sábado, 31 de dezembro de 2011

2012 a caminho da China

Agora que estamos a caminho de ser a pequena China Europeia, começa a ser tempo de irmos tendo saudades dos tempos em que fomos uma nação valente, imortal e independente.
A cabeça já está no cepo e a data que ficará para a história será 2011. O nosso destino está praticamente traçado.
A perda de identidade vai ser um dos legados que iremos deixar ás novas gerações.
Isto a propósito e por causa das "três gargantas" que são fundas e distantes.
Os capitais não têm rosto, é certo, mas os seus detentores têm e sabem onde querem chegar.
A satisfação incontida dos governantes e a estupidez da comunicação social que os suporta, não conseguiram ainda entender até onde é que nos irá conduzir esta situação.
Note-se bem. Os chineses têm um "mamar doce" que lhes irá permitir chegar, sem conflitos nem pressões, a ter a "ponta de lança" que lhes faltava na Europa.
Que melhor poderiam desejar que um pequeno país falido e dominado por uma classe politica deprimente e sem qualquer visão estratégica.
A satisfação dos chineses é de tal forma notória que até consideram que o negócio foi feito bastante abaixo do valor da empresa.
Da empresa ?
Eles sabem que pagaram apenas a primeira prestação pela compra de um País.
A nós em particular pouco ou nada nos incomoda. Até pelo contrário. Temos duas filhas que falam chinês e dois netos que para lá de falarem também escrevem. Por nós, podem vir.
Dos vários envolvimentos que tivemos com chineses, com apenas uma excepção, só poderemos congratular-nos em todos os aspetos.
Aquilo que lamentamos vivamente é a incompetência e a falta de discernimento de muitos dos governadores e outros dirigentes que foram passando por Macau. Esses sim, foram e são os responsáveis pela perda de oportunidades e consequente chegada á situação em que nos encontramos e que nos leva a aceitar de joelhos aquilo que poderia ter sido obtido de olhos nos olhos.
Mas não. Tanto lá como cá esta classe de oportunistas políticos que foram enchameando o estado, só tiveram em conta os interesses pessoais e dos grupos em que se integram.
A morte do País têm responsáveis conhecidos e identificados. Para lá de merecerem o nosso desprezo exigem cada vez mais a nossa determinação em lutar contra esta tentativa de se esquecer o passado e garantir assim a impunidade a quem traiu e tramou o País.

Neste ano que agora começa, desejamos muito sinceramente que à falta de boas noticias se possa pelo menos começar a vislumbrar formas de combate à impunidade estabelecida pela escumalha politica que ao longo dos anos se apoderou do País.
O nosso abraço para todos.
Carlos Luis

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A divina aliança

Só poderia ser entre a miséria e o obscurantismo e nada mais poderia gerar que um produto amorfo e sem consistência sólida que se chama Portugal. Esta tem sido a fórmula seguida desde há muitos séculos.
Primeiro e ainda presentes, as religiões foram o seu sustentáculo. Depois e de forma subrepticia tem sido aproveitada pelas novas classes que se foram desenvolvendo.

A massa humana resultante deste caldeamento e que se expressa em termos de Povo, fez emergir uma sociedade "fermentada" e susceptível de fácil utilização pelo novo clero dominante e agora intitulado de classe politica.
O antigo clero prometia e ainda promete o céu a troco de muitos sacrifícios e bastante fé. Os actuais utilizam exactamente a mesma fórmula. Apenas trocam o céu por futuro e normalmente acrescentam, melhor.
Assim não nos podemos admirar de ver um Povo submisso e que continua de joelhos perante a infâmia, a desgraça, o servilismo, a mentira, o roubo, a corrupção.
Tudo isto é aceite sem um queixume e se o fazem é de forma contida e controlada pois disseram-lhes e convenceram-nos que a ESTABILIDADE é um bem essencial para o nosso desenvolvimento. Eles acreditam e respeitam.
Este poder Politico / Divino tem mesmo "sacerdotes" auxiliares habilmente moldados a partir da mesma massa, com ela consusbtancial á origem, de forma a garantir que os cânticos da nova alvorada não sejam comprometidos por algumas franjas mais instáveis que por vezes lhes estragam as procissões.

A dificuldade maior que sentimos é sabermos que é neste Povo que vivemos e que será aqui que entregamos a nossa alma. Isso custa-nos bastante pois não temos os mesmos sentimentos, nem gostamos desta sociedade, nem desta classe politica, nem destes "sacerdotes" menores vulgo sindicalistas. Todos em conjunto nada mais fazem que contribuir para a desgraça deste País.
A continuar assim somos apenas cordeiros guardados para as festividades pascais. É verdade.
Vamos acabar por ser imolados com um sorriso imbecil nas faces.
Ás vezes apetece-nos gritar ! ACORDEM SEUS IMBECIS.
Certamente alguns recordam-se daquela parábola no templo em que Cristo quis correr com os vendilhões.
Quase que garanto que se o mesmo Cristo agora cá viesse - e isso até pode acontecer com os preços baixos das Low-cost - diria algo semelhante só que actualizado ao tempo presente e poderíamos talvez ouvir;
Palavra do senhor:
Acordem irmãos, cuidado com os vendilhões da politica que usam bancos para vos extorquir o dinheiro - estava a lembrar-se do BPN -, fazem fortunas que colocam no estrangeiro e vocês é que têm que trabalhar o resto da vida para pagarem as dividas que eles deixaram e aceitam isso sem se manifestarem, sem mandarem prender os políticos responsáveis, sem arremessarem pedras e outros materiais, sem uma manifestação de raiva perante o despudor dominante ?
Abram os ouvidos e a mente.
Vocês vão passar fome e não batem em ninguém ?
A vossa desgraça está a ser felicidade de muita gente e vocês não percebem ?
E não partem nada ?
Não me venham com a história de já terem queimado uns pórticos na A23.
Isso não é nada. Façam-se homens. Vão é procurar quem os mandou lá por e prendam-nos. E confisquem-lhes os bens. A eles e a quem negociou as scuts e as parcerias publico privadas. Prendam-nos. Recuperem o vosso País antes que seja tarde.
Palavras de Cristo na homilia aos Portugueses.
Perante isto nada mais será preciso acrescentar.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O corpo aflito

As ideias fervilhavam na cabeça do Joaquim Silveira. O dia chuvoso tinha-o levado até ao pequeno café onde de cigarro na mão e mata bicho à frente, ía fazendo contas à vida.
Bom, as contas eram sempre as mesmas. Como vivia sem encargos de maior, bastava-lhe o que mensalmente ia recebendo do fundo de desemprego para lhe assegurar todas as manhãs duas cadeiras e uma mesa naquele café.
O joaquim, vendo bem, não era desprovido de todo.
Tinha olfacto, visão e mesmo algum discernimento intelectual. Sabia fazer contas e lia com alguma facilidade. Sentia no entanto que lhe faltava qualquer coisa. Era por assim dizer um corpo aflito em busca de uma oportunidade.
Pelo que ía ouvindo e via na televisão, sabia que o País estava em crise, mas isso não o preocupava demasiado. Até pelo contrário. Pensava com alguma razão que se calhar por causa disso é que agora tinha tempo para pensar nas suas possibilidades para um futuro melhor.
Para ele a experiência adquirida na entrega de pisas ao domicilio dava-lhe algumas vantagens adicionais, pois isso possibilitou-lhe conhecer bem a cidade e em particular a vida quotidiana do bairro do Alto Pina.
Como era evidente, ninguem precisava de saber que a razão do seu despedimento se deveu ao excesso de percursos efectuados para fazer as entregas. O jogo da descoberta de ruas que ía fazendo com outros distribuidores, possibilitaram-lhe alguns novos conhecimentos, é verdade, mas conduziram à situação em que se encontra, que contudo particularmente não lhe desagrada.
O nosso Joaquim, com alguma graça, até costuma dizer que agora tem tempo para pensar!
Embora tenha consciência que não é particularmente dotado nalguns aspetos, isso não o impede de ir fazendo planos para um futuro que pensa estar ao seu alcance.
Com efeito, uma vez que conhece uma parte do País e muito em especial a freguesia em que vive, acha que deve inscrever-se num partido politico e candidatar-se á presidência da junta para depois seguir para a assembleia da republica.
Escusado será dizer que quando o Joaquim deu a conhecer estas ideias ao pessoal do bairro, não viu grande entusiasmo por parte deles. Todos lhe disseram que não está talhado para isso. Aqueles lugares são para gente inteligente e embora não lhe tivessem dito, pensavam que não era o caso.
Qualquer um se teria ido abaixo ao ouvir estas recomendações.
No entanto o Joaquim não sendo inteligente é esperto e sabe que isso é que conta para se ser político. Tem razão.
Consciente que está da sua falta de formação básica e mesmo de alguma dificuldade de entendimento e de ideias pouco esclarecidas, diz para quem o quer ouvir que ao fim e ao cabo seria capaz de fazer o mesmo que os outros que se encontram no governo ou nas juntas de freguesia!
Como podem imaginar a malta desatou a rir. Mas o joaquim não desanimou. Ele sabia que tinha razão. Bastar-lhe-á inscrever-se num partido politico e para que nada falhe, deverá ser no partido socialista.
Ele teve tempo para perceber que tem sido ali que se desenvolve e prolifera gente que não tem mais capacidades que ele. Mesmo assim chegaram a ministros e alguns são deputados.
Vieram-lhe à cabeça alguns nomes que lançou aos seus "amigos".
Então e um Lino ? Risota geral.
E um Pinho ? Risota geral.
E um Mesquita ? risota geral.
E um Vara ? Risota geral.
E um socrates ? Risota geral.
O joaquim quis lançar mais um nome mas na altura não se lembrou. É que nesse dia tinha ouvido dizer a um deputado que as dividas não eram para pagar e que se estava marinbando para isso. Achou graça pois o homem falava com expressões que lhe agradavam e...... tambem era do ps.
Porque é que ele, Joaquim Silveira, não poderia ser deputado e chegar mesmo a ministro, agora que não tem nada para fazer e tem tempo para isso!
Aproveitem o homem. O País não irá estranhar.

Adenda - O joaquim telefonou-nos a pedir para acrescentarmos à lista o Basilio Horta. Até neste pequeno apontamento já revela sentido de Estado.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O BILTRE FALOU

E aquilo que disse, comprova bem as razões que em 2009 nos levaram a S.Bento pedir a sua demissão.
Mas a culpa do que se passou é tanto dele como da classe politica e da comunicação social que lhe deram cobertura.
Permitir que se deixasse à solta um criminoso deste calibre e vermos um partido e um parlamento a dar-lhe cobertura, é motivo para nos interrogarmos sobre que povo é este que paga a quem o explora e engana.
Mais estranho ainda é continuarmos a ver muita dessa gente aparecer em publico como se nada de grave se tivesse passado, continuando a emitir opiniões e nós a pagarmos para que cada vez mais nos enterrem neste pântano de equívocos e falsas promessas. O jogo de enganos já se prolonga à demasiado tempo.
Comecemos por criar condições para se pedir a captura internacional desse criminoso identificado por josé socrates. Ele confessou que é vigarista assumido e fê-lo em publico. Acresce a isso os milhões movimentados pelo seu clã e que só podem provir da roubalheira que essa quadrilha fez no país. Será preciso matarem alguém para que a justiça os incomode ?
Sobre este canalha e a escumalha politica que o apoia, escrevemos em devido tempo o seguinte:
Domingo, 7 de Junho de 2009
Vitória Esmagadora da FORÇA EMERGENTE
O País venceu
Derrotar Sócrates era uma exigência Nacional.
O País cumpriu e Sócrates é já um cadáver político. Há agora que o julgar pelos crimes de "lesa Pátria" cometidos.
O País obteve no entanto uma segunda vitória. Parte significativa do Povo Português anulou o seu voto, demonstrando assim todo o repúdio que sente por esta política e os seus principais responsáveis.

Esta Associação e todos os que nos apoiam e acompanham, devem sentir um enorme orgulho na contribuição que pudemos dar para a próxima ruptura deste sistema e o advento de novas politicas com gente mais séria nos órgãos governativos do País.
Estão assim confirmadas parte das nossas dúvidas e suspeitas sobre a situação em que se encontra o País e amplamente demonstrada a falta de idoneidade e competência de quem enganou os Portugueses e que ainda os continua a conduzir para o maior fosso de indignidades a que alguma vez esta Nação foi submetida.
Hoje ficou bem comprovada a razão de ser do nosso pedido feito em Fevereiro, para que o senhor José Sócrates se demitisse. A situação em que já se encontrava o País deveria ter obrigado o senhor Presidente da Republica e os partidos com presença no Parlamento a tomarem uma atitude idêntica.

Mas não. A única Entidade que foi a S.Bento exigir a demissão do "coveiro do País" foi uma Associação chamada FORÇA EMERGENTE.
Esperamos, não termos ainda de ser nós, a transportar o "cadáver adiado" que se encontra em S.Bento.
Para não continuarmos a sobre carregar o Dr.José Maria Martins, apelamos a um advogado que esteja disponível e que faça a mesma leitura que nós da situação em que se encontra o País, para de imediato se avançar com um processo crime contra J.Sócrates. É evidente que não lhe poderemos chamar "gestão danosa", pois embora o sendo a política o cobre.
Mas, os crimes cometidos, têm concerteza formulação jurídica adequada a quem merece a total repulsa do Povo Português.

7 comentários: a MÁFIA portuguesa disse...
Acabe-se com a Maçonaria, com o PS, com o Sócrates, com os políticos e banqueiros assumidamente corruptos.
O primeiro round está ganho. Agora há que atacar nas legislativas para o 2.º round e depois instituir LEI MARCIAL na SAÚDE: eu explico - acabar com os médicos lobistas; proibir que médicos que exercem no sector público exerçam no privado e instaurar processos céleres a médicos que no sector público fizeram com que os portugueses perdessem todos os seus direitos a ter uma assistência médica em condições com diagnósticos e tratamentos próprios de um pais civilizado; perseguição aos médicos que compactuaram com este estado de sítio que o PS tentou implementar na sociedade portuguesa...!!!

a MÁFIA portuguesa disse...
E acabe-se com o Vítor Constâncio, enquanto governador do BP, pelo escandaloso ordenado que tem para permitir a bandalheira bancária neste país e ainda vir a público dizer que supervisão não é controlo bancário...!!!
É esta a casta de administradores da maçonaria e do PS que anda por aí a roubar o dinheiro dos pobres dos portugueses; estes ladrões sem vergonha...!!!
Por outro lado parecem-me muito direitistas os comentários de Alberto João Jardim (embora muito ao seu estilo...) de que os votos somados do BE e da CDU ultrapassaram os 20% o que, na sua opinião, "é inadmissível em democracia moderna e no contexto europeu"...!!!
Este comentário deve ser analisado, porque me parece que há ainda muito boa gente que julga que a incompetência dos políticos não faz as democracias virarem à esquerda, em favor dos mais desfavorecidos...!!! Em que mundo vivem...??? Na lua com certeza.
Já conhecemos os excessos do tio João e do seu feudo, mas o BE e a CDU têm de reagir a estas declarações, que põe o que resta da democracia no chão...!!!
8 de Junho de 2009 00:42

Manda disse...
Caros amigos
É a primeira vez que venho a este Blogue, pois costumo seguir o dr.José Martins e o Portugal Profundo entre outros. Depois de ler o vosso site e alguns posts fiquei com a sensação que voçês, embora da mesma linha, me parecem mais aguerridos que a democracia directa - movimento do Balbino Caldeira-. Antes de mais parabens por terem exigido a demissão desse "coveiro do país" como muito bem lhe chamam. Só por isso merecem o meu reconhecimento. É que a maioria dos que vêm para estes Blogues mandarem "postas de bacalhau" e dizerem que estão dispostos a tudo, quando é preciso são os primeiros a adoecer. Podem contar comigo. Não sou fraco nem cobarde. Correspondo ao nome. Quanto a pretenderem instaurar-lhe um processo crime, têm de ser rápidos pois o homem está preso por um fio e em breve vai dar á sola para outro lado. Contem com este Manda Forte para ajudar a recompor a dignidade em falta no País. Gostei daquilo que escrevem e do que já fizeram. FORÇA.

Angela Maria disse...
Sem dúvida que a Força Emergente está a prestar um grande serviço ao país. Muito grata!
A Inteligência e a Vontade ao serviço de Portugal. Contem comigo, que eu conto convosco!
Parabéns.

JotaB disse...
Tenho sido um leitor assíduo, mas não interventivo, de tudo o que vem sendo publicado no "forcemergente". Congratulo-me com aquilo que têm escrito, bem como com as tomadas de posição do Movimento.
Quero acreditar que as coisas irão mudar, apesar das afirmações de José de Sousa e de alguns elementos do seu partido irem no sentido de tudo continuar como estava. Decepcionantes e parolas são as palavras de Aníbal Silva, quando afirma que "o mais importante,neste momento, para os portugueses, é o superior interesse da escolha de José Barroso para presidente da comissão europeia".
Quanto a Vitor Constâncio, ao afirmar que está de consciência tranquila, pelo que voltaria a agir exatamente da mesma maneira, nada há a dizer.
Enquanto não nos livrarmos desta gentinha não poderemos ambicionar dias melhores.
Parabéns. Continuem a lutar.

Esta exigência de demissão teria evitado que o País caísse na maior crise da nossa história.
Foram quase 3 anos de desvario total protagonizado por todos os principais órgãos de soberania.
Deixaram um louco à solta a comandar um bando de incompetentes e incapazes. Isto só foi e continua a ser possivel pelo conluio existente na classe politica que desde 74 se vem governando das estruturas de um estado indigno de um País que se pretende civilizado.
Passado este tempo e continuando ainda à solta o responsável pela desgraça instalada, perguntamos; Está disposto a constituir um grupo de trabalho que possa avançar com um processo crime contra este canalha ? Contem connosco.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Os bombistas económicos

O Estado social vai implodindo lentamente.
A economia está prestes a explodir.
É certo e seguro que à miséria de largas franjas da população já a viver em condições precárias, se irá juntar uma vasta plêiade de pequenos empresários e empreendedores que acreditaram nas potencialidades deste País e se convenceram que tinham dirigentes sérios e competentes à frente do mesmo. 
Acabámos por andar de desilusão em desilusão.
À safadeza de socrates, que apesar das maiores pulhices ainda continua a ser referenciado por essa já cansativa personagem que dá pelo nome de soares, acabou por seguir-se uma nova versão de falta de credibilidade, agora personificada no actual primeiro ministro.
Ou seja a seguir a um pulha, veio um aldrabão.
Assim não há País que resista.
As esperanças depositadas em alguns membros do actual governo, vão-se aos poucos perdendo.
Podemos dizer que estes políticos desconhecem o País que estão a gerir e o problema é sempre o mesmo.
Esta gente não tem conhecimento prático das "coisas da vida".
Não conhece as realidades diárias que se colocam à maioria da população.
Não sabe as dificuldades que passa quem tem de gerir um pequeno negócio.  Ignora o esforço e as dificuldades que se apresentam a quem vê diminuírem drasticamente as receitas e o pouco que resta é levado por impostos, taxas, coimas, etc.
Sabemos onde nos irá levar a politica restritiva que agora nos é imposta. Nem é necessário sermos "especialistas" para antever o futuro.
O que estranhamos, após termos feito um voto de confiança nalguns membros do atual governo, é sentirmos a mesma falta de capacidade e de rigor na gestão da coisa publica, que continua no essencial idêntico ao que se vinha praticando.
Sabemos que nâo é bem a mesma coisa, mas.... anda lá muito perto.
Olhando para a politica de restrições, até aceitamos que seja necessário fazer cortes nas despesas com pessoal. Mas isso é apenas uma pequena parte da resolução do problema.
O que não entendemos é continuar a manter-se a mesma estrutura de despesa do Estado em organismos artificialmente criados para alimentar os sobejos da alternância governativa e que permite que muita dessa escumalha politica vá continuando a auferir vencimentos ofensivos para a generalidade da população.
Também não se vê no orçamento agora aprovado, um corte efectivo nas despesas com assessores, pareceres jurídicos, equipamentos, frota automóvel, etc.
Podem dizer-nos que os ministérios estão obrigados a fazer cortes de 5 ou 10% nas despesas de funcionamento. Acontece que não se especificam a que despesas é que se referem. Aquilo que vemos são cortes nos vencimentos ou diminuição nos subsídios. As gorduras continuam lá. Melhor dizendo, o nosso suor e esforço continuam a servir o gáudio e a desfaçatez daquela gente. Isto para a generalidade da população é humilhante.
Será que este povo ainda não percebeu isto?
Estamos a viver em condições dramáticas e ninguem grita ?
Será que querem continuar a receber esmola ou a sopa da caridade, enquanto esta canalhada continua a viver á nossa custa ?
Não sabe quem são os canalhas ? Basta olhar para os partidos politicos. Todos se acomodaram a um sistema a que chamam democrático. Não sabe o que isso é ?
Bom, nós daquilo que sabemos, o que lhe podemos dizer é que o que se passa por cá não tem nada de democrático. Só se tivermos de considerar a roubalheira e a irresponsabilidade dentro desse conceito.
Basta olhar para o parlamento e verá lá sentados muitos daqueles que nos conduziram a esta situação.
Quer um conselho ?
Torne-se instável e assuma-se também como um bombista económico !
Responda á fome, cortando-lhes também os alimentos. Se é produtor cultive só para si e para a familia. Alimenta-se e já não paga impostos.
Tem um pequeno comércio e já não sabe o que fazer? Feche a porta e dirija-se ao centro assistencial mais perto. Deixa de pagar impostos e passa a ter comida.
Tem um filho a estudar e já não tem dinheiro para as propinas ?
Não desespere. Mesmo que ele continuasse depois não iria ter emprego. Assim vá com o seu filho para a porta do parlamento e tente expor o seu caso. Verá que em breve irão lá estar mais algumas dezenas de familias. Depois já serão centenas. Depois chegarão aos milhares. Nestas coisas o que é necessário é alguèm ser o primeiro.
Depois de estarmos todos juntos poderemos então caminhar para aquilo que poderemos classificar como um regime democrático.
Até lá vai passar fome e viver de ilusões porque não é fácil ser-se um bombista económico.
Nota final - Não se esqueça daquilo que ouve quase diarimente. Temos todos que fazer sacrificios e trabalhar para tirar o País da crise em que se encontra. Só que o "todos" somos apenas nós, os papalvos, os parvos, os subservientes que lhes pomos o "babete" e lhes engrossamos todos os meses as contas bancárias. O único esforço deles é o de verem como é que dará mais jeito organizar as contas do estado de forma a que os deficits não pareçam demasiado excessivos. Acredite que isto nem lhes exige grande esforço pois somos nós que estamos a pagar.
  

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

AGARRA....QUE É LADRÃO !

Esta é a proposta que fazemos.
De cada vez que vislumbrarmos na rua, numa loja, á porta de casa, etc, alguns dos já identificados vigaristas que ainda continuam à solta, poderemos de forma direta ou indireta dar um grito de agarra que é ladrão.!
Mesmo que não se olhe diretamente para o bandido, ele irá sentir todo o peso da vergonha, pois sabe que será provavelmente o único ladrão de peso naquele local.
Poderemos começar pelo dias loureiro, que segundo nos informaram continua a viver no Estoril, junto á escola hoteleira. É verdade que de vez em quando vai até Cabo Verde mas de facto e infelizmente continua a conspurcar uma das nossas melhores zonas turísticas.
Poderemos também ir até á porta do tribunal onde estão a ser ouvidos os penedos e o vara, por exemplo.
Se alguém for até Paris, porque não levar um cartaz em Português e Francês com a informação - tenham cuidado com o carteirista-mor - que está cá a fingir que estuda filosofia.
Porque não organizarmos uns passeios junto á assembleia da republica levando cartazes mais simples, por exemplo com a inscrição - entreguem os carros e baixem os vencimentos e custos, pois nada de produtivo sai daqui -.
Os exemplos podem ser muitos, mas onde queremos chegar é ao seguinte.
Para sermos eficazes na contestação é necessário utilizarmos métodos e frases fortes que sejam levados até junto dos visados. Quer seja á porta de casa, na assembleia, em S.Bento, ou nos locais para onde se desloquem tais como tribunais ou prisões.
Não lhes podemos dar descanso ou esquecimento.

Amanhã iremos ter mais uma greve geral.
Compreendemos perfeitamente as razões de todos aqueles que a fizerem, assim como as de muitos que por outras razões não irão estar.
Infelizmente os resultados serão nulos como muito bem sabem os dirigentes das centrais sindicais. Trata-se acima de tudo de uma prova de vida desses dirigentes, que estão comodamente instalados e nada de novo ou eficaz já podem trazer á luta dos trabalhadores.
É até curioso ver a preocupação desses dirigentes com a possibilidade de elementos mais contestatários poderem interferir no "andamento do rebanho" durante o passeio previsto e poderem assim gerar alguma alteração da ordem publica.
Curioso, como também eles apelam á estabilidade na contestação.
Vergonhoso.
É mesmo triste e cansativo continuarmos a ouvir estes dirigentes estafados de nada fazerem e sem ideias que possam esclarecer e mobilizar as camadas trabalhadoras.
Também nesta área o País precisa urgentemente de uma renovação.
Estes já cheiram a mofo!
O País precisa de outras gentes, outras politicas e novas dinâmicas.
Tal como tudo continua a única coisa certa é a desgraça há muito anunciada.

Adenda - Quinta feira, 7,30 da manhã. Está a ser penoso ver como os autocarros da Vimeca começam a circular após intervenção da PSP. Os piquetes de greve rapidamente desmobilizaram. Sem reacção, sem enfrentamento, sem demonstração de um forte sentimento de raiva ou de injustiça.
Em dois minutos todos tinham abandonado os portões de saída.
Esta não é a gente do nobre povo e da nação valente que ainda continuamos a cantar.
Tanto os grevistas como aqueles que foram trabalhar, sâo provavelmente gente bem intencionada e certamente com princípios e valores a que apenas falta dirigentes com capacidade de resposta ás novas exigências.
É triste continuarmos a ouvir as mesmas justificações e os mesmos slogans de há 40 anos.
Nunca houve ao longo desse tempo capacidade dos dirigentes sindicais para, pelo menos, terem feito um esforço de maior esclarecimento e motivação das classes trabalhadoras de forma a termos hoje um povo mais evoluído e esclarecido quanto á forma como o trabalho se deveria enquadrar nas estruturas de uma sociedade moderna.
Acabamos por estar nos primórdios da revolução industrial.

Adenda 2 - Confirma-se que a acção mais determinada e que deu inicio aos confrontos junto à assembleia partiu de um cidadão estrangeiro. Está já apurado que esse jovem pensava que tinha ido para o Egito. Quando se deu conta que poucos o acompanhavam na iniciativa, já era tarde. Muito depressa foi detido e continua a pensar que ainda está no Cairo, pois disse ouvir várias vezes alá á quebar.
Estava enganado e pode comprovar isso. O que ouvia era espera lá que já vais levar.
Moral da greve -  Temos que aumentar a importação de estrangeiros para ver se damos a volta a isto.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Os BANDALHOS

São eles mesmo. Muitos dos que se sentaram e sentam na Assembleia da republica, nas cadeiras do governo, nas administrações de bancos e muito em especial nas estruturas politico partidárias que se têm governado do País.
Convenceram-se da impunidade total e arfaram em arrogância desmedida.
A convicção de que o sistema judicial nunca os conseguiria deter, levou-os ao exagero descontrolado. O seu ar de indiferença era provocatório.
"Movimentaram" milhões que desviaram do erário publico e usaram a banca como se fosse uma caixa multibanco a fundo descoberto.
Esta gente tem contado com a colaboração ativa de grande parte dos orgãos de comunicação.
Tem sido acarinhada pelos novos "rebentos" politicos que aos poucos vão despertando.
Sempre contaram com colaboração das instancias judiciais habilmente montadas para garantir o funcionamento do Sistema de Encobrimento de Politicos Corruptos.
Com tudo isto, a corda foi esticando até á falência do País.
Só por isso e porque nem tudo é corrupção e compadrio e ainda existem alguns juizes suficientemente sérios e crediveis é que os Isaltinos, os Loureiros, os Varas, os Limas e muito em breve os socrates irão começar a sentir, pelo menos, o incómodo do conhecimento publico mais detalhado de muitas das pulhices que foram fazendo.
O caso agora exposto e relativo a esse pulha-mor que dá pelo nome de Lima é esclarecedor da forma como esta gente sem moral nem principios actuava.
Sempre partiram do principio e em parte até estão certos, que somos um País de gente atrasada e suficientemente crédula. Gente com mais conhecimentos e menos pudor, pode sempre obter vantagens e tirar proveitos.
Para esta escumalha, o factor "credibilidade" era cartão de visita que não deveria deixar dúvidas.
Por exemplo - Dr. Duarte Lima, advogado, ex ministro, ex lider parlamentar, ex doente de cancro - era mais que suficiente para o nosso bom povo lhe entregar as chaves de casa.
Assim fez a Rosalina que deus tem e que Duarte não quis.
Assim fez aquela familia de 5 herdeiros que não se entendia para resolver as partilhas da herança e que levou Duarte a fazer apelo aos seus nobres sentimentos para os poder ajudar a resolver o problema.
Afinal era simples.
A herança eram uns terrenos e Duarte até sabia quem dava 1 milhão e meio de Euros. Dava 280.000 a cada um, o que para aquela boa gente até pareceu bem. E foi aceite. E Duarte no sentido de os ajudar fez mesmo uma sociedade entre eles para os terrenos passarem para nome dessa sociedade. E logo de seguida essa mesma sociedade, ainda tendo como sócios os referidos herdeiros, vendeu os terrenos a uma offshore de Lima e companhia pela módica quantia de 2o milhões de Euros. Afinal de contas o IPO iria pagar 26 milhôes num negócio já alinhavado. Eram quase vinte cinco milhôes de lucro e nem era muito, tendo em conta o trabalho desenvolvido.
Acontece que o fisco foi atrás da mais valia da venda.
E lá foram os herdeiros notificados para pagarem, cada um, cerca de 700 mil Euros, pois a sociedade deles tinha vendido os terrenos por 20 milhões!
É claro que ficaram um bocadinho admirados e se calhar aborrecidos com o senhor doutor lima.
Eles até pensavam que estavam a lidar com uma pessoa séria.

Bom, este é apenas um pequeno episódio das gigantescas burlas que foram sendo feitas no País.
Esperamos muito brevemente poder conhecer mais em detalhe algumas das habilidades dos outros bandalhos.
Se a justiça não actuar, teremos que ser nós a tomar decisões.
Este País tem que rapidamente demonstrar que isto não são casos isolados de actuação judicial.
Os factos são por demais evidentes para se continuarem a protelar investigações ou deixar caducar processos. Isaltino, loureiros e socrates já deviam estar presos.