sábado, 6 de outubro de 2012

Avé Marias, cheias de revolta, bendito sejam.....

E elas lá estavam. Para nossa grande vergonha e mossa no estatuto de masculinidade e força, foram mais uma vez as mulheres a demonstrarem que se pode atacar esta escumalha e fazê-los sentir incomodados para onde quer que vão.
Bastam algumas palavras e deixar extravasar os sentimentos.
À falta de melhor, também será eficaz irmos encurralando estes fantoches até não poderem sair à rua.
Tal como se vai comprovando, não é necessária muita gente para se pôr em causa os fundamentos e a estabilidade do regime.
Estes bandalhos que enterraram o país, são gente sem capacidade nem moral para enfrentarem de forma direta alguns portugueses mais determinados em por fim ao regime decrépito que ainda subsiste.
Mas que não existam equívocos. A escumalha é toda a classe politica e muitos dirigentes sindicais que há mais de 3 décadas se tem aproveitado do regime, para irem fazendo a gestão dos interesses a que estão ligados.
O País foi delapidado por esta gente.
Todos eles se acomodaram e estão bem instalados na vida.
Não vale a pena a antónio costa estar a pôr-se em bicos de pé, quando foi um dos grandes suportes do descalabro produzido por esse canalha de nome socrates.
Então nessa altura não viu o rumo para que estava a ser conduzido o País ?
Se hoje estamos perante este sufoco, a responsabilidade maior cabe ao partido socialista.
Como é que aquela gente quer que alguém acredite que poderá alguma vez sair dali qualquer solução credível ?
Então se já vimos que passos coelho, gaspar ou pereira, não têm a noção daquilo que andam a fazer nem dos danos que as politicas seguidas estão a causar ao País, só nos resta uma solução.
Vestirmos saias e sairmos para a rua a gritar que somos as novas Marias da fonte.
Os homens depois virão atrás.
Nessa altura o regime poderá mesmo cair.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Sombrio horizonte

Vale a pena transcrever o artigo de Henrique Cardoso.
Provavelmente continuaremos sentados. Mas se calhar iremos sentir algum incómodo.

"A austeridade não é uma invenção ou escolha, é a realidade, é a vidinha que temos pela frente. O debate está apenas na fórmula dessa austeridade. Porque os números que se seguem são isso mesmo: números, factos, e não estados de alma.

(a). Portugal tem cerca de 10,5 milhões de pessoas, mas só tem 4,8 milhões de trabalhadores no activo. E o rácio vai continuar a diminuir, ou seja, os cortes nas reformas são e serão mais ou menos inevitáveis. Só havia um caminho para evitar esses cortes: emissão de dívida para armazenar dinheiro no sistema antigo, libertando os mais novos para um sistema diferente. Os polacos fizeram isto. Mas, agora, Portugal não tem a folga necessária para fazer essa mudança. Eis, talvez, a maior das lições desta crise: a dívida deve ser usada em mudanças de fundo, e não na gestão corrente do Estado.

(b). Em 2004, a dívida pública portuguesa era de 90 mil milhões; em 2011, já estava nos 174 mil milhões. Em seis anos, um primeiro-ministro quase duplicou a dívida soberana do país. 93% de aumento em apenas seis anos. Isto gerou crescimento? Não. Gerou emprego? Não. Gerou a terceira bancarrota do Estado desde 1977. Mas não faz mal: os ministros e restante canalha deste primeiro-ministro continuam na palminha da mão dos média. A culpa é da Merkel, do protestantismo, dos "neoliberais", do Bush e quiçá do degelo.

(c). E as PPP? Devido à gentileza socialista , as famosas PPP representam um encargo de 26 mil milhões entre 2012 e 2050 (mas cheira-me que este sub-buraco será maior). Isto faz disparar a dívida do Estado para 200 mil milhões.

(d) E, agora, temos a parte divertida: relacionar este buraco financeiro com o buraco demográfico. Em 2004, o Estado devia 8,500 euros por cada português; em 2011, devia 19.032 euros. Isto seria sempre mau, mas torna-se pornográfico quando sabemos que esta política económica, perdoem-me o eufemismo, não gerou crescimento.

(e). Se acha que o cenário é péssimo, o meu caro leitor deve esperar mais um pouco. As contas têm de ser feitas não com o número de cidadãos, mas com o número de trabalhadores no activo. Portanto, a nossa vidinha é assim: por cada trabalhador, o Estado devia em 2004 cerca de 18 mil euros; em 2011, devia 41 mil euros.

(f). Em 2012, o país ainda não quer olhar para a dimensão deste buraco, ainda quer pensar que a realidade é só a representação da nossa vontade".

sábado, 29 de setembro de 2012

Perante a tragédia instalada

O que é que vamos fazer'?
 
O País está à deriva e com um rumo suicida.

Por favor leiam o post do nosso amigo Joaquim Carlos
ACORDEM, FODA-SE!
 
Seria importante parar já esta gente. O que está em causa é a verdadeira incompetência de políticos que sem conhecerem o Pais foram tomando decisões inadequadas e à contrário do bom senso minimamente exigível. 
Se não formos nós a tomar iniciativas ninguém virá para nos ajudar.
Até o internacionalismo proletário já acabou.
Estamos sós e por nossa conta.
Se nada de substancial fizermos, sobrará apenas a desgraça para ser repartida.
 
Os socrates, os campos, os loureiros, os varas, os limas, todos esses continuarão a viver bem aqui ou em qualquer outro lugar. O País é apenas o local do saque.
 
Viram a mansão do senhor campos na Guia ? De facto só para quem "ganhou" uns largos milhões a trabalhar.
Estão a ver a defesa da honra e da presunção de inocência que é exigida pela escumalha socialista ?
Estão a ver o ímpeto esclarecedor de um márinho em prol e em agradecimento ao amigo socrates que lhe pôs uns milhões na ordem ? 
Esta gente não presta e teremos que encontrar uma forma de lhes aplicar a justiça que não temos.
 
Se entre aqueles que por aqui passam houver gente disponível e pronta a tomar iniciativas, poderemos em conjunto definir uma estratégia de intervenção.
Nem é preciso muita gente. Só é necessário gente determinada.  

sábado, 22 de setembro de 2012

Errar o alvo

O estado a que chegámos permite que se dispare em todas as direções.
A revolta está instalada e a partir de agora estão criadas as condições para os mais diversos aproveitamentos.
É natural começarmos outra vez a ouvir o "povo unido" e vermos alguns dos principais dirigentes comunistas a envolverem-se e mostrarem-se nas atuais manifestações.
É normal que isso aconteça.
Tambem temos visto outra gente a contestar o atual sistema politico. Não têm é captado tanto a atenção dos media. 
Contudo o tema e o lema que as sustentam é equivoco.
Percebe-se a intenção mas erra-se bastante o alvo.
O nosso problema não é a Troica. É a classe politica que há quase 40 anos se governa deste País.
Vendo bem, foi a troica que exigiu e obrigou o governo a implementar medidas que pudessem corrigir a trajetória despesista e irresponsável que levaram o pais à bancarrota.
Não nos movem por agora considerações sobre a natureza objetivos e condições dos empréstimos acordados.
O que sabemos é que só após este acordo se começou a ter consciência do estado calamitoso a que tinham chegado as finanças publicas.
Pior. Hoje ainda não sabemos qual a verdadeira situação que nos foi deixada pelos "governos" de socrates.
Os dados essenciais ainda não foram apresentados.
Pode haver segredos de estado, mas nunca no que se refere ás responsabilidades financeiras e contratuais assumidas.
Como já referimos anteriormente, existe mesmo um desvio colossal que a classe politica não quer identificar de forma clara e transparente. É a defesa do sistema politico que é feita por todos os atuais partidos.
Socrates e teixeira dos santos - criminosos de delito publico -, numa tentativa desesperada de continuarem a iludir-nos sobre a situação do País, negociaram até à ultima hora empréstimos que mantiveram em segredo e só se conheceram após a sua demissão.
O mesmo secretismo continua a verificar-se com o atual governo.
Nada é transparente.  Os dados sobre as PPS assim como os contratos existentes continuam a não ser do domínio publico. Como é que é possível a esta classe politica arrogar-se no direito de negociar em nome do País e não apresentar os resultados dessas negociações ?
Não dizem que estamos num regime democrático ?
Como é que o atual governo justifica, depois das medidas de austeridade apresentadas, que o deficit não tenha baixado para os valores fixados ?
É que segundo agora anuncia o ministro das finanças existe um buraco de 5,4 mil milhões de Euros que vão obrigar a mais medidas de austeridade.
E o governo pensa que iremos continuar passivos com todo este descalabro ?
E o governo pensa que iremos aguardar tranquilamente mais medidas de austeridade sem qualquer justificação credível e sem sabermos quais os resultados que se vão atingir ?
Este regime apodreceu e está prestes a poder ser derrubado.
Só falta encontrar quem se possa assumir como impulsionador dessa alternativa. Essa não poderá voltar a passar pelo ps nem pelos outros partidos.
Seria bom que todos os que lutamos por um pais mais justo e equilibrado, fossemos capazes de nos unirmos para se conseguir uma verdadeira reforma do estado e do regime.
A hora está a chegar.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Afinal em que é que ficamos

Durante quase uma semana fomos ouvindo os representantes da Troika dizerem que a mexida na TSU tinha sido uma opção do governo. Eles não tinham nada a ver com isso.
Agora e em jeito de ameaça vem outro dizer que é uma das condições do acordo e que a disponibilização do financiamento ainda não está decidida.
Temos cada vez mais a certeza que estamos à deriva e sem políticos à altura da situação.
O governo parece um grupo de alunos saídos de uma sala de aulas onde foram fazendo algumas sugestões ao professor na esperança de se evidenciarem um pouco mais, mas sem terem a certeza de que aquilo que propõem poder ter alguma validade.
Acresce ainda que se tratam agora de alunos traumatizados e com más notas, pois as experiências anteriores demonstraram que são imaturos, irresponsáveis e incapazes de fazerem uma análise correta dos dados com que tinham que trabalhar. No último exame publico o País reprovou-os e encontram-se agora fechados em casa a rever a matéria.
Olhamos para o outro lado e vemos, se calhar, um bom rapaz, bastante inseguro, sem ideias, aquelas que exprime são bastante tristes, mas como qualquer aspirante a chefe de claque diz que pode ser ele a governar o País.
Tem uma enorme força de vontade mesmo sabendo que não tem jeito nem condições para tal.
Apresenta como credenciais de gestão publica e macro economia, 20 anos de militância socialista.
Olhamos para a cara do rapaz e sentimo-nos intranquilos.
Será que não há ninguém que se proponha substituir estes rapazolas ?
Será que não há ninguém que queira dar um murro na mesa e exigir que se saiba a verdadeira situação em que se encontra o País ?
Será que não há ninguém que exiga o conhecimento publico dos contratos das PPS e outros, que continuam ocultos não se sabe muito bem onde ?
Será que não há ninguém que possa informar quanto é que se paga e a quem pelas instalações do chamado Campus da Justiça ?
Será que não há ninguém que nos explique porque é que isaltino morais ainda anda à solta ?
E dias loureiro ?
E josé socrates ?
E armando vara ?
E teixeira dos santos ?
Não vamos continuar com a lista pois seriamos obrigamos a colocar aqui mais de 90% da classe politica.
Caros amigos: tudo isto são apenas pequenos episódios do grande embuste que tem sido este denominado regime democrático. Não se perderia nada se resolvessemos acabar com ele antes que ele acabe connosco.
post scriptum - Estava a ser irónico quando escrevi que isto era um regime democrático. A sério, claro.

domingo, 16 de setembro de 2012

O jantar do grande filho da puta

Foi ontem.
Entretanto tinha-se realizado uma grande manifestação que teve a virtude de mobilizar gente nas principais cidades do País.
Em resultado da dimensão da mesma, pensamos que o atual governo tem desde já comprometida a sua sobrevivência. Tanto o ps como o cds vão tentar tirar vantagens do atual contexto politico.
As outras "forças" pouco contam.

Farejando o momento, o grande filho da puta que pelos vistos está de férias, jantou com os galamboides que o apoiam.
Tendo em conta a última sondagem, teremos que redobrar forças na denúncia destes bandalhos.
Há muita gente que ainda não percebeu que os grandes responsáveis pela situação em que nos encontramos são estes excrementos políticos que residem num partido, que sem o ser, se chama socialista.

Os que agora estão no governo são essencialmente irresponsáveis, autistas, incompetentes e aldrabões, pois nada daquilo que fizeram corresponde àquilo que prometeram.
Pior que isso.
Não foram capazes de mobilizar o País e endossar a responsabilidade a quem de facto a tinha.
Por isso perderam a confiança e a esperança que neles depositámos.
Hoje são apenas sombras inquietantes e incompreensiveis, tal foi o descalabro atingido.
De facto um primeiro ministro que nem consegue perceber a inconveniência de manter em funções um escroque que dá pelo nome de relvas, não merece respeito. Ignorar as aleivosias de um traste daqueles é falhar na consideração dos que confiaram nele.

Porque é que tudo isto aconteceu ? Pelas razões já expressas nos posts anteriores.
O ps e o psd têm um pacto de sobrevivênvia que os implica e obriga a serem alternância e não alternativa. Sempre que está em causa a sobrevivência do sistema politico que construiram em conjunto, obrigam-se a defender a continuidade do mesmo, nem que isso implique esconderem as mais sórdidas situações que levariam à prisão muitos dos políticos no ativo caso estivessemos numa verdadeira democracia.

O ponto a que chegámos aconselha e exige que nos livremos da actual classe politica, muito em especial dos partidos que nos conduziram até à mais desgraçada situação a que porventura já foi exposto o País.
O principal responsável tem nome e chama-se socrates. Ele tudo irá tentar para ver se se livra de qualquer ressurgimento dos processos em que deveria estar implicado, mas que nunca andaram.

O regime atual está esgotado e nada há esperar desta classe politica que durante quase 40 anos pouco mais fez que criar condições para a corrupção, o enriquecimento ílicto, o conluio entre partidos, a modelação da máquina estatal para integrarem os chamados "boys" e acima de tudo conspurcarem o conceito de equidade social ao criarem a sociedade mais desnivelada no seio da U.E.

Por tudo isto estão criadas condições para que todos aqueles que já compreenderam a inevitabilidade de termos que meter "mãos à obra", se sintam cada vez mais mobilizados para a curto / médio prazo começarmos a sentir forças e capacidade para enfrentar a classe politica instalada e partirmos determinados para a implantação da 4ª Republica.
Isto contudo só será possível quando pudermos apoiar aqueles que se mostrem capazes e disponíveis para liderarem uma alternativa credível ao actual sistema.
Como sabemos existe gente.
Só é necessário assumirem a sua responsabilidade.

sábado, 15 de setembro de 2012

Sinal de alarme

Este povo não tem emenda.
As últimas sondagens dão ao ps a maioria na intenção de voto !!!
Com franqueza.
Depois de há pouco mais de 1 ano a escumalha socialista ter deixado o País na bancarrota e numa acelerada desagregação social e económica, esperávamos tudo menos isto.
De facto este povo acaba por ter aquilo que merece. A única chatice é que também cá estamos e sofremos as consequências desta continua estupidez alheia.
Como é evidente o atual governo tem demonstrado uma incompetência que ultrapassa tudo o que seria admissível.
Trata-se com efeito de um grupo de rapazolas que desconhece totalmente o que é a vida prática e diária da população e nunca conseguiu apresentar um rumo e um objetivo que pudesse mobilizar a sociedade para fazer frente à difícil situação em que a escumalha socialista deixou o País.
Os resultados das medidas até agora tomadas demonstram que desconhece o que se passa no funcionamento das empresas ou na gestão de pequenos negócios.
Ignora o que são as exigências burocrático-administrativas exigidas para se licenciar uma casa, fazer um investimento, arranjar um financiamento, gerir o fundo de maneio para fazer face aos encargos correntes e acima de tudo lidar com um processo continuo de perda de mercados e empregos e insolvências a sucederem-se a um ritmo crescente.
Perante tudo isto; o governo mais uma vez aumenta os impostos.
Estamos assim perante um desastre que todos veem e sentem e que só o governo parece não perceber.

Em resultado desta falta de senso estão a dar aos galamboides do ps argumentos para mais uma vez virem falar naquilo que nunca fizeram, mas com que enchem a boca, ou seja a "defesa dos interesses do País".
E este povo manso, embrutecido, cego e um bocadinho surdo. já está disposto a mais uma vez continuar no circuito merdoso que é representado a duas cores. A laranja e a rosa.   Ainda não perceberam que a merda é a mesma.
É triste e lamentável sentirmos que ainda estamos muito longe de podermos ambicionar viver numa sociedade mais evoluída.

Perante isto e face à nossa revolta, estamos expectantes em que alguma coisa venha a surgir e que possa abrir caminho a uma correção / alteração do sistema politico.
A nossa grande esperança reside naqueles que tal como nós se vão consciençalizando da necessidade de enfrentar esta classe politica e por fim a um "estado de coisas" desconformes ao interesse e necessidades do País.
Não adiantam manifestações.
São precisas ações.