que de uma forma ou outra todos os partidos com assento parlamentar se sentem confortáveis e não expressam qualquer vontade de mudança.
A possível vitória de Passos Coelho será apenas uma lufada de ar ainda pouco viciado. É no entanto a única possibilidade que se nos apresenta de se poder cortar de imediato com a clique socrática. No entanto nada se irá alterar na natureza do regime que nos sufoca e que impede a imprescindivel recuperação económica.
Um estado sem capacidade de auto sustentação em termos de produtos e matérias primas, caminhará sempre na dependência de outros estados mais desenvolvidos e nunca conseguirá diminuir o fosso que se agravará irremediavelmente ao longo do tempo.
Precisamos assim que terminarem estas eleições, fazer algo de concreto que nos conduza a uma plataforma de entendimentos e ações que nos permitam ganhar "corpo", para podermos questionar os órgãos de soberania sobre a natureza do Regime e as deficiências do sistema politico.
Com estas gentes e este sistema politico assente numa estrutura de leis manifestamente preparadas para lhes garantir a impunidade da acção politica, nunca o País irá sair do fosso onde se encontra.
Depois desta eleição é urgente que apareçam e se agreguem todos aqueles que querem um País mais justo e com capacidade de evoluir nos aspectos essenciais da competitividade. Para isso teremos de varrer em definitivo todos aqueles que apenas e até agora apenas se preocuparam com os seus interesses ou a sua imagem, mesmo que para isso venham traindo aquilo que vergonhosamente ainda dizem defender e que se chama interesse nacional.
Nessa luta, nós participaremos em qualquer posição e com qualquer "armamento".
Hoje sentimo-nos frustados por não termos conseguido chegar mais longe nessa batalha essencial a que nos sentimos obrigados pela ética e respeito por aquilo que é o bem comum de um Povo.
Cada vez menos nos apetece escrever e cada vez mais sentimos o cheiro da pólvora que já tarda. Este País merecia outra gente e outra História.
Ainda não desistimos.
Tudo indica que esse estropicio politico de nome socrates e toda a sua quadrilha, estarão já de malas aviadas.
Mas...não os devemos deixar ir embora.
Será bom que possam assistir, esperemos que em qualquer estabelecimento prisional, à agonia de um povo vitimado pelas suas irresponsáveis e criminosas decisões que conduziram o país ao estado extremo de endividamento e pobreza galopante.
Tudo isto é sentido por muita gente e vem desde há algum tempo sendo exposto publicamente por alguns órgãos de comunicação social. Nem sempre de forma firme e continuada como seria exigível.
Não ficaremos satisfeitos com a simples derrota de alguma desta escumalha politica.
O cerne do problema está na natureza do Regime e no ordenamento jurídico que foram construindo ao longo do tempo.
Temos estado a viver num falso sistema designado por Democrático, onde de facto o único poder que nos assiste é o de legitimar, de acordo com as leis que fabricaram, aqueles que vêm enterrando o País e que se fecharam num circulo de interesses em que de uma forma ou outra todos os partidos com assento parlamentar se sentem confortáveis e não expressam qualquer vontade de mudança.
A possível vitória de Passos Coelho será apenas uma lufada de ar ainda pouco viciado. É no entanto a única possibilidade que se nos apresenta de se poder cortar de imediato com a clique socrática. No entanto nada se irá alterar na natureza do regime que nos sufoca e que impede a imprescindivel recuperação económica.
Um estado sem capacidade de auto sustentação em termos de produtos e matérias primas, caminhará sempre na dependência de outros estados mais desenvolvidos e nunca conseguirá diminuir o fosso que se agravará irremediavelmente ao longo do tempo.
Precisamos assim que terminarem estas eleições, fazer algo de concreto que nos conduza a uma plataforma de entendimentos e ações que nos permitam ganhar "corpo", para podermos questionar os órgãos de soberania sobre a natureza do Regime e as deficiências do sistema politico.
Com estas gentes e este sistema politico assente numa estrutura de leis manifestamente preparadas para lhes garantir a impunidade da acção politica, nunca o País irá sair do fosso onde se encontra.
Depois desta eleição é urgente que apareçam e se agreguem todos aqueles que querem um País mais justo e com capacidade de evoluir nos aspectos essenciais da competitividade. Para isso teremos de varrer em definitivo todos aqueles que apenas e até agora apenas se preocuparam com os seus interesses ou a sua imagem, mesmo que para isso venham traindo aquilo que vergonhosamente ainda dizem defender e que se chama interesse nacional.
Nessa luta, nós participaremos em qualquer posição e com qualquer "armamento".
Hoje sentimo-nos frustados por não termos conseguido chegar mais longe nessa batalha essencial a que nos sentimos obrigados pela ética e respeito por aquilo que é o bem comum de um Povo.
Cada vez menos nos apetece escrever e cada vez mais sentimos o cheiro da pólvora que já tarda. Este País merecia outra gente e outra História.
Ainda não desistimos.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
O abanão
Finalmente as coisas começam a compor-se.
Não é que os problemas do País se venham a resolver. Mas este nojo de gente que se foi apoderando das estruturas do poder e que acabou por gerar um dos mais desiquilibrados estados sociais de toda a União Europeia, começa agora a desagregar-se.
Não é pela qualidade da oferta alternativa que nos é apresentada. Nesse aspeto até podemos dizer que só as moscas é que vão mudar.
Mas vamos por partes.
O objectivo primordial é varrer toda a clique socrática.
Esta gente conseguiu passar um atestado de estupidez a parte considerável deste povo.
E insiste, martelando a tecla da defesa do Estado Social, eles que conseguiram criar o mais desnivelado sistema de distribuição de salários, rendimentos e pensões. Nenhum outro País da U.E. se assemelha sequer às disparidades existentes no nosso. Uma autêntica vergonha, para quem se apresenta desde há mais de 30 anos com a bandeira do socialismo, ou seja a promessa de um Estado mais igualitário e equitativo.
O resultado agora bem visivel apenas comprova a falta de caracter e de principios desta gente que se vem alimentando de um sistema que foi construido à medida dos seus interesses.
Agora exige-se o julgamento destes criminosos de delito publico. Não é só derrotá-los nas eleições. Temos que ir mais longe.
Este Regime e este Sistema estão esgotados. Estas eleições só serão interessantes se depois for possivel exigir responsabilidades a quem conduzuiu o País a esta desgraça.
Este terá de ser o esforço continuo de todos aqueles que por diversos meios vêm alertando desde há vários anos para as consequências de todo este desvario e incompetência de quem exerceu cargos de gestão publica.
Os jovens que em Madrid e em Lisboa apelam à mudança de Sistema, merecem o nosso total apoio. Lá iremos, para no local lhes darmos o incentivo necessário e possivel, de quem comunga com eles essa certeza de que será necessário irmos para a RUA e sermos mesmo mais activos e actuantes, pois isto já não vai com caldos de galinha.
Não é que os problemas do País se venham a resolver. Mas este nojo de gente que se foi apoderando das estruturas do poder e que acabou por gerar um dos mais desiquilibrados estados sociais de toda a União Europeia, começa agora a desagregar-se.
Não é pela qualidade da oferta alternativa que nos é apresentada. Nesse aspeto até podemos dizer que só as moscas é que vão mudar.
Mas vamos por partes.
O objectivo primordial é varrer toda a clique socrática.
Esta gente conseguiu passar um atestado de estupidez a parte considerável deste povo.
E insiste, martelando a tecla da defesa do Estado Social, eles que conseguiram criar o mais desnivelado sistema de distribuição de salários, rendimentos e pensões. Nenhum outro País da U.E. se assemelha sequer às disparidades existentes no nosso. Uma autêntica vergonha, para quem se apresenta desde há mais de 30 anos com a bandeira do socialismo, ou seja a promessa de um Estado mais igualitário e equitativo.
O resultado agora bem visivel apenas comprova a falta de caracter e de principios desta gente que se vem alimentando de um sistema que foi construido à medida dos seus interesses.
Agora exige-se o julgamento destes criminosos de delito publico. Não é só derrotá-los nas eleições. Temos que ir mais longe.
Este Regime e este Sistema estão esgotados. Estas eleições só serão interessantes se depois for possivel exigir responsabilidades a quem conduzuiu o País a esta desgraça.
Este terá de ser o esforço continuo de todos aqueles que por diversos meios vêm alertando desde há vários anos para as consequências de todo este desvario e incompetência de quem exerceu cargos de gestão publica.
Os jovens que em Madrid e em Lisboa apelam à mudança de Sistema, merecem o nosso total apoio. Lá iremos, para no local lhes darmos o incentivo necessário e possivel, de quem comunga com eles essa certeza de que será necessário irmos para a RUA e sermos mesmo mais activos e actuantes, pois isto já não vai com caldos de galinha.
terça-feira, 10 de maio de 2011
O dilema
Parte considerável deste povo continua a revelar sintomas que nos obrigam a reflectir sobre o que será essencial em determinados momentos.
Talvez seja necessário fazer uma lista de prioridades relativamente aquilo que contestamos e que nos leva a manter um esforço continuado de luta e denuncia.
Ordenando pela actual ordem de urgência.
1º É essencial retirar da área da governação toda a clique socrática.
O bem que isto fará ao País e a cada um de nós em particular é da maior importância.
2º Reforçar a estratégia de combate ao sistema politico instalado.
3º Continuar o esforço de aglutinação de todos os que entendem ser necessário reformular o funcionamento deste falso Regime Democrático.
Tendo isto em mente e considerando as sondagens que vão sendo feitas, confessamos que nos preocupa ver que o partido socialista continua com hipóteses de se poder manter na área da governação.
Isto é grave, pois significaria o prolongar deste vasto leque de interesses instalados que levaram ao desequilíbrio estrutural do nosso sistema económico.
É tambem trágico e comprova a incapacidade de discernimento de uma parte considerável da população, com a qual temos de nos aglutinar e com eles viver aqui.
Por tudo isto, vão forçar-nos a fazer aquilo que não gostamos, mas temos que tentar evitar um mal maior. Isso obriga a ir votar no dia 5.
Deverá ser um voto contra socrates e o sitema politico instalado. E esse voto não poderá ser em branco ou nulo. É que esta gente sem vergonha aceita os cargos, nem que tivessem apenas 5% de votos.
O objectivo é varrer de imediato este partido socialista e toda a escumalha que nele se apoia.
Não poderemos ser obrigados a suportar de novo os trejeitos imbecis de um socrates, ou o "facies" porcino de tosco pereira.
Precisamos de respirar um ar diferente mesmo que não seja puro.
Onde é que poderemos votar? É uma boa pergunta para a qual não temos resposta.
Caberá a cada um de nós ponderar qual a melhor forma de ferir a besta.
Se a lança se chamar Passos ou Portas ou Louçã ou Gerónimo, nâo interessa. O que é preciso é cravar a estocada final. Não o podemos deixar em agonia, pois seriamos nós tambem a sofrer.
Para já a ponta mais afiada está nas mãos de Passos. Vamos ver como é que ele irá enfrentar o animal na próxima vez que o encontrar. Ontem ficámos bastante desiludidos com Portas, pois há tantas formas de desmascarar o "bicho" e acabamos por ver um tratamento com paninhos quentes em que até a simples alusão a mais uma mentira é feita quase com reverência.
Não é assim que se desmascara aquela gente.
Que pena termos tão fracos lidadores.
Talvez seja necessário fazer uma lista de prioridades relativamente aquilo que contestamos e que nos leva a manter um esforço continuado de luta e denuncia.
Ordenando pela actual ordem de urgência.
1º É essencial retirar da área da governação toda a clique socrática.
O bem que isto fará ao País e a cada um de nós em particular é da maior importância.
2º Reforçar a estratégia de combate ao sistema politico instalado.
3º Continuar o esforço de aglutinação de todos os que entendem ser necessário reformular o funcionamento deste falso Regime Democrático.
Tendo isto em mente e considerando as sondagens que vão sendo feitas, confessamos que nos preocupa ver que o partido socialista continua com hipóteses de se poder manter na área da governação.
Isto é grave, pois significaria o prolongar deste vasto leque de interesses instalados que levaram ao desequilíbrio estrutural do nosso sistema económico.
É tambem trágico e comprova a incapacidade de discernimento de uma parte considerável da população, com a qual temos de nos aglutinar e com eles viver aqui.
Por tudo isto, vão forçar-nos a fazer aquilo que não gostamos, mas temos que tentar evitar um mal maior. Isso obriga a ir votar no dia 5.
Deverá ser um voto contra socrates e o sitema politico instalado. E esse voto não poderá ser em branco ou nulo. É que esta gente sem vergonha aceita os cargos, nem que tivessem apenas 5% de votos.
O objectivo é varrer de imediato este partido socialista e toda a escumalha que nele se apoia.
Não poderemos ser obrigados a suportar de novo os trejeitos imbecis de um socrates, ou o "facies" porcino de tosco pereira.
Precisamos de respirar um ar diferente mesmo que não seja puro.
Onde é que poderemos votar? É uma boa pergunta para a qual não temos resposta.
Caberá a cada um de nós ponderar qual a melhor forma de ferir a besta.
Se a lança se chamar Passos ou Portas ou Louçã ou Gerónimo, nâo interessa. O que é preciso é cravar a estocada final. Não o podemos deixar em agonia, pois seriamos nós tambem a sofrer.
Para já a ponta mais afiada está nas mãos de Passos. Vamos ver como é que ele irá enfrentar o animal na próxima vez que o encontrar. Ontem ficámos bastante desiludidos com Portas, pois há tantas formas de desmascarar o "bicho" e acabamos por ver um tratamento com paninhos quentes em que até a simples alusão a mais uma mentira é feita quase com reverência.
Não é assim que se desmascara aquela gente.
Que pena termos tão fracos lidadores.
terça-feira, 3 de maio de 2011
O estranho desaparecimento
Já alguma coisa se escreveu sobre o desaparecimento de Teixeira. Entendemos que também o devemos fazer
Para sermos francos, temos que expressar que não gostamos desta personagem.
Não se trata apenas de um problema de empatia. Trata-se sim dum problema de personalidade e competência.
Este sub produto politico foi-nos apresentado como uma pessoa competente.
Como cartão de visita tinha o facto de ter sido professor. Argumentava-se com esse facto para lhe acrescentar credibilidade.
E o homem foi-se integrando no sistema.
A sua imagem de "velhinho condescendente e capaz" foi servindo a socrates para poder dar cobertura às irresponsáveis decisões que já estava preparado para tomar e para as quais o anterior ministro não esteve disponível.
Este Teixeira submisso e capacho é o grande responsável pela catástrofe do País.
Era a ele que competia ter a noção das consequências das decisões politicas que acabaram por arrasar a economia e levar-nos até á bancarrota.
Foi este homem, em conjunto com o outro "velhinho" que puseram no ministério da Economia, os grandes responsáveis pela catástrofe do País.
Socrates acaba por ser um vulgar manipulador que teve a possibilidade de se fazer acompanhar por um vasto conjunto de assistentes, muito bem pagos e particularmente versados na arte de comunicar e compor imagens.
Mas, exigia-se muito mais a quem aceita ser ministro. O dever de responsabilidade perante toda uma Nação, devia obrigar ao exercício consciente do cargo e á assumpção de responsabilidades pelos resultados do mesmo.
Esta é talvez a maior "pecha" do actual Regime politico. É que a ninguém são imputadas responsabilidades.
Por isso proliferam os socrates, os pereiras, os teixeiras, os loureiros, etc.
Muitos se interrogam agora sobre o que é que impede o Teixeira de se justificar sobre o percurso errante e estranhamente inconsciente que foi fazendo.
Um homem que é exposto quase ao ridículo pelo ainda "chefe e mentor", tem de ter grossas culpas no cartório para não poder "dar à língua".
Mas é neste aspecto que o "nosso Teixeira" atinge o ponto mais baixo.
A falta de personalidade reactiva.
Deixou-se subjugar pelos acontecimentos e não pode ou não teve clarividência para se demarcar das politicas que foram sendo seguidas.
Certamente que ainda nem sequer percebeu bem a participação que teve no desastre em que o papel principal acaba por ser o dele.
Adenda - Foi deprimente voltarmos a ver o "nosso teixeira" ser de novo humilhado publicamente, pois ninguém percebeu o que é que estava ali a fazer junto ao palhaço-mor da chamada democracia Portuguesa.
Para sermos francos, temos que expressar que não gostamos desta personagem.
Não se trata apenas de um problema de empatia. Trata-se sim dum problema de personalidade e competência.
Este sub produto politico foi-nos apresentado como uma pessoa competente.
Como cartão de visita tinha o facto de ter sido professor. Argumentava-se com esse facto para lhe acrescentar credibilidade.
E o homem foi-se integrando no sistema.
A sua imagem de "velhinho condescendente e capaz" foi servindo a socrates para poder dar cobertura às irresponsáveis decisões que já estava preparado para tomar e para as quais o anterior ministro não esteve disponível.
Este Teixeira submisso e capacho é o grande responsável pela catástrofe do País.
Era a ele que competia ter a noção das consequências das decisões politicas que acabaram por arrasar a economia e levar-nos até á bancarrota.
Foi este homem, em conjunto com o outro "velhinho" que puseram no ministério da Economia, os grandes responsáveis pela catástrofe do País.
Socrates acaba por ser um vulgar manipulador que teve a possibilidade de se fazer acompanhar por um vasto conjunto de assistentes, muito bem pagos e particularmente versados na arte de comunicar e compor imagens.
Mas, exigia-se muito mais a quem aceita ser ministro. O dever de responsabilidade perante toda uma Nação, devia obrigar ao exercício consciente do cargo e á assumpção de responsabilidades pelos resultados do mesmo.
Esta é talvez a maior "pecha" do actual Regime politico. É que a ninguém são imputadas responsabilidades.
Por isso proliferam os socrates, os pereiras, os teixeiras, os loureiros, etc.
Muitos se interrogam agora sobre o que é que impede o Teixeira de se justificar sobre o percurso errante e estranhamente inconsciente que foi fazendo.
Um homem que é exposto quase ao ridículo pelo ainda "chefe e mentor", tem de ter grossas culpas no cartório para não poder "dar à língua".
Mas é neste aspecto que o "nosso Teixeira" atinge o ponto mais baixo.
A falta de personalidade reactiva.
Deixou-se subjugar pelos acontecimentos e não pode ou não teve clarividência para se demarcar das politicas que foram sendo seguidas.
Certamente que ainda nem sequer percebeu bem a participação que teve no desastre em que o papel principal acaba por ser o dele.
Adenda - Foi deprimente voltarmos a ver o "nosso teixeira" ser de novo humilhado publicamente, pois ninguém percebeu o que é que estava ali a fazer junto ao palhaço-mor da chamada democracia Portuguesa.
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