sábado, 22 de Novembro de 2014

Bom dia, sócrates

Voltamos por uma boa razão.
Sócrates está PRESO. 
Esteja o tempo que lá estiver, isto é um conforto para todos aqueles que ao longo do tempo foram denunciado os desvarios e a corrupção em que este sabujo se envolveu.
Hoje, será dia para os silvas, os lelos, os costas, os galamboides, os pereiras, os ferros, os césares, e toda essa escumalha que rasteja na órbita do grande filho da puta, ter que engolir as afrontas que foram fazendo à diminuta inteligência de um Povo adormecido e que se foi deixando enganar.
Cândida Almeida também deveria estar presa. 
Pinto Monteiro e o outro também deveriam estar.
Muitos outros poderão estar a caminho. Assim se mantenha a disposição de alargar as bases de investigação.
Só ainda não entendemos porque é que os loureiros, os varas, os limas ou os salgados ainda continuam à solta.
Este Regime está podre e tudo deverá ser feito para que se consigam demolir as bases que ainda o sustentam.
Com efeito é inadmissível que muita desta escumalha politica, a que se juntam familiares e amigos, usufruam de rendimentos milionários, quando mais de 80% da população tem que viver com cerca de 600 Euros e a quem ainda se obriga a pagar taxas extraordinárias para ir permitindo que esta corja coloque em offshores largos milhões que vão retirando do erário público.

Este breve momento de passagem é de alguma expectativa e esperança nos desenvolvimentos que se poderão seguir.

terça-feira, 12 de Março de 2013

Tempo de pausa

As razões que nos obrigaram a ser ativos e determinados na luta contra o sistema politico instalado  continuam a ser as mesmas. 
Acontece que sentimos que se está a passar por um tempo de alguma contenção e entendemos ser o momento certo para fazermos uma pausa.
A mola real que nos impeliu tinha um nome e uma referência e são dois embustes.
Sócrates e partido socialista.
Com a mudança dos atores políticos assistiu-se a um esvaziamento do fervor de revolta e verificou-se o aparecimento de novos contestatários de modelo mais suave e mais ao gosto da escumalha politica existente.
Alguns até já se integram e apoiam esses novos movimentos.
Muito sinceramente esse não era o nosso caminho e a passagem do tempo acabou por nos "libertar" de algumas ilusões que iam sustentando a nossa luta.
Hoje sentimos que foram quase 5 anos de combate inglório.
Não sabemos se por incapacidade ou incompetência, nunca conseguimos alcançar os objetivos pretendidos e que mais não eram que colaborar com quem tivesse condições para assumir as lideranças que a "sociedade civil" urgentemente necessita.
Mas nada aconteceu e sentimos que tão depressa nada irá acontecer.

Continuaremos contudo à espera que possa surgir algo que desperte a gente capaz que sabemos existir e que tem o dever cívico e moral de se empenhar numa solução para o País. 
Até lá sugerimos a quem por aqui passar que vá seguindo os Blogues que destacamos nas nossas referências.
Estamos alinhados com quase tudo aquilo que vão escrevendo e analisando.
Até breve. 


segunda-feira, 4 de Março de 2013

Será opçáo ?

O estado a que chegámos obriga a ponderar-se de forma muito séria até que ponto não deveremos considerar outras opções de desenvolvimento económico para lá do atual enquadramento na U.E.. Digamos, equacionar as possibilidades e consequências de uma eventual saída do Euro.
Como sabemos a nossa miserável classe política rejubilou com a assinatura do acordo de Lisboa. Um reforço da União Europeia foi como que um salvo conduto para a sua manutenção e propiciou mesmo o alargamento do mercado de colocação de esterco intelecto / politico que daqui vai sendo transferido. Exemplo, vitor constâncio.
Os que por cá continuam já demonstraram que não têm soluções nem capacidade para retirar o País do fosso em que se encontra.
Os verdadeiros estadistas, que não temos, para lá de terem de ser sérios têm que ser competentes, conhecerem o povo que constitui esta Sociedade e possuirem a determinação e o arrojo para combaterem as insuficiências, corrigirem as desigualdades e gerirem a coisa publica com o sentido de responsabilidade que tem faltado a quase todos os que têm passado pelo governo.
Com efeito, governar é tomar medidas que possam melhorar a qualidade de vida das pessoas, gerindo os recursos de forma sensata, procurando no contexto global em que nos inserimos as melhores opções estratégicas e optar por aquilo que melhor se enquadrar nas caracteristicas da sociedade em que estamos inseridos. Por vezes é bom ser-se visionário.
Até que ponto é que estamos a ver bem a nossa ligação á U.E. ?
Leia-se o artigo que transcrevemos;
O futuro de Portugal 
Há um economista que não deixa ninguém indiferente. Chama-se Hans- -Werner Sinn.
Dirige o maior instituto de investigação económica germânico, sediado em Munique. Tem sido o campeão das políticas de austeridade. É um firme opositor dos planos de resgate e acusa o Governo de Merkel por não ser suficientemente duro para com a periferia.
Apesar da barba lhe dar um ar de clérigo islâmico, a verdade é que a inflexibilidade de raciocínio e a teimosa indiferença face aos sinais da realidade remetem-no para o universo da Schwärmerei, uma forma germânica de fanatismo, sempre com consequências devastadoras para a Europa.
Este homem liderou um estudo sobre o estado da economia europeia acessível na Internet ("The EEAG Report on the European Economy 2013").
Enquanto percorríamos as ruas em protesto nas cidades portuguesas, Sinn explicava a um jornal espanhol as teses centrais do estudo: a austeridade na periferia europeia vai durar, pelo menos, mais dez anos. Mais concretamente: "Espanha, Portugal e Grécia necessitam de uma desvalorização interna de 30%; a França, de 20%; a Itália, uma descida de preços de 10%."
Mas Sinn vai mais longe, considerando que a Espanha talvez possa permanecer na Zona Euro, mas tanto a Grécia como Portugal estão condenados a sair do euro:
"As atuais exigências europeias sacrificam uma geração ao desemprego maciço. Portugal está numa situação semelhante."
Para nós, as palavras de Sinn têm a vantagem de colocar o debate no seu fulcro. O que está em causa não é o prolongar por mais um ano a meta do défice, mas saber se Portugal aceita continuar por esta via que faz da pobreza um objetivo de política pública, e onde, no final, acabará por perder a própria alma. Aquilo que confere a uma nação o direito de existir.
Viriato Soromenho Marques

sábado, 2 de Março de 2013

Desculpem a franqueza

Que se lixem estas manifestações.
Não percebemos para que é que se convocam uns milhares de pessoas para cantarem a Grândola Vila Morena.
Isto é aquilo que o governo gosta de ver e ouvir, o partido comunista tenta aproveitar e o ps acredita que vai tirar benefícios do descontentamento geral que grassa na sociedade portuguesa.
A Grândola de punho erguido já devia fazer parte da história.
 
O que o País precisa é de gente capaz de construir uma Plataforma de Intervenção Cívica que apresente propostas concretas para a revisão do Sistema Politico e que possa criar condições para uma efetiva mudança na forma de se exercer a ação governativa.
Para lá de tudo aquilo que deverão ser os objetivos concretos a atingir, há uma exigência básica que tem que ser feita.
O voto que serve para eleger terá também de servir para poder demitir.
Não podemos continuar a eleger pessoas que não respondem perante os eleitores nem perante o sistema judicial e continuam imunes a qualquer responsabilidade mesmo que "enterrem" o País como fizeram os governos de sócrates ou como continua a fazer este governo.
Este Regime tem que acabar.
Para esse esforço estaremos disponíveis e não será preciso o acompanhamento da Grândola.

sábado, 23 de Fevereiro de 2013

E no entanto eles movem-se

Temos apreciado muito favoravelmente toda a contestação direta que ultimamente se tem vindo a fazer aos atuais governantes.
Sempre considerámos que face à "solidez" das estruturas de controlo e defesa do Estado e da classe política, só poderiam ser eficazes movimentos de revolta sustentada e consequente ou ações seletivas que tivessem impacto no "moral" desta escumalha que se apoderou do País.
A revolta até agora ainda não ganhou peso suficiente mas poderá engrossar com o crescer das atuais movimentações contestatárias.
Por isso, expressámos o nosso apoio àqueles que se teem disponibilizado para irem executando essa tarefa.
Não nos preocupámos demasiado com objetivos secundários ao efeito imediato.
Acontece que tal como prevíamos a ferida infetou.
A classe politica sente agora que a revolta começa a ganhar condições para poder alastrar.
Talvez por isso se comece a perceber porque estão marcadas para o mesmo dia 2 manifestações que aparentemente visam os mesmos objetivos, mas..... inesperadamente forças politicas que nunca se agregam aparecem agora a apoiar uma destas iniciativas.
Pensamos que um novo ciclo está em desenvolvimento.
Vamos ver se eles serão capazes de se moverem para o anular.

quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2013

Este é o meu Povo

Finalmente começámos a perceber que é preciso enfrentar esta escumalha politica por onde quer que ela se tente movimentar.
Obrigado juventude determinada e disponível para as lutas que se aproximam.
Esta é a via adequada e com maior eficácia nas presentes circunstancias.
Que prazer sentimos ao ver o "facies horendus" desse estropicio que dá pelo nome de relvas.
Que melhor confirmação poderíamos ter da eficácia destas ações que escutar a escumalha do ps e do psd a falar em métodos anti democráticos. 
Até santos silva vem apoiar os homens do governo.
Isto demonstra a consciência que já ADQUIRIRAM de que estão a lutar pela defesa do sistema.

Agradecemos também a Boaventura Sousa Santos a intervenção que teve no jornal da tarde da SIC onde defendeu e justificou o carater eminentemente democrático de todas estas intervenções.

Agora vamos levar a sério e contribuir para o movimento de CERCO AO PARLAMENTO, previsto para o dia 2 de Março.
Vale a pena considerarmos a nossa presença e vamos lá estar.

sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2013

O foco descentrado

A chamada espiral recessiva continua a engrossar.
A principal consequência, para lá de todas as dificuldades que isso continuará representar para a recuperação económica, será o avivar da dialética política que os principais responsáveis pela situação do País irão desenvolver sobre esta temática.
Sobre a posição dos partidos, nada mais há a esperar para lá do empolamento noticioso que sobre o tema se irá desenvolver.
Tudo isto como se alguém de bom senso tivesse duvidas sobre o desenlace final das politicas que têm vindo a ser seguidas. Ou se por acaso estivessem no governo as chamadas forças da oposição, conseguissem alcançar um resultado diferente.
O grave problema que foi criado com a integração Europeia é que acabámos por consolidar o sistema politico que a atual escumalha tudo faz para manter. Não nos esqueçamos da satisfação incontida do maior bandalho do nosso tempo, j.socrates, aquando da assinatura do tratado de Lisboa. Porreiro, pá!!
Assim, as medidas que têm vindo a ser tomadas sobre diversos rótulos têm como objetivo principal consolidar ( chamam-lhe ajustamento ) as estruturas orgânicas do estado e o atual modelo de funcionamento da economia.  Desta forma garantem que os principais grupos de interesses económicos e políticos continuam a desfrutar dos privilégios alcançados ao longo do tempo.
O "ajustamento" é assim feito tendo em conta uma estrutura social que possa manter níveis confortáveis de serviços de modo a não incrementar o descontentamento publico e pouco ou nada altera no essencial da estrutura de um estado construído para albergar o mais vasto conjunto de incompetentes e corruptos que aí se encontram instalados.
Não temos duvidas que muito há para alterar na Orgânica do Estado, construído sequencialmente pela ganância e pelo oportunismo estratégico dos vários responsáveis políticos que ao longo do tempo o foram compondo à medida dos seus interesses.
Impunha-se uma reforma do Estado. Só que não é esta.
Nem poderá ser outra enquanto não corrermos com a atual escumalha politica.
Entretanto o País continua a afundar-se. O governo afirma que o agravamento da recessão não está longe das previsões que tinham feito. Afinal de contas são só 0,2%, dizem.
Como se as coisas se tivessem que analisar assim e não fosse previsto que este ano já estaríamos em crescimento e como se não tivesse importância fundamental o facto de no último trimestre os dados terem resvalado para 3,8.
Isto significa uma tendência para o desastre e demonstra um agravamento na situação atual.
O que é importante não é a média.  O que é importante é aquilo que se verifica atualmente, ou seja, uma acentuada degradação das condições da nossa economia.
Isto não se deve apenas à retração das exportações.
O essencial está no desmantelamento das estruturas funcionais do nosso sistema económico. Isso é demasiado grave, pois muitos dos intervenientes que agora engrossam as insolvências que diariamente se vão verificando, não mais irão regressar ao mercado.
Assim o País endividado afunda-se e se não aparecer crude ou qualquer outra matéria prima, poderemos preparar as mãos para apertar o pescoço a estes canalhas que continuam a pensar que somos todos incapazes de ver a realidade em que estamos inseridos.  Ou melhor dito, ensarilhados.