São eles mesmo. Muitos dos que se sentaram e sentam na Assembleia da republica, nas cadeiras do governo, nas administrações de bancos e muito em especial nas estruturas politico partidárias que se têm governado do País.
Convenceram-se da impunidade total e arfaram em arrogância desmedida.
A convicção de que o sistema judicial nunca os conseguiria deter, levou-os ao exagero descontrolado. O seu ar de indiferença era provocatório.
"Movimentaram" milhões que desviaram do erário publico e usaram a banca como se fosse uma caixa multibanco a fundo descoberto.
Esta gente tem contado com a colaboração ativa de grande parte dos orgãos de comunicação.
Tem sido acarinhada pelos novos "rebentos" politicos que aos poucos vão despertando.
Sempre contaram com colaboração das instancias judiciais habilmente montadas para garantir o funcionamento do Sistema de Encobrimento de Politicos Corruptos.
Com tudo isto, a corda foi esticando até á falência do País.
Só por isso e porque nem tudo é corrupção e compadrio e ainda existem alguns juizes suficientemente sérios e crediveis é que os Isaltinos, os Loureiros, os Varas, os Limas e muito em breve os socrates irão começar a sentir, pelo menos, o incómodo do conhecimento publico mais detalhado de muitas das pulhices que foram fazendo.
O caso agora exposto e relativo a esse pulha-mor que dá pelo nome de Lima é esclarecedor da forma como esta gente sem moral nem principios actuava.
Sempre partiram do principio e em parte até estão certos, que somos um País de gente atrasada e suficientemente crédula. Gente com mais conhecimentos e menos pudor, pode sempre obter vantagens e tirar proveitos.
Para esta escumalha, o factor "credibilidade" era cartão de visita que não deveria deixar dúvidas.
Por exemplo - Dr. Duarte Lima, advogado, ex ministro, ex lider parlamentar, ex doente de cancro - era mais que suficiente para o nosso bom povo lhe entregar as chaves de casa.
Assim fez a Rosalina que deus tem e que Duarte não quis.
Assim fez aquela familia de 5 herdeiros que não se entendia para resolver as partilhas da herança e que levou Duarte a fazer apelo aos seus nobres sentimentos para os poder ajudar a resolver o problema.
Afinal era simples.
A herança eram uns terrenos e Duarte até sabia quem dava 1 milhão e meio de Euros. Dava 280.000 a cada um, o que para aquela boa gente até pareceu bem. E foi aceite. E Duarte no sentido de os ajudar fez mesmo uma sociedade entre eles para os terrenos passarem para nome dessa sociedade. E logo de seguida essa mesma sociedade, ainda tendo como sócios os referidos herdeiros, vendeu os terrenos a uma offshore de Lima e companhia pela módica quantia de 2o milhões de Euros. Afinal de contas o IPO iria pagar 26 milhôes num negócio já alinhavado. Eram quase vinte cinco milhôes de lucro e nem era muito, tendo em conta o trabalho desenvolvido.
Acontece que o fisco foi atrás da mais valia da venda.
E lá foram os herdeiros notificados para pagarem, cada um, cerca de 700 mil Euros, pois a sociedade deles tinha vendido os terrenos por 20 milhões!
É claro que ficaram um bocadinho admirados e se calhar aborrecidos com o senhor doutor lima.
Eles até pensavam que estavam a lidar com uma pessoa séria.
Bom, este é apenas um pequeno episódio das gigantescas burlas que foram sendo feitas no País.
Esperamos muito brevemente poder conhecer mais em detalhe algumas das habilidades dos outros bandalhos.
Se a justiça não actuar, teremos que ser nós a tomar decisões.
Este País tem que rapidamente demonstrar que isto não são casos isolados de actuação judicial.
Os factos são por demais evidentes para se continuarem a protelar investigações ou deixar caducar processos. Isaltino, loureiros e socrates já deviam estar presos.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Quem escreve assim, exige que se aumente a nossa determinação para se alterar o rumo do País
Acabou o recreio e o receio!
A guerra contra a chulice, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.
Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.
Nenhum governante fala em:
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.
2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DA COISA PÚBLICA.
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).
23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado.
24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".
25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;
26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".
27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.
28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.
30. Pôr os Bancos a pagar impostos.
POR TODOS NÓS E PELOS NOSSOS FILHOS.
Nós estamos de acordo com este compatriota que julgamos chamar-se Gonçalves.
Que tal fazermos um esforço para se tentar juntar aqueles que pensam assim e estão dispostos a alguma coisa fazer pelo País ?
A guerra contra a chulice, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.
Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.
Nenhum governante fala em:
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.
2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DA COISA PÚBLICA.
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).
23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado.
24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".
25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;
26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".
27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.
28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.
30. Pôr os Bancos a pagar impostos.
POR TODOS NÓS E PELOS NOSSOS FILHOS.
Nós estamos de acordo com este compatriota que julgamos chamar-se Gonçalves.
Que tal fazermos um esforço para se tentar juntar aqueles que pensam assim e estão dispostos a alguma coisa fazer pelo País ?
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
O mapa do tempo
O tempo, é aquilo que nos resta.
Depois, se perdermos muito tempo, é tudo tempo passado.
Assim e enquanto é tempo, é tempo para se perceber que já não temos muito tempo.
O tempo, acaba por ser como uma mulher que vemos aproximar-se com uma farta cabeleira, mas que quando passa, vemos que é completamente calva atrás. Só a conseguimos apanhar enquanto caminha em direção a nós. Depois de passar, não adianta tentar segurá-la.
A verdade é que a máquina que faz o tempo é continua e não recua.
A verdade é que a máquina que faz o tempo é continua e não recua.
São 15 mil milhôes de anos a fazer este nosso tempo.
É tempo suficiente para se entender que ocupamos um espaço minusculo no Universo sem qualquer relevo ou significado especial. Somos apenas viajantes acidentais sem história nem significado. Só conta o tempo presente. Só temos justificação se o soubermos utilizar. Apenas existimos numa minuscula fração de tempo.
Ousámos contudo criar deuses para justificar a espécie e a imortalidade, ao mesmo tempo que fomos desbravando o pequeno espaço em que habitamos.
Com o pouco tempo que até agora tivemos, desenvolvemos ideias, invenções, artes, tecnologias, e imagine-se, Humanidades.
Houve mesmo tempo para se proceder á invenção mais extraordinária que o homem alguma vez teve em mãos. A Democracia.
São cerca de 4 mil anos de desenvolvimento. Os Gregos antigos deram-lhe sem duvida a maior expressão.
Actualmente é o suporte de vida e o verdadeiro pulmão artificial da classe politica dominante, seja qual for a ideologia subjacente.
Foi-se mesmo muito longe no aprimorar do conceito.
Em povos de gente mais atrasada e retrógada a quem instalaram o sistema, possibilitou o nascimento da actual escumalha politica.
A eficácia do conceito é tal, que garante a esta gente apresentar-se perante a sociedade de fato e gravata, sempre com postura de gente séria, apontando a total legalidade dos seus actos, enchendo as contas bancárias com os subsidios e subornos obtidos, gerindo a máquina do estado como se fosse uma empresa sua, fazendo leis para terem sempre a tal legalidade que apregoam, compartindo entre si os recursos da Nação e acima de tudo clamando sempre por inocência e conseguindo mesmo absolvição, mesmo quando os factos são claros e evidentes.
Esta Democracia foi o berço desta escumalha e está a ser a cova de um Povo.
Este tempo no entanto ainda é o nosso. Mas....não é por muito tempo.
Assim e porque temos responsabilidades geracionais que nos obrigam, é tempo de acção contra este estado de sítio. A ninguém de boa fé pode ser permitido isentar-se do dever de intervir. E será exatamente o que deveremos fazer na defesa do tal conceito de Democracia.
Limpar o País desta canalhada é uma obrigação, pois caminhamos para um beco sem saída.
Por enquanto ainda não contestamos a boa fé de alguns dos actuais governantes. Mas já deu para perceber que não foram talhados para as exigências das tarefas.
Com efeito, não se tratam infeções com paninhos quentes. É preciso gente de coragem para fazer uma limpesa em profundidade.
Para isso, nós daremos a cara e o corpo para uma posição de força contra este estado de coisas.
A solução para o País está em muita gente que de boa fé esgrime argumentos e põe os dedos nas verdadeiras feridas do Regime. Basta esta gente. Por poucos que pensemos ser, estamos certos que seremos os suficientes.
Temos que criar instabilidades.
Os suportes do Regime estão praticamente esgotados.
Afinal de contas, trata-se apenas de uma questão de oportunidade e de tempo.
Temos que criar instabilidades.
Os suportes do Regime estão praticamente esgotados.
Afinal de contas, trata-se apenas de uma questão de oportunidade e de tempo.
domingo, 23 de outubro de 2011
Encontrem rapidamente solução
O que se passou no BPN não poderá ficar impune ou ser transferido para a responsabilidade de todos os Portugueses.
Vamos ser claros. É um assunto que configura um roubo em larga escala e que não poderemos ser nós a pagar. Há responsáveis e as contas estão identificadas.
Pediram-nos para divuldar e é o que fazemos:
9 7 1 0 5 3 9 9 4 0, 0 9 (NOVE MIL, SETECENTOS E DEZ MILHÕES DE EUROS) A burla cometida no BPN não tem precedentes na história de Portugal !!!
O montante do desvio atribuído a Oliveira e Costa, Luís Caprichoso, Francisco Sanches e Vaz Mascarenhas é algo de tão elevado, que só a sua comparação com coisas palpáveis nos pode dar uma ideia da sua grandeza.
Com 9.710.539.940,09 (NOVE MIL SETECENTOS E DEZ MILHÕES DE EUROS.....) poderíamos:
Comprar 48 aviões Airbus A380 (o maior avião comercial do mundo).Comprar ;
16 plantéis de futebol iguais ao do Real Madrid.
Construir 7 TGV de Lisboa a Gaia.
Construir 5 pontes para travessia do Tejo.
Construir 3 aeroportos como o de Alcochete.
Para transportar os 9,7 MIL MILHÕES DE EUROS seriam necessárias 4.850 carrinhas de transporte de valores!
Assim, talvez já se perceba melhor o que está em causa.
Distribuído pelos 10 milhões de portugueses, caberia a cada um cerca de 971.000 Euros !!! Então e os Dias Loureiro e os Arlindos de Carvalho onde andam?! E que tamanho deveria ter a prisão para albergar esta gente?!
Com 9.710.539.940,09 (NOVE MIL SETECENTOS E DEZ MILHÕES DE EUROS.....) poderíamos:
Comprar 48 aviões Airbus A380 (o maior avião comercial do mundo).Comprar ;
16 plantéis de futebol iguais ao do Real Madrid.
Construir 7 TGV de Lisboa a Gaia.
Construir 5 pontes para travessia do Tejo.
Construir 3 aeroportos como o de Alcochete.
Para transportar os 9,7 MIL MILHÕES DE EUROS seriam necessárias 4.850 carrinhas de transporte de valores!
Assim, talvez já se perceba melhor o que está em causa.
Distribuído pelos 10 milhões de portugueses, caberia a cada um cerca de 971.000 Euros !!! Então e os Dias Loureiro e os Arlindos de Carvalho onde andam?! E que tamanho deveria ter a prisão para albergar esta gente?!
Pequenina, mesmo muito pequenina, tipo gaiola de galináceos
TALVEZ O SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA, ANÍBAL CAVACO SILVA, QUE TAMBÉM TEVE LUCROS DA SLAN/BPN POSSA OU SAIBA DIZER ALGUMA COISA, A MENOS QUE QUEIRA CONTINUAR CALADO JÁ QUE NUNCA TEM DÚVIDAS E RARAMENTE SE ENGANA !!!ONDE ESTÃO O PRESIDENTE DA REPUBLICA, OS MINISTROS, DEPUTADOS, JUÍZES, AUTARCAS, ETC. ETC. PARA DEFENDER O NOSSO POVO. ( PORTUGAL ) ?
CONTINUEM A VOTAR NESTA ESCUMALHA TODA, ELES AGRADECEM
É por esta e por outras que não será de forma pacífica que conseguiremos a justiça que já falhou.
Preparem-se e tentem esclarecer essa cambada de trouxas que andam aí de um lado para o outro a fazer figuras de parvos.
ELES NÃO SE IMPORTAM COM AS GREVES GERAIS OU AS MANIFESTAÇÕES DE DESCONTENTAMENTO.
Desde que seja pacífico e que não altere a já tão estafada ESTABILIDADE, não há problema.
Afinal estamos num regime democrático, como SE APRESSAM A RECORDAR-NOS de cada vez que qualquer coisa mexe.
Só que isso não conduz a nada. É pura perda de tempo.
Casos como este, são só por si motivo para REVOLTA NACIONAL.
É por esta e por outras que não será de forma pacífica que conseguiremos a justiça que já falhou.
Preparem-se e tentem esclarecer essa cambada de trouxas que andam aí de um lado para o outro a fazer figuras de parvos.
ELES NÃO SE IMPORTAM COM AS GREVES GERAIS OU AS MANIFESTAÇÕES DE DESCONTENTAMENTO.
Desde que seja pacífico e que não altere a já tão estafada ESTABILIDADE, não há problema.
Afinal estamos num regime democrático, como SE APRESSAM A RECORDAR-NOS de cada vez que qualquer coisa mexe.
Só que isso não conduz a nada. É pura perda de tempo.
Casos como este, são só por si motivo para REVOLTA NACIONAL.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Indignados
Temos o maior respeito e consideração por todos os que se começam a revoltar contra esta gente manhosa e astuta e que continua infiltrada nos mais diversos sectores do Estado, nas empresas publicas e nos diversos grupos politico-pendentes.
Todos estamos revoltados e sentimos que o rumo do País não segue pelo melhor caminho.
É de facto urgente a contestação a este sistema politico.
Mas não haverá solução de forma pacífica.
Se alguém tiver duvidas, engana-se.
Esta gente não cede e sabe que tem a comunicação social controlada para ir passando as mensagens necessárias para desmobilizar uma contestação mais vasta e forte.
É urgente prender alguns dos principais responsáveis pelo colapso do país. Homens como dias loureiro e sócrates, para só citarmos 2, já deviam estar em prisão preventiva.
Todos estamos revoltados e sentimos que o rumo do País não segue pelo melhor caminho.
É de facto urgente a contestação a este sistema politico.
Mas não haverá solução de forma pacífica.
Se alguém tiver duvidas, engana-se.
Esta gente não cede e sabe que tem a comunicação social controlada para ir passando as mensagens necessárias para desmobilizar uma contestação mais vasta e forte.
É urgente prender alguns dos principais responsáveis pelo colapso do país. Homens como dias loureiro e sócrates, para só citarmos 2, já deviam estar em prisão preventiva.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Procura-se ! Não lhes daremos tréguas
Mais um que anda fugido. Compreenda-se a razão porque o BPN foi nacionalizado.
Não havia qualquer risco sistémico. Houve sim que proteger e isentar os amigos que tinham créditos concedidos e que até hoje não pagaram. Aliás, estamos nós a pagar e ainda não vimos sequer a abertura de processos para a recuperação desses créditos.
A pouca vergonha e o à vontade desta gente ultrapassa a nossa capacidade de resistência e tolerância.
Leia um pouco da história de mais um dos trastes deste País.
A revista Sábado dedica oito páginas a Duarte Lima, desde o tempo em que, órfão de pai aos 11 anos, ajudava a mãe a vender peixe em Miranda do Douro. À beira de completar 56 anos (Novembro), Duarte Lima tornou-se um homem imensamente rico. A investigação de António José Vilela e Maria Henrique Espada está recheada de detalhes picantes. Na sua casa da Av Visconde de Valmor, em Lisboa, Duarte Lima dava jantares impressionantes, confeccionados in situ por Luís Suspiro; no fim do ágape, o chef vinha à sala explicar aos convidados -- entre outros, Manuel Maria Carrilho, Ricardo Salgado, João Rendeiro, Horácio Roque, Adriano Moreira e José Sócrates -- a génese das suas criações. Ângelo Correia, que o lançou na política em 1981, nunca foi convidado para esses jantares. O andar da Visconde de Valmor foi decorado por Graça Viterbo: a decoradora cobrou 705 mil euros. Quando entrou para a Universidade Católica, graças a uma bolsa que o isentou das propinas, foi ignorado pelos colegas: era pobre, vestia-se mal e vinha da província. Só Margarida Marante se aproximou dele. Duarte Lima oferecia-lhe alheiras confeccionadas pela mãe. Em 1980 já era maestro do coro da Católica. Pacheco Pereira e Santana Lopes assistiam embevecidos aos seus concertos de órgão. O estágio de advocacia foi feito no escritório do socialista José Lamego, então casado com Assunção Esteves, actual presidenta da AR. O primeiro casamento (1982) foi celebrado pelo bispo de Bragança. Em 1983 chegou a deputado e, em 1991, a líder parlamentar e vice-presidente do PSD. Nos anos 1980-90 era das poucas pessoas a quem Cavaco atendia o telefone a qualquer hora. Até que, em 1994, o Indy, então dirigido por Paulo Portas, obrigou o Ministério Público a investigar as suas contas. Demitiu-se de cargos políticos e aguardou a conclusão do processo. Com o assunto arrumado, candidatou-se em 1998 à Distrital de Lisboa do PSD. Ganhou, derrotanto Passos Coelho e Pacheco Pereira. A leucemia afastou-o do cargo. Volta ao Parlamento por dois mandatos: 1999-2002 e 2005-2009. Segundo a revista, Duarte Lima depositou nas suas contas, entre 1986 e 1994, mais de cinco milhões de euros, parte considerável (25%) em cash. É membro da Comissão de Ética do Instituto de Oncologia de Lisboa e fundou a Associação Portuguesa Contra a Leucemia. Agora é o principal suspeito do assassinato de Rosalina Ribeiro.
Nada disto me impressiona, excepto o facto de Duarte Lima ter obtido do BPN, em 2008, pouco antes da nacionalização do banco, um empréstimo de 6,6 milhões de euros, «contraído sem a apresentação de qualquer garantia». O affaire Duarte Lima é um caso de polícia. Mas o affaire BPN, sendo também um caso de polícia, é sobretudo um assunto de Estado. E nenhum jornal ou revista investiu ainda o bastante para o elucidar.
Nota - Está restabelecida a inserção de comentários.
Não havia qualquer risco sistémico. Houve sim que proteger e isentar os amigos que tinham créditos concedidos e que até hoje não pagaram. Aliás, estamos nós a pagar e ainda não vimos sequer a abertura de processos para a recuperação desses créditos.
A pouca vergonha e o à vontade desta gente ultrapassa a nossa capacidade de resistência e tolerância.
Leia um pouco da história de mais um dos trastes deste País.
A revista Sábado dedica oito páginas a Duarte Lima, desde o tempo em que, órfão de pai aos 11 anos, ajudava a mãe a vender peixe em Miranda do Douro. À beira de completar 56 anos (Novembro), Duarte Lima tornou-se um homem imensamente rico. A investigação de António José Vilela e Maria Henrique Espada está recheada de detalhes picantes. Na sua casa da Av Visconde de Valmor, em Lisboa, Duarte Lima dava jantares impressionantes, confeccionados in situ por Luís Suspiro; no fim do ágape, o chef vinha à sala explicar aos convidados -- entre outros, Manuel Maria Carrilho, Ricardo Salgado, João Rendeiro, Horácio Roque, Adriano Moreira e José Sócrates -- a génese das suas criações. Ângelo Correia, que o lançou na política em 1981, nunca foi convidado para esses jantares. O andar da Visconde de Valmor foi decorado por Graça Viterbo: a decoradora cobrou 705 mil euros. Quando entrou para a Universidade Católica, graças a uma bolsa que o isentou das propinas, foi ignorado pelos colegas: era pobre, vestia-se mal e vinha da província. Só Margarida Marante se aproximou dele. Duarte Lima oferecia-lhe alheiras confeccionadas pela mãe. Em 1980 já era maestro do coro da Católica. Pacheco Pereira e Santana Lopes assistiam embevecidos aos seus concertos de órgão. O estágio de advocacia foi feito no escritório do socialista José Lamego, então casado com Assunção Esteves, actual presidenta da AR. O primeiro casamento (1982) foi celebrado pelo bispo de Bragança. Em 1983 chegou a deputado e, em 1991, a líder parlamentar e vice-presidente do PSD. Nos anos 1980-90 era das poucas pessoas a quem Cavaco atendia o telefone a qualquer hora. Até que, em 1994, o Indy, então dirigido por Paulo Portas, obrigou o Ministério Público a investigar as suas contas. Demitiu-se de cargos políticos e aguardou a conclusão do processo. Com o assunto arrumado, candidatou-se em 1998 à Distrital de Lisboa do PSD. Ganhou, derrotanto Passos Coelho e Pacheco Pereira. A leucemia afastou-o do cargo. Volta ao Parlamento por dois mandatos: 1999-2002 e 2005-2009. Segundo a revista, Duarte Lima depositou nas suas contas, entre 1986 e 1994, mais de cinco milhões de euros, parte considerável (25%) em cash. É membro da Comissão de Ética do Instituto de Oncologia de Lisboa e fundou a Associação Portuguesa Contra a Leucemia. Agora é o principal suspeito do assassinato de Rosalina Ribeiro.
Nada disto me impressiona, excepto o facto de Duarte Lima ter obtido do BPN, em 2008, pouco antes da nacionalização do banco, um empréstimo de 6,6 milhões de euros, «contraído sem a apresentação de qualquer garantia». O affaire Duarte Lima é um caso de polícia. Mas o affaire BPN, sendo também um caso de polícia, é sobretudo um assunto de Estado. E nenhum jornal ou revista investiu ainda o bastante para o elucidar.
Nota - Está restabelecida a inserção de comentários.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Procuram-se !
Os resultados da irresponsabilidade e incompetência dos governos de Sócrates e respectiva pandilha, estão finalmente bem visíveis.
Se o País ainda tinha duvidas, agora já percebeu.
Acontece que esta gente continua á solta e até está a ser paga pelo erário publico.
Para que não se esqueça repetimos alguns nomes;
josé sócrates
Silva Pereira
Santos Silva
Teixeira dos Santos
António Mendonça
Paulo Campos
Vitor Constâncio
Armando Vara
Pinto Monteiro
Como é evidente poderíamos acrescentar muitos outros que se movem dentro do mesmo circulo.
Continuamos a pensar que enquanto esta gente não for incriminada, o País não conseguirá sair da crise em que está mergulhado.
Isto conduz-nos ás medidas agora anunciadas pelo governo.
Percebemos a necessidade de fundos para responder a compromissos assumidos. Mas.....com franqueza. Não será desta forma que iremos conseguir chegar a bom porto. Penso que pouca gente terá duvidas sobre o agravamento que estas medidads irão produzir na situação económica do País.
O ponto a que chegámos exigia outra postura e outros referenciais de actuação por parte do primeiro ministro. Podemos aceitar que ninguém consegue definir um plano que possa ser considerado como "a grande solução" para a saída da crise.
Mas o que não deixa grandes duvidas é que só com medidas recessivas não se consegue desenvolvimento, pois as receitas de impostos e mercado interno, acabam por diminuir, e o sector importador não tem dimensão para tapar o buraco.
As grandes medidas continuam por anunciar.
Algumas, seriam quanto a nós;
1º A apresentação de um novo modelo de desenvolvimento que pudesse sensibilizar as forças vivas do País e que tivesse por objectivo alcançarem-se novos enquadramentos sociais com uma justiça destribuitiva bem explicada á população e que motivasse uma forte e consistente motivação das forças produtivas.
2ºInformar que o sistema de justiça iria ser totalmente reformulado, começando por demonstrar isso com a entrega á justiça dos principais responsáveis por muitos dos atentados feitos ao património publico.
3º Saírem dos gabinetes e virem para o terreno incentivar e acompanhar novos projectos ou empreendimentos. O País precisa de sentir que os responsáveis descem á terra e compartilham experiências e actividades nos mais diversos sectores. Uma presença dinâmica pode ser das melhores alavancas para a motivação ao empreendadorismo.
Resumindo: O primeiro ministro deixou uma comunicação vazia de esperanças e o País precisa acima de tudo de vislumbrar um novo futuro, mesmo que isso lhe possa custar alguns sacrifícios.
A "seco" é que não.
Se o País ainda tinha duvidas, agora já percebeu.
Acontece que esta gente continua á solta e até está a ser paga pelo erário publico.
Para que não se esqueça repetimos alguns nomes;
josé sócrates
Silva Pereira
Santos Silva
Teixeira dos Santos
António Mendonça
Paulo Campos
Vitor Constâncio
Armando Vara
Pinto Monteiro
Como é evidente poderíamos acrescentar muitos outros que se movem dentro do mesmo circulo.
Continuamos a pensar que enquanto esta gente não for incriminada, o País não conseguirá sair da crise em que está mergulhado.
Isto conduz-nos ás medidas agora anunciadas pelo governo.
Percebemos a necessidade de fundos para responder a compromissos assumidos. Mas.....com franqueza. Não será desta forma que iremos conseguir chegar a bom porto. Penso que pouca gente terá duvidas sobre o agravamento que estas medidads irão produzir na situação económica do País.
O ponto a que chegámos exigia outra postura e outros referenciais de actuação por parte do primeiro ministro. Podemos aceitar que ninguém consegue definir um plano que possa ser considerado como "a grande solução" para a saída da crise.
Mas o que não deixa grandes duvidas é que só com medidas recessivas não se consegue desenvolvimento, pois as receitas de impostos e mercado interno, acabam por diminuir, e o sector importador não tem dimensão para tapar o buraco.
As grandes medidas continuam por anunciar.
Algumas, seriam quanto a nós;
1º A apresentação de um novo modelo de desenvolvimento que pudesse sensibilizar as forças vivas do País e que tivesse por objectivo alcançarem-se novos enquadramentos sociais com uma justiça destribuitiva bem explicada á população e que motivasse uma forte e consistente motivação das forças produtivas.
2ºInformar que o sistema de justiça iria ser totalmente reformulado, começando por demonstrar isso com a entrega á justiça dos principais responsáveis por muitos dos atentados feitos ao património publico.
3º Saírem dos gabinetes e virem para o terreno incentivar e acompanhar novos projectos ou empreendimentos. O País precisa de sentir que os responsáveis descem á terra e compartilham experiências e actividades nos mais diversos sectores. Uma presença dinâmica pode ser das melhores alavancas para a motivação ao empreendadorismo.
Resumindo: O primeiro ministro deixou uma comunicação vazia de esperanças e o País precisa acima de tudo de vislumbrar um novo futuro, mesmo que isso lhe possa custar alguns sacrifícios.
A "seco" é que não.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
