sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

É POR ESTA E POR OUTRAS

Cada vez mais nos convencemos que a escumalha socialista, acompanhada por muitos psddeveria ser irradiada da cena politica nacional.
Estes IRRESPONSÁVEIS, CORRUPTOS  e INCOMPETENTES têm de responder pelos crimes de lesa pátria que foram cometendo.
Comecemos pelo canalha-mor.
A petição para o seu julgamento, ás 10 h e 40 m de hoje, já ía em 30.574 assinaturas.
Divulgue o máximo possivel.
Exija o julgamento de José socrates. Com ele irá grande parte da escumalha que enxameia este País.

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N9288

Reparem agora como os socialistas continuam o trabalho de demolição que desde há muito vêm executando e que cada vez mais nos irá conduzir para a pobreza galopante que nos aguarda para os próximos tempos.
O trabalho de sapa dos socialistas a par da politica inconsistente e desajustada do actual governo já nos traçaram o futuro. A menos que a própria desgraça nos faça acordar do pesadelo.
Vejamos o que escreve este nosso amigo que se encontra na Alemanha.

EMIGRANTES - O MEU PARTIDO É PORTUGAL
Boicote do Envio de Remessas de Emigrantes – Um Apelo ao Gosto mediático mas infeliz
"Osnabrück Não Desiste" surgiu, como protesto contra o encerramento do respectivo vice-consulado a efectuar-se a 13 de Janeiro. Ultimamente veio para a arena política com uma campanha que apela ao bloqueio de envio de remessas para Portugal. "Nantes não desiste" seguiu nas suas pegadas. Esta é uma reacção contra os cortes do governo efectuados nos postos consulares e no ensino.
Recomendar que se envie ou deixe de enviar dinheiro para Portugal é problemático, porque em toda a parte o dinheiro pode ser investido de forma produtiva ou de forma estéril e com esta iniciativa não se ajudam os portugueses nem Portugal.
Iniciar assim uma forma de campanha contra o Governo também não convence por instrumentalizar partidariamente um tema a favor da oposição, quando governo e oposição, no fundo, nunca tomaram a sério os emigrantes. Em nome de interesses parciais vai-se contra o todo. O factor/tema económico migrante tornar-se-ia relevante se integrado numa política estruturada de fomento regional.
A emigração sempre foi uma chaga aberta na nação. Foi sempre uma fonte lucrativa para o Estado para assim poder equilibrar o seu orçamento e, ao mesmo tempo, um meio de fomento gratuito/espontâneo das regiões do interior e uma maneira de não deixar cair muitas famílias na miséria.

"Osnabrück Não Desiste" fundamenta a sua iniciativa afirmando: "Quando o nosso país, a nossa pátria, nos vira as costas, vemo-nos forçados a fazer o mesmo, não enviando dinheiro para Portugal, não investindo em Portugal". Este apelo é demagógico e partidário. O nosso país, a nossa pátria não se pode identificar com o programa dum governo nem com os interesses duma oposição em combatê-lo. Governo e oposição são Portugal, numa perspectiva de terra livre de coutadas. (O PS deveria distanciar-se desta campanha organizada em cima dos joelhos por membros seus).
Sim, o meu partido é Portugal e o seu povo também. Portugal e os cidadãos têm andado demasiadamente preocupados com problemas de estômago e de vaidade para poderem estar atentos à sua missão histórica. Perderam-na de vista com o enterro de Camões.

Não seria legítimo reduzir os emigrantes a portugueses de desobriga nem utilizá-los para fins escuros.
O economista Pascoal de Lima, referindo-se à iniciativa de os portugueses emigrantes boicotarem o envio de remessas para Portugal diz: "É claro que pode ter um efeito teórico, e sobretudo a três níveis: aumentaria a pobreza, diminuiria o bem-estar das famílias e teria impacto na redistribuição das riquezas no país; representaria uma diminuição do crescimento, do emprego e da produtividade do trabalho e do capital; e pioraria a situação do défice da balança comercial portuguesa".
De facto, os emigrantes/lusodescendentes, em 2010 enviaram para Portugal 2.400 milhões de Euros. Os emigrantes portugueses da Alemanha, de momento 114.552, enviaram 120 milhões de Euros; o valor das remessas da França, com um milhão de portugueses, foi cerca de 180 milhões de euros.

Um sistema que produz emigrantes nunca é favorável ao emigrante. A má consciência nacional quer esquecê-los e o consequente sentimento de culpa quer desprezá-los. Aqueles que saem são estigmatizados por uma inércia comodista que não tem nem faz por ter. A emigração, num país, já com valores mínimos de natalidade na Europa, fomenta a entropia, a inveja e o ressentimento. A emigração também tem contribuído, em Portugal, para o fomento dum espírito civil rotineiro, acomodado e oportunista. Ela condiz à letargia da nação que, em vez de se habituar a encarar os problemas de frente, foge deles, vivendo do subterfúgio. De facto, ao sair do país o potencial contestador dinâmico que criaria um clima de protesto contra as instituições estatais, evita-se a insurreição e propaga-se a acalmia. A força renovadora e crítica que poderia surgir da insatisfação dissolve-se no tubo de escape da nação que é a emigração.
A ostentação do dinheiro dos migrantes e a experiência acrescentada que trazem, da maior intervenção cívica dos países onde trabalham e da maior correcção cívica de instituições sociais e jurídicas, leva-os, quando estão de férias, a criticar um status quo que se sente provocado e se quer aceite. Isto acirra a inveja nos que ficam e conduz a uma agressão latente que se traduz num ignorá-los nos meios de comunicação social, interessados, quando muito, em histórias de coitadinhos.

A administração pública portuguesa, embora uma das mais modernas no mundo, a nível de dados e de serviços computadorizados, continua com um funcionalismo frequentemente antiquado, a nível de mentalidade. O senhor licenciado que tem cargo é o senhor doutor e o outro que se encontra do outro lado do balcão é frequentemente reduzido a cliente ignorante que se procura despachar mas não servir.
Muitas repartições públicas ainda funcionam como um sistema a fundos perdidos. O “sistema dos amigos, e da companhia limitada dos camaradas” emperra o sistema.

É a lei do progresso na continuidade: a máquina do poder instituído em Portugal, antigamente, favorecia a burguesia; a partir da República favorece os parasitas e os oportunos. Antigamente, viam-se obrigados a sair, os pobres e os voluntariosos, hoje, o que é mais grave, são obrigados a sair também os académicos.
A situação de Portugal é tão séria que não será possível levantar-se sozinho dum pântano financeiro em que os crocodilos se encontram por todo o lado à cuca. Interessante seria se todas as comunidades portuguesas na Alemanha e na França levantassem a sua voz perante a opinião pública dos respectivos países solicitando que invistam em Portugal. Só o investimento estrangeiro poderá tornar-se numa medida racional que evite a bancarrota dos estados da periferia. Todas as outras medidas podem revelar-se num atentado à democracia.
António da Cunha Duarte Justo

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Um País que tresanda a pivete

Este artigo merece ser aqui reproduzido.
Até porque fala de Alexandre O'Neill, Eça de Queiroz e até de George Orwel. As mentes mais exigentes do ponto de vista intelectual, ficarão satisfeitas após a sua leitura.
O titulo não é bonito mas é este;
Esta “piolheira” de nome Portugal
Eça dizia que Portugal era “um sítio” ligeiramente diferente da Lapónia, que nem sítio era.
O rei D. Carlos achava Portugal “uma piolheira”, “um país de bananas governado por sacanas"
 Alexandre O’Neill referia-se-lhe como “três sílabas de plástico, que era mais barato”, “um país engravatado todo o ano / e a assoar-se na gravata por engano.”
Um sítio, uma piolheira, três sílabas de plástico – a síntese perfeita do esplendor da pátria.
“No sumapau seboso da terceira / contigo viajei, ó país por lavar / aturei-te o arroto, o pivete, a coceira / a conversa pancrácia e o jeito alvar” (O’Neill).
Arroto, pivete, coceira, conversa pancrácia, jeito alvar. Assim continua a ser Portugal.
Um país de juízes confessadamente incompetentes. Exemplos?
O processo dos CTT que envolve o ex-presidente Carlos Horta e Costa – um juiz de Lisboa declarou-se incompetente para o julgar e remeteu-o para Coimbra onde uma juíza se declarou igualmente incompetente!
O processo TagusPark, nascido de uma certidão extraída do Face Oculta – um juiz da 8ª Vara Criminal de Lisboa declarou-se incompetente e vai mandar o processo para Aveiro onde, é suposto, se revele publicamente a auto-incompetência de qualquer outro “meritíssimo”, passe a ironia que o adjectivo explicita.
Ainda em Lisboa, dois juízes de diferentes varas declararam-se incompetentes para apreciar o processo contra três administradores da empresa gestora dos bairros sociais, a Gebalis! O julgamento do processo-crime do BCP foi adiado sine die, provavelmente à espera de um juiz que, finalmente, se possa considerar competente. Que fazem nos tribunais juízes que confessam a sua própria incompetência? Afinal de contas, uma parte dos nossos “meritíssimos” apenas se revela em toda a sua competência nos julgamentos de “pilha-galinhas” ou quando apanha um desgraçado que, famélico, tropece num pacote de bolachas que lhe cai inadvertidamente no bolso num supermercado qualquer! Pena pesada no lombo do “criminoso”, exemplo que fica como uma espécie de compensação para a incompetência declarada em julgamentos de processos de crime económico! E não há remédio senão suportar este “pivete”, este “arroto” permanente de uma justiça ao nível desta “piolheira” lusíada. Desta “piolheira” lusíada governada por “sacanas” a praticar uma política demencial.
O Gasparinho das finanças, por exemplo, que afirma numa entrevista ao Expresso: “Não sou nem nunca fui um banqueiro central. Caracterizar-me-ia como um bancário central”!! Esta espécie de “mr. Bean” do governo parece-me um alter-ego de Armando Vara, com um percurso político a evoluir de uma forma similar à do génio socialista que, como é sabido, começou como bancário, ao balcão de uma agência da CGD, e acabou a banqueiro, no Conselho de Administração.
O Gasparinho ainda vai na fase do bancário. Não tardará muito (basta-lhe sair do governo, como é costume) e chegará a banqueiro. E pode até acabar mesmo a trocar robalos por alheiras!
E o Álvaro da Economia? Que “passou a vida” entre cangurus no Canadá e que deve ter sido convencido, provavelmente pela economia de um deles, que, aumentando as horas de trabalho para os trabalhadores no activo, conseguiria reduzir o desemprego! Permitam-me que exprima aqui sérias reservas a propósito da sanidade mental do… canguru inspirador.
E Passos Coelho? O que terá levado um ex-jotinha sem currículo, sem cultura, sem uma só ideia para o país, sem uma única solução para nos tirar da crise, a desejar ser primeiro-ministro?
A resposta só pode ser uma – os seus “quinze minutinhos” de fama. Ao nível de um qualquer candidato a “estripador de Lisboa” ou a entrar na “Casa dos Segredos”, muito provavelmente a única “vacaria” do país onde se “ordenham bois”. Que me desculpem a grosseria imagística que me ocorreu tão só porque li que uma das concorrentes masturbara um daqueles grunhos enquanto os outros foçavam, grunhindo sobre os pratos!
É este o “país por lavar” a exalar um “pivete” que tresanda e que pode levar a um desejo incontido de fugir desta atmosfera fétida, deste “sítio” miserável, sem esperança e sem futuro. Mas jamais as palavras criminosas de Passos Coelho incitando a uma emigração forçada, que apenas comprovam o seu raquitismo mental. Enfim um “país” indigente, dirigido por uma “colecção grotesca de bestas”, para utilizar uma feliz síntese queirosiana. “E, de repente, ninguém resmungou com a sua ração. As quezílias e a inveja, que eram coisas normais do passado, quase que desapareceram”, escreveu George Orwell no “Triunfo dos Porcos”, ironizando sobre a passividade humana. Esta “glorificação da inércia” que nos anestesia a todos e que leva os portugueses a aceitarem passiva e reverentemente a “ração” que lhes dão por esmola, esquecendo aquelas que criminosamente lhes tiram. E que escrevem mensagens de Natal como esta: “Nestes tempos difíceis que atravessamos, como se fossem rios medonhos e perigosos de tão revoltos, a solidariedade deve ser vista como a mãe de todos os portugueses.” Que merda de gente! Que filho da puta de país!
Luís Manuel Cunha in Jornal de Barcelos de 28 de Dezembro de 2011.

Petição para julgar o CANALHA-MOR, já ultrapassou as 30.000 assinaturas!!!!
Por favor, divulgue.
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N9288

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

É preciso julgar o CANALHA

Chegou a altura de se fazer alguma coisa de concreto.
Para isso poderá servir a PETIÇÃO PÚBLICA já posta a circular e que pretende levar josé socrates a julgamento.
Pensamos que o tema merece a concordância quase geral. A excepção encontra-se na escumalha politica que o continua a encobrir e proteger. 
No entanto, com um numero significativo de assinaturas, iremos obrigar o parlamento a analisar esta situação e ao mesmo tempo trazer a debate publico o tema da responsabilização de quem afundou o País e vive sossegadamente no estrangeiro.
Este caso não pode morrer no esquecimento.
Temos que contrariar os interesses instalados que conduziram o País á bancarrota.
Como é que poderemos fazer uma difusão massiva desta petição ?
Todos os que acharem que vale a pena o esforço, poderão pelos meios e conhecimentos que dispõem, fazer com que a mensagem circule o máximo possível nas diversas redes sociais. 
Não devemos perder esta oportunidade de manter vivo este assunto.
Mãos à obra !
Assinem a petição
Divulguem o máximo possível
"Petição Para julgar em tribunal o eng. José Sócrates por gestão danosa dos dinheiros públicos!"

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N9288

Nota - o titulo de engº é lamentável. Nem senhor merece.

sábado, 31 de dezembro de 2011

2012 a caminho da China

Agora que estamos a caminho de ser a pequena China Europeia, começa a ser tempo de irmos tendo saudades dos tempos em que fomos uma nação valente, imortal e independente.
A cabeça já está no cepo e a data que ficará para a história será 2011. O nosso destino está praticamente traçado.
A perda de identidade vai ser um dos legados que iremos deixar ás novas gerações.
Isto a propósito e por causa das "três gargantas" que são fundas e distantes.
Os capitais não têm rosto, é certo, mas os seus detentores têm e sabem onde querem chegar.
A satisfação incontida dos governantes e a estupidez da comunicação social que os suporta, não conseguiram ainda entender até onde é que nos irá conduzir esta situação.
Note-se bem. Os chineses têm um "mamar doce" que lhes irá permitir chegar, sem conflitos nem pressões, a ter a "ponta de lança" que lhes faltava na Europa.
Que melhor poderiam desejar que um pequeno país falido e dominado por uma classe politica deprimente e sem qualquer visão estratégica.
A satisfação dos chineses é de tal forma notória que até consideram que o negócio foi feito bastante abaixo do valor da empresa.
Da empresa ?
Eles sabem que pagaram apenas a primeira prestação pela compra de um País.
A nós em particular pouco ou nada nos incomoda. Até pelo contrário. Temos duas filhas que falam chinês e dois netos que para lá de falarem também escrevem. Por nós, podem vir.
Dos vários envolvimentos que tivemos com chineses, com apenas uma excepção, só poderemos congratular-nos em todos os aspetos.
Aquilo que lamentamos vivamente é a incompetência e a falta de discernimento de muitos dos governadores e outros dirigentes que foram passando por Macau. Esses sim, foram e são os responsáveis pela perda de oportunidades e consequente chegada á situação em que nos encontramos e que nos leva a aceitar de joelhos aquilo que poderia ter sido obtido de olhos nos olhos.
Mas não. Tanto lá como cá esta classe de oportunistas políticos que foram enchameando o estado, só tiveram em conta os interesses pessoais e dos grupos em que se integram.
A morte do País têm responsáveis conhecidos e identificados. Para lá de merecerem o nosso desprezo exigem cada vez mais a nossa determinação em lutar contra esta tentativa de se esquecer o passado e garantir assim a impunidade a quem traiu e tramou o País.

Neste ano que agora começa, desejamos muito sinceramente que à falta de boas noticias se possa pelo menos começar a vislumbrar formas de combate à impunidade estabelecida pela escumalha politica que ao longo dos anos se apoderou do País.
O nosso abraço para todos.
Carlos Luis

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A divina aliança

Só poderia ser entre a miséria e o obscurantismo e nada mais poderia gerar que um produto amorfo e sem consistência sólida que se chama Portugal. Esta tem sido a fórmula seguida desde há muitos séculos.
Primeiro e ainda presentes, as religiões foram o seu sustentáculo. Depois e de forma subrepticia tem sido aproveitada pelas novas classes que se foram desenvolvendo.

A massa humana resultante deste caldeamento e que se expressa em termos de Povo, fez emergir uma sociedade "fermentada" e susceptível de fácil utilização pelo novo clero dominante e agora intitulado de classe politica.
O antigo clero prometia e ainda promete o céu a troco de muitos sacrifícios e bastante fé. Os actuais utilizam exactamente a mesma fórmula. Apenas trocam o céu por futuro e normalmente acrescentam, melhor.
Assim não nos podemos admirar de ver um Povo submisso e que continua de joelhos perante a infâmia, a desgraça, o servilismo, a mentira, o roubo, a corrupção.
Tudo isto é aceite sem um queixume e se o fazem é de forma contida e controlada pois disseram-lhes e convenceram-nos que a ESTABILIDADE é um bem essencial para o nosso desenvolvimento. Eles acreditam e respeitam.
Este poder Politico / Divino tem mesmo "sacerdotes" auxiliares habilmente moldados a partir da mesma massa, com ela consusbtancial á origem, de forma a garantir que os cânticos da nova alvorada não sejam comprometidos por algumas franjas mais instáveis que por vezes lhes estragam as procissões.

A dificuldade maior que sentimos é sabermos que é neste Povo que vivemos e que será aqui que entregamos a nossa alma. Isso custa-nos bastante pois não temos os mesmos sentimentos, nem gostamos desta sociedade, nem desta classe politica, nem destes "sacerdotes" menores vulgo sindicalistas. Todos em conjunto nada mais fazem que contribuir para a desgraça deste País.
A continuar assim somos apenas cordeiros guardados para as festividades pascais. É verdade.
Vamos acabar por ser imolados com um sorriso imbecil nas faces.
Ás vezes apetece-nos gritar ! ACORDEM SEUS IMBECIS.
Certamente alguns recordam-se daquela parábola no templo em que Cristo quis correr com os vendilhões.
Quase que garanto que se o mesmo Cristo agora cá viesse - e isso até pode acontecer com os preços baixos das Low-cost - diria algo semelhante só que actualizado ao tempo presente e poderíamos talvez ouvir;
Palavra do senhor:
Acordem irmãos, cuidado com os vendilhões da politica que usam bancos para vos extorquir o dinheiro - estava a lembrar-se do BPN -, fazem fortunas que colocam no estrangeiro e vocês é que têm que trabalhar o resto da vida para pagarem as dividas que eles deixaram e aceitam isso sem se manifestarem, sem mandarem prender os políticos responsáveis, sem arremessarem pedras e outros materiais, sem uma manifestação de raiva perante o despudor dominante ?
Abram os ouvidos e a mente.
Vocês vão passar fome e não batem em ninguém ?
A vossa desgraça está a ser felicidade de muita gente e vocês não percebem ?
E não partem nada ?
Não me venham com a história de já terem queimado uns pórticos na A23.
Isso não é nada. Façam-se homens. Vão é procurar quem os mandou lá por e prendam-nos. E confisquem-lhes os bens. A eles e a quem negociou as scuts e as parcerias publico privadas. Prendam-nos. Recuperem o vosso País antes que seja tarde.
Palavras de Cristo na homilia aos Portugueses.
Perante isto nada mais será preciso acrescentar.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O corpo aflito

As ideias fervilhavam na cabeça do Joaquim Silveira. O dia chuvoso tinha-o levado até ao pequeno café onde de cigarro na mão e mata bicho à frente, ía fazendo contas à vida.
Bom, as contas eram sempre as mesmas. Como vivia sem encargos de maior, bastava-lhe o que mensalmente ia recebendo do fundo de desemprego para lhe assegurar todas as manhãs duas cadeiras e uma mesa naquele café.
O joaquim, vendo bem, não era desprovido de todo.
Tinha olfacto, visão e mesmo algum discernimento intelectual. Sabia fazer contas e lia com alguma facilidade. Sentia no entanto que lhe faltava qualquer coisa. Era por assim dizer um corpo aflito em busca de uma oportunidade.
Pelo que ía ouvindo e via na televisão, sabia que o País estava em crise, mas isso não o preocupava demasiado. Até pelo contrário. Pensava com alguma razão que se calhar por causa disso é que agora tinha tempo para pensar nas suas possibilidades para um futuro melhor.
Para ele a experiência adquirida na entrega de pisas ao domicilio dava-lhe algumas vantagens adicionais, pois isso possibilitou-lhe conhecer bem a cidade e em particular a vida quotidiana do bairro do Alto Pina.
Como era evidente, ninguem precisava de saber que a razão do seu despedimento se deveu ao excesso de percursos efectuados para fazer as entregas. O jogo da descoberta de ruas que ía fazendo com outros distribuidores, possibilitaram-lhe alguns novos conhecimentos, é verdade, mas conduziram à situação em que se encontra, que contudo particularmente não lhe desagrada.
O nosso Joaquim, com alguma graça, até costuma dizer que agora tem tempo para pensar!
Embora tenha consciência que não é particularmente dotado nalguns aspetos, isso não o impede de ir fazendo planos para um futuro que pensa estar ao seu alcance.
Com efeito, uma vez que conhece uma parte do País e muito em especial a freguesia em que vive, acha que deve inscrever-se num partido politico e candidatar-se á presidência da junta para depois seguir para a assembleia da republica.
Escusado será dizer que quando o Joaquim deu a conhecer estas ideias ao pessoal do bairro, não viu grande entusiasmo por parte deles. Todos lhe disseram que não está talhado para isso. Aqueles lugares são para gente inteligente e embora não lhe tivessem dito, pensavam que não era o caso.
Qualquer um se teria ido abaixo ao ouvir estas recomendações.
No entanto o Joaquim não sendo inteligente é esperto e sabe que isso é que conta para se ser político. Tem razão.
Consciente que está da sua falta de formação básica e mesmo de alguma dificuldade de entendimento e de ideias pouco esclarecidas, diz para quem o quer ouvir que ao fim e ao cabo seria capaz de fazer o mesmo que os outros que se encontram no governo ou nas juntas de freguesia!
Como podem imaginar a malta desatou a rir. Mas o joaquim não desanimou. Ele sabia que tinha razão. Bastar-lhe-á inscrever-se num partido politico e para que nada falhe, deverá ser no partido socialista.
Ele teve tempo para perceber que tem sido ali que se desenvolve e prolifera gente que não tem mais capacidades que ele. Mesmo assim chegaram a ministros e alguns são deputados.
Vieram-lhe à cabeça alguns nomes que lançou aos seus "amigos".
Então e um Lino ? Risota geral.
E um Pinho ? Risota geral.
E um Mesquita ? risota geral.
E um Vara ? Risota geral.
E um socrates ? Risota geral.
O joaquim quis lançar mais um nome mas na altura não se lembrou. É que nesse dia tinha ouvido dizer a um deputado que as dividas não eram para pagar e que se estava marinbando para isso. Achou graça pois o homem falava com expressões que lhe agradavam e...... tambem era do ps.
Porque é que ele, Joaquim Silveira, não poderia ser deputado e chegar mesmo a ministro, agora que não tem nada para fazer e tem tempo para isso!
Aproveitem o homem. O País não irá estranhar.

Adenda - O joaquim telefonou-nos a pedir para acrescentarmos à lista o Basilio Horta. Até neste pequeno apontamento já revela sentido de Estado.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O BILTRE FALOU

E aquilo que disse, comprova bem as razões que em 2009 nos levaram a S.Bento pedir a sua demissão.
Mas a culpa do que se passou é tanto dele como da classe politica e da comunicação social que lhe deram cobertura.
Permitir que se deixasse à solta um criminoso deste calibre e vermos um partido e um parlamento a dar-lhe cobertura, é motivo para nos interrogarmos sobre que povo é este que paga a quem o explora e engana.
Mais estranho ainda é continuarmos a ver muita dessa gente aparecer em publico como se nada de grave se tivesse passado, continuando a emitir opiniões e nós a pagarmos para que cada vez mais nos enterrem neste pântano de equívocos e falsas promessas. O jogo de enganos já se prolonga à demasiado tempo.
Comecemos por criar condições para se pedir a captura internacional desse criminoso identificado por josé socrates. Ele confessou que é vigarista assumido e fê-lo em publico. Acresce a isso os milhões movimentados pelo seu clã e que só podem provir da roubalheira que essa quadrilha fez no país. Será preciso matarem alguém para que a justiça os incomode ?
Sobre este canalha e a escumalha politica que o apoia, escrevemos em devido tempo o seguinte:
Domingo, 7 de Junho de 2009
Vitória Esmagadora da FORÇA EMERGENTE
O País venceu
Derrotar Sócrates era uma exigência Nacional.
O País cumpriu e Sócrates é já um cadáver político. Há agora que o julgar pelos crimes de "lesa Pátria" cometidos.
O País obteve no entanto uma segunda vitória. Parte significativa do Povo Português anulou o seu voto, demonstrando assim todo o repúdio que sente por esta política e os seus principais responsáveis.

Esta Associação e todos os que nos apoiam e acompanham, devem sentir um enorme orgulho na contribuição que pudemos dar para a próxima ruptura deste sistema e o advento de novas politicas com gente mais séria nos órgãos governativos do País.
Estão assim confirmadas parte das nossas dúvidas e suspeitas sobre a situação em que se encontra o País e amplamente demonstrada a falta de idoneidade e competência de quem enganou os Portugueses e que ainda os continua a conduzir para o maior fosso de indignidades a que alguma vez esta Nação foi submetida.
Hoje ficou bem comprovada a razão de ser do nosso pedido feito em Fevereiro, para que o senhor José Sócrates se demitisse. A situação em que já se encontrava o País deveria ter obrigado o senhor Presidente da Republica e os partidos com presença no Parlamento a tomarem uma atitude idêntica.

Mas não. A única Entidade que foi a S.Bento exigir a demissão do "coveiro do País" foi uma Associação chamada FORÇA EMERGENTE.
Esperamos, não termos ainda de ser nós, a transportar o "cadáver adiado" que se encontra em S.Bento.
Para não continuarmos a sobre carregar o Dr.José Maria Martins, apelamos a um advogado que esteja disponível e que faça a mesma leitura que nós da situação em que se encontra o País, para de imediato se avançar com um processo crime contra J.Sócrates. É evidente que não lhe poderemos chamar "gestão danosa", pois embora o sendo a política o cobre.
Mas, os crimes cometidos, têm concerteza formulação jurídica adequada a quem merece a total repulsa do Povo Português.

7 comentários: a MÁFIA portuguesa disse...
Acabe-se com a Maçonaria, com o PS, com o Sócrates, com os políticos e banqueiros assumidamente corruptos.
O primeiro round está ganho. Agora há que atacar nas legislativas para o 2.º round e depois instituir LEI MARCIAL na SAÚDE: eu explico - acabar com os médicos lobistas; proibir que médicos que exercem no sector público exerçam no privado e instaurar processos céleres a médicos que no sector público fizeram com que os portugueses perdessem todos os seus direitos a ter uma assistência médica em condições com diagnósticos e tratamentos próprios de um pais civilizado; perseguição aos médicos que compactuaram com este estado de sítio que o PS tentou implementar na sociedade portuguesa...!!!

a MÁFIA portuguesa disse...
E acabe-se com o Vítor Constâncio, enquanto governador do BP, pelo escandaloso ordenado que tem para permitir a bandalheira bancária neste país e ainda vir a público dizer que supervisão não é controlo bancário...!!!
É esta a casta de administradores da maçonaria e do PS que anda por aí a roubar o dinheiro dos pobres dos portugueses; estes ladrões sem vergonha...!!!
Por outro lado parecem-me muito direitistas os comentários de Alberto João Jardim (embora muito ao seu estilo...) de que os votos somados do BE e da CDU ultrapassaram os 20% o que, na sua opinião, "é inadmissível em democracia moderna e no contexto europeu"...!!!
Este comentário deve ser analisado, porque me parece que há ainda muito boa gente que julga que a incompetência dos políticos não faz as democracias virarem à esquerda, em favor dos mais desfavorecidos...!!! Em que mundo vivem...??? Na lua com certeza.
Já conhecemos os excessos do tio João e do seu feudo, mas o BE e a CDU têm de reagir a estas declarações, que põe o que resta da democracia no chão...!!!
8 de Junho de 2009 00:42

Manda disse...
Caros amigos
É a primeira vez que venho a este Blogue, pois costumo seguir o dr.José Martins e o Portugal Profundo entre outros. Depois de ler o vosso site e alguns posts fiquei com a sensação que voçês, embora da mesma linha, me parecem mais aguerridos que a democracia directa - movimento do Balbino Caldeira-. Antes de mais parabens por terem exigido a demissão desse "coveiro do país" como muito bem lhe chamam. Só por isso merecem o meu reconhecimento. É que a maioria dos que vêm para estes Blogues mandarem "postas de bacalhau" e dizerem que estão dispostos a tudo, quando é preciso são os primeiros a adoecer. Podem contar comigo. Não sou fraco nem cobarde. Correspondo ao nome. Quanto a pretenderem instaurar-lhe um processo crime, têm de ser rápidos pois o homem está preso por um fio e em breve vai dar á sola para outro lado. Contem com este Manda Forte para ajudar a recompor a dignidade em falta no País. Gostei daquilo que escrevem e do que já fizeram. FORÇA.

Angela Maria disse...
Sem dúvida que a Força Emergente está a prestar um grande serviço ao país. Muito grata!
A Inteligência e a Vontade ao serviço de Portugal. Contem comigo, que eu conto convosco!
Parabéns.

JotaB disse...
Tenho sido um leitor assíduo, mas não interventivo, de tudo o que vem sendo publicado no "forcemergente". Congratulo-me com aquilo que têm escrito, bem como com as tomadas de posição do Movimento.
Quero acreditar que as coisas irão mudar, apesar das afirmações de José de Sousa e de alguns elementos do seu partido irem no sentido de tudo continuar como estava. Decepcionantes e parolas são as palavras de Aníbal Silva, quando afirma que "o mais importante,neste momento, para os portugueses, é o superior interesse da escolha de José Barroso para presidente da comissão europeia".
Quanto a Vitor Constâncio, ao afirmar que está de consciência tranquila, pelo que voltaria a agir exatamente da mesma maneira, nada há a dizer.
Enquanto não nos livrarmos desta gentinha não poderemos ambicionar dias melhores.
Parabéns. Continuem a lutar.

Esta exigência de demissão teria evitado que o País caísse na maior crise da nossa história.
Foram quase 3 anos de desvario total protagonizado por todos os principais órgãos de soberania.
Deixaram um louco à solta a comandar um bando de incompetentes e incapazes. Isto só foi e continua a ser possivel pelo conluio existente na classe politica que desde 74 se vem governando das estruturas de um estado indigno de um País que se pretende civilizado.
Passado este tempo e continuando ainda à solta o responsável pela desgraça instalada, perguntamos; Está disposto a constituir um grupo de trabalho que possa avançar com um processo crime contra este canalha ? Contem connosco.