quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Que tormento este, meu deus !

O País, em cumprimento do programa do governo, vai empobrecendo de forma acelerada.
O numero de desempregados aumenta de forma consistente.
As falências sucedem-se ao ritmo previsto.
Ninguém investe.
O comércio está em regressão.
O fisco galopa sobre penhoras e perde receitas.
Quaisquer que sejam os indicadores, são sempre negativos.
As criticas chegam de quase todos os quadrantes sociais.
A maioria dos comentadores vai concluindo que o rumo traçado só pode conduzir ao desastre e os dados que se vão conhecendo assim o comprovam.
Entretanto o partido socialista cavalga alegremente a situação de que foi o principal responsável e imagine-se, poderá em breve regressar ao poder.
Que gente é esta que por aqui habita que não é capaz de perceber que toda esta classe politica é pouco menos que execrável ?
Ainda não perceberam que tudo foram fazendo para se irem alternando no poder ao mesmo tempo que iam colocando os seus apaniguados em organismos do estado e empresas publicas ?
Ainda não perceberam que o peso do estado é excessivo em relação ao País e todas as empresas publicas acabam por ser deficitárias pela completa irracionalidade com que as suas estruturas foram sendo sobre carregadas pelos rapazes que iam saindo das incubadoras partidárias ?
Ainda não perceberam que só um vasto movimento de forças conscientes e contestatárias poderá devolver alguma dignidade e eficácia a uma futura ação governativa ?
É urgente um boicote nacional a todos os órgãos de estado !
É necessário parar a irresponsabilidade que vai empurrando o nosso País para a desgraça.
Será que alguém consciente e informado ainda pensa que a alternativa poderá sair do partido socialista ?
Entretanto este País merdoso e medroso, vai evoluindo ao som de uma comunicação social amestrada e paga para cumprir programas  focalizados na formatação de consciências coletivas.
É assim natural que sejamos obrigados a ouvir o primeiro ministro dizer em ar sério e sereno, que estamos no rumo certo ! ?
Isso, porque mais de 80% do programa da troica já está cumprido e em consequência todos iremos beneficiar das medidas que têm estado a ser adotadas !!!
Ficamos atónitos, mas não espantados.
É surpreendente que perante o desagregar das principais estruturas de suporte vital de uma Nação, o primeiro ministro nos venha dizer que o rumo traçado irá gerar bons resultados no futuro.  
Aquilo que vemos e sentimos é que muito em breve teremos um País totalmente destroçado.
É natural que após a hecatombe sejamos obrigados a sair de novo da miséria e começarmos a caminhar para se poderem recuperar muitas das situações devastadas pela incompetência, ignorância e incúria daqueles que nos últimos 40 anos se foram apropriando do País.
Caros amigos; por muito que nos esforcemos não conseguimos vislumbrar quais são os efeitos positivos de muitas das medidas até agora tomadas.
Aquilo que vemos e sentimos é um País a caminho da desagregação total, onde as falências, o desemprego, o desmembramento de estruturas funcionais em quase todas as actividades, acaba por liquidar o tecido empresarial de base que é a alavanca necessária para o desenvolvimento.
Tudo tem sido feito sem que alguma vez qualquer membro deste governo tenha sequer tentado explicar o que é que iria resultar das politicas que têm norteado a ação governativa.
Perdão, estamos a ser injustos.
De facto o primeiro ministro foi claro ao ter anunciado que o objetivo seria o empobrecimento.
Parece evidente que isso foi conseguido e até se está a ultrapassar de forma significativa esse objetivo.
Será que perante a nossa incapacidade em entender a profundidade do programa que tem estado a ser seguido, deveremos assumir um papel de menoridade intelectual perante estas luminárias ?
Será que a nossa passividade é justificada ou admissível ?
Será que a incompetência instalada ainda não é suficientemente perceptível para a grande maioria da população ?
O que é que prende o estado de revolta que se manifesta em tantos comentadores ?
Quem é que solta o País reativo que urge acordar ?

sábado, 22 de dezembro de 2012

Um caso muito estranho

Os recentes episódios com a tentativa de venda da TAP vêm mais uma vez colocar muitas duvidas em cima da mesa.
Perante todas as pressões politicas e tratando-se de uma matéria de grande sensibilidade, o desfecho do negócio não é entendível. 
Não se compreende que pudesse existir uma falha numa das principais condições para se poder concretizar e o governo tivesse deixado que se fosse formando na opinião pública a ideia de que tudo estaria preparado para uma decisão favorável ao único investidor interessado na companhia de aviação.
Até os funcionários da empresa estavam convencidos dessa decisão.
De súbito e de forma inesperada é transmitido que o negócio abortou pois não haviam sido dadas as necessárias garantias bancárias !!!
Isto não pode ser sério !
Então não havia membros do governo e consultores diversos a acompanhar este assunto ?
Será admíssivel pensar que numa fase final de decisão esta não fosse a principal preocupação a ter ?
Passa pela cabeça de alguém que isto pudesse ser uma condição não preenchida e que não se tivesse deixado transparecer essa dificuldade, quando tudo se inclinava para um desfecho favorável ?
Isto só seria possível caso estivessemos perante um conjunto de meninos de coro a lidarem com um vigarista.
Como nos parece que a haver algum vigarista esse poderá estar do lado de cá, será importante alguém desvendar o que na realidade levou àquele desfecho.
Como já transmitimos anteriormente, é incomprensível para quase todos os portugueses a manutenção do senhor relvas no governo. Seja passos coelho quem for, há muito que deveria ter procedido a essa substituição. E podia tê-lo feito, arranjando mesmo uma belissima colocação para o seu amigo numa das empresas publicas que normalmente lhes servem de refugio dourado.
Mas não. Contra o que seria normal e aconselhável e mesmo até para vergonha de muitos sociais democratas, passos coelho continua a garantir a permanência deste autêntico estropício cujo passado enche de vergonha qualquer pessoa decente.
No entanto passos coelho entende que o homenzinho deve continuar a ocupar um cargo para o qual se exigiria uma pessoa no mínimo séria.
Como sabemos a intervenção de relvas no negócio da TAP seria sempre um assunto suspeito.
Está comprovado que assim aconteceu e que houve contatos com o senhor Efromovish. Acabou por se verificar que o negócio abortou subitamente quando tudo se inclinava para o contrário.
O que é que o senhor relvas pretendia ao intervir nesta fase final ?
Seria um reforço de "garantias" ? Se assim foi e não as obteve levou a que o negócio acaba-se por abortar.
Será que relvas anda por ali a ver se consegue ajudar o governo a fazer bons negócios ?
Porque é que passos coelho não o demite ?
  

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A revolta dos eunucos

Desde há muito que se aguarda por uma espécie de revolta dos gladiadores, mas de facto aquilo que temos por enquanto é apenas uma massa considerável de eunucos cuidadosamente preparados sem anestesia e sem dor. Para isso tem sido suficiente a dose diária de informação que tem vindo a ser ministrada ao longo das últimas décadas.
A receita que tem sido aplicada, atingiu até agora os objetivos pretendidos pela classe politica instalada.
Chegou-se ao ridículo de vermos organizações sindicais com matrizes históricas assentes em confrontações diretas com o poder instalado, serem hoje as primeiras a demarcarem-se de "lutas mais violentas", que até se justificavam, pois tal como afirmam os seus dirigentes trata-se de defender o emprego, salvar as estruturas econômicas e garantir a  evolução para uma sociedade mais justa e equilibrada.
Contudo, as organizações politicas ou sindicais que "manifestam o seu descontentamento", fazem-no, respeitando escrupulosamente as regras e as instituições criadas pelo sistema politico que os alberga e sustenta. 
Todos eles sabem que a estabilidade é o grande salvo conduto para a manutenção do sistema.
Todos eles sabem que o sistema instalado nada tem de democrático e que os simulacros eleitorais apenas servem para ir alternando a divisão de poderes. Mesmo os que nunca entraram para o governo, têm tido as benesses resultantes dos esquemas que criaram e que se traduzem numa vergonhosa coleta do erário publico diretamente para os partidos e para os mais diversos órgãos de poder politico a que estão agarrados.
Os megafones soam normalmente a falso. 
Tal como a comunicação social instalada, as mensagens que difundem apenas servem para ir animando as hostes que os seguem.  Eles sabem que uma alteração no sistema não lhes vai acrescentar mais nada áquilo que já têm. Até pelo contrário. Muitos deles teriam que justificar aquilo que andam a fazer há tantos anos.
Ninguém de bom senso e de boa fé entende como é que é possível que ao ver-se o País a desmoronar, nenhum desses revolucionários seja capaz de levantar a mão. 

Quando tudo justificava que a revolta se instala-se, nada acontece.
Mesmo aqueles que mais verbalizam essa revolta, ainda não se tornaram gladiadores.
Assim sendo iremos continuar a viver num País de eunucos políticos. Sem grande culpa do Povo é certo, mas com grande responsabilidade por parte daqueles que desde há muito identificaram a gênese do nosso problema.  

sábado, 1 de dezembro de 2012

Vale a pena ouvir com atenção

O nosso amigo JotaB inseriu em comentário ao post anterior, uma indicação de acesso para um conjunto de intervenções de Henrique Medina Carreira que justificam "perdermos" algum tempo a analisá-las.
Aí se condensam algumas análises sobre a situação do País e as perspetivas de evolução.
Será interessante comparar aquilo que se diz com aquilo que se passa e pensarmos um pouco sobre a trajetória que tem estado a ser seguida.
As conclusões não serão difíceis de tirar.

Aceda a :
http://www.youtube.com/watch?v=bMYnno9-wak&feature=BFa&list=PL06FADCCD2C3A2294

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Esta é a verdadeira escumalha

Exigir a demissão deste governo poderá ser uma tarefa digna daqueles que ao longo do tempo têm alertado para a grave trajetória que na última década o País tem vindo a percorrer, com relevo especial para os autênticos crimes de lesa pátria cometidos pelo governo socialista de socrates.
Esse bandalho, durante o tempo que esteve a "chefiar" o governo, sempre foi acarinhado, aplaudido e até incentivado por todas as cúpulas do ps. 
Sempre lá estiveram mário soares, antónio costa, ferro rodrigues e tantos outros. Ainda de fraldas, também já se ouvia o pequeno galamboide. 
Com o País na bancarrota e a crise instalada, toda esta gente atirava foguetes e contemplava a festa.
O país moribundo não percebia o que se passava.
Quando as agências de rating, a OCDE, diversos órgãos de comunicação internacionais e alguns nacionais, iam alertando para a grave situação de endividamento a que se tinha chegado, a escumalha socialista falava em novos aeroportos, nova ponte sobre o Tejo, mais autoestradas e diversas obras de autêntica fantasia.
Para tudo isto lá vinham os aplausos desta gente sem caráter, sem vergonha e sem terem a menor noção de responsabilidade e respeito  para com o povo que diziam representar. 

Eis que agora os responsáveis pela crise se juntam de novo para exigir a demissão deste governo. Se fosse gente credível, poderia até ser bom sinal.
Mas.... aqueles que sem vergonha nem responsabilidade levaram de forma leviana o país à falência, nunca poderiam ter tomado esta iniciativa.
Com isso demonstraram mais uma vez que não temos políticos à altura das necessidades do País.
Admitindo que o governo aceitava o convite e se demitia o que é que iriam fazer estes estropícios ?
Entregar de novo o governo ao partido socialista ?

É urgente um levantamento Nacional. 
A classe politica tresanda a podre e o governo atual não tem de facto soluções adequadas ás características e necessidades do País.
É aconselhável procurarem-se vias alternativas.
Por agora solicita-se que ninguém dê mais crédito a quem já provou que não o merece.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Valerá a pena ser-se sério ?

A inversão de valores produzida pela escumalha politica maioritariamente conduzida pelos auto designados socialistas, merece alguma reflexão. 
Isto a propósito de mais uma aparição publica de um dos seus velhos e persistentes estropícios que dá pelo nome de almeida santos. Como não poderia deixar de ser e após ter testemunhado a favor do camarada vara, vei-o para a comunicação social tentar limpar e justificar a "grandeza de carácter do homem" que todos sabemos ser de uma safadeza notável.
Dizia o almeida, sem ofensa para a gente digna que exerce a função; 
Um homem que foi membro de governos, administrador de bancos e de grandes empresas, tem que ser uma pessoa séria !

Nós que conhecemos vara e almeida, ao ouvirmos isto, tiramos exatamente a conclusão contrária.
Exerceu todos esses cargos pelo simples facto de que não é nem nunca foi sério
Sempre esteve ao serviço de interesses que nunca foram os do País e limitou-se a ser a garantia de corrupção a mando daqueles que o foram colocando nessas posições.
Por isso integra a vasta lista de gente corrupta e indigna que se foi aproveitando do contexto politico gerado pelos soares e almeidas e no qual se incluem nomes como dias loureiro, duarte lima, ou j.socrates.
Isto não é nem nunca foi gente séria. 
É a escumalha politica e humana que nos conduziu até desgraçada situação em que se encontra o País.

Almeida santos deveria ter-se retirado e agradecer o facto de o terem deixado em paz estes últimos anos. 
A sua infeliz e anedótica intervenção aquando do "aeroporto de Alcochete", foi adequada e consentânea com os "homens" do governo da altura. 
A pequenez mental de almeida estava então ao nível de um lino ou de um sócrates.
Agora, um pouco mais maduro, baixou para o nível de um vara.

Porque será que este País é pródigo em produzir merda desta e depois tem grande dificuldade em a conseguir reciclar ?

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Austeridade, Investimento, Recuperação Económica

Em suma, estado da Nação.
Austeridade a mais, desenvolvimento a menos, divida a subir, desemprego a crescer, economia em desagregação. A isto chama a classe politica no poder, ajustamento. À miséria, certamente.
A realidade social em desenvolvimento irá demonstrar a curto prazo a verdadeira situação em que se encontra o País.
Tudo o que se tem feito e dito apenas representa a visão ou estratégia de um grupo de patetas políticos a quem nunca se exigiu que fizessem algo de concreto ou palpável ao longo da vida.
Para se fazer pão tem que se saber mexer na massa.
Estes "cavalheiros" no entanto propõe-se fazer um novo País sem nunca terem sabido o que custa governar uma casa.
Estamos a viver com base em promessas e expetativas sem fundamento ou sustentação na realidade atual do País.
O que se passa é muito simples;
1º Para haver recuperação económica era necessário que houvesse um tecido empresarial minimamente ativo e empreendedor. Isso não acontece e cada dia se agrava mais em resultado das medidas cegas e sem nexo que têm sido adotadas.
2º A propensão para o investimento é praticamente nula e apenas projetos com garantia de mercado poderão ter alguma viabilidade de desenvolvimento.
3º Não existem condições mobilizadoras para incentivar um povo totalmente descrente dos políticos que nos têm "governado".
4º A degradação das condições de vida continuará a evoluir de forma progressiva e dentro de algum tempo terá de surgir um Movimento, um Projeto, um Homem, que possam responder aos anseios e necessidades de um povo exaurido e sem crença na classe politica que ao longo de quase 40 anos lhes foi traindo as aspirações a uma vida melhor.
A vinda da senhora Merkle trouxe consigo a promessa de um Banco de Fomento.
Até pareceria bem se por acaso não soubéssemos quais poderão vir a ser os beneficiários do mesmo. Parte deles estavam hoje sentados no CCB a mostrar a nova tendência da moda no que se refere ás gravatas rosa "choque".  
Muitos dos outros que já não têm dinheiro para gravatas, não irão utilizar bancos de fomento ou quaisquer outros, pois já perderam a dinâmica do investimento e a confiança no País.

Adenda - 19h. Arménio Carlos, perfeitamente integrado nas elites deste País.
Em vez de o vermos de "fato macaco" a organizar os piquetes da greve, ei-lo que surge ostentando um belo "terno" a condizer com a sua gravata rosa "choque envergonhado".  Os trabalhadores podem confiar plenamente nesta gente. Cada um no seu poleiro a conduzir o rebanho à sua maneira. Os tempos de miséria já passaram. O dr. arménio não precisa de sujar a camisa.
Longe vão os tempos em que as lutas pela defesa dos interesses dos trabalhadores eram genuínas.